Primeiro Nível Décima Aula. Mindset a Psicologia da Prosperidade Segunda Parte.

  1.  Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

Primeiro Nível Décima Aula. Mindset a Psicologia da Prosperidade Segunda Parte.

A regra de platina é algo que foi impactante quando li pela primeira vez e agora novamente após ler. O caminho para a construção do Mindset é algo que ao meu ver é diário até ter um habito, e existe pessoas perto de mim que se destroem primeiro em seus pensamentos e em seguida quando falam o que pensam. Eu hoje verifico que o quanto jovem não ter lido os livros que minha avó tinha em sua biblioteca particular, hoje claro costume dizer que estou me preparando e melhorando. E como diz meu mestre quando me disse o melhor momento de sua vida Adalberto é o agora, ontem já foi amanhã depende do que faz hoje, mas ainda não existe. Nomenclaturas em inglês o qualquer outro idioma ou siglas estimulam a curiosidade do nosso povo, mas o que percebo tudo é simples. E esta aqui em sua frase “Entender antes de aplicar e aplicar assim que entender.”

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 7:25

Sim, Adalberto o Mindset deve ser construído diariamente, a cada passo da caminhada, a cada instante vivido. Se você consegue observar o comportamento das pessoas a seu redor e aprender com elas isso é muito bom. É muito melhor e menos custoso aprender com os erros dos outros do que com os seus próprios, mas é bem difícil aprender dessa forma. O que acontece em geral é que ao observar o comportamento errado das pessoas a sua volta as pessoas se tornam mais críticas em relação ao próximo, e menos críticas em relação a si mesmas e isso elimina todo o ganho dessa prática.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

PRIMEIRO NÍVEL Décima Aula.

1.10 – Mindset a Psicologia da Prosperidade! Segunda parte.

Assim que comecei a guardar parte do que eu ganho em dinheiro, comecei a estudar as opções de aplicações disponíveis no mercado. Não é um alto valor o que eu tenho em minhas aplicações, mas é motivador perceber que vivo bem poupando parte do dinheiro que antes eu gastava e mais motivador ainda ver aos poucos a quantia aumentando, em virtude dos rendimentos dessas aplicações.

Hoje minhas aplicações estão pulverizadas entre Tesouro Direto, CDB e Renda Fixa.

Esta lição, que cita o investimento da Igreja Católica em ações, veio exatamente no momento em que começo a estudar as opções de aplicação em ações (sincronicidade, hein!!). Em verdade, estou estudando duas coisas: ações e bitcoins.

Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 10:50

Sim, crescem devagar de forma suave mas inexorável. Até mesmo eu que sou um pobre diabo que ganho um salário mínimo por mês de aposentadoria faço investimentos costumeiros seguindo esse princípio. Ações e Bitcoins são assuntos delicados, teremos tempo para ver isso no Quarto Nível de nossos estudos. Fico feliz em saber que está pondo em prática, isso é sinônimo de sabedoria.

3. Valdir Coppas 5 de Dezembro de 2018 as 22:30

Na segunda parte da psicologia da prosperidade a aula traz o exemplo da Igreja Católica que é uma organização milenar que aplica seus recursos em investimentos de ações e que faz seu capital crescer ano após ano. 

Para relembrarmos de uma importante lição, a aula traz novamente o ditado: “Entender antes de aplicar e aplicar assim que entender”.

Vou aproveitar este espaço para explicar brevemente minha estratégia que aplico há muitos anos e que tem funcionado pra mim. Há alguns anos (23, mais precisamente, visto que meu filho tinha um ano de idade e hoje tem 24) eu era funcionário do Banco do Brasil e fiz um curso sobre o Brasilprev, um plano de previdência privada daquela instituição. Aprendi que os “cálculos atuariais” mostravam que o tempo e a regularidade do investimento é tão ou mais importante do que o valor (se este for sem regularidade e por pouco tempo). Eu já guardava todo mês uma parte dos rendimentos, pois tinha aprendido essa tática na Fraternidade Kung Fu. Porém, notei que a grande estratégia dos agentes financeiros que lucram exorbitâncias com estes tipos de investimento está num fator estatístico simples: grande parte das pessoas que fazem planos financeiros de longo prazo não perseveram (lembremos que as Ciências Atuariais trabalham principalmente com probabilidades, além de matemática, estatística, finanças, economia e computação); ou seja, trocando em miúdos, o cálculo da renda futura de uma previdência privada é justo, pois o montante de crédito é o resultado do cálculo relativamente simples dos valores aplicados mensalmente, corrigidos e acumulados ao longo do período proposto e dividido pela expectativa de vida do aplicador após o dia da aposentadoria. Mas o grande rendimento obtido pelos bancos neste filão vem de duas frentes: 1) o empréstimo dos valores dos participantes do plano, custodiados à instituição financeira, para quem precisa de dinheiro a juros bem maiores do que os previstos nos cálculos atuariais e, principalmente, 2) o enorme contingente de pessoas que não leva a cabo o plano proposto e saca antes seus recursos, deixando, com isso, de auferir os ganhos do plano de previdência, além de pagar taxas e encargos pelo saque. Sabendo disso, fiz o seguinte: para meu filho contratei um plano – o menor deles – com o banco, que existe até hoje e ele paga uma quantia bem pequena, tendo de saldo um valor um pouco maior (cerca de 15%) do que se tivesse aplicado em caderneta de poupança. Porém, para mim, programei uma transferência automática de um determinado valor (que calculei de forma retroativa, ou seja, pensando o quanto eu gostaria de ter em aposentadoria mensal a partir dos 55 anos de idade, utilizando os cálculos atuariais) para uma caderneta de poupança “imexível” e invisível (ou seja, decretei que aquele dinheiro era inacessível para mim)! Sempre que o saldo da poupança atinge determinado patamar, aplico o valor em investimentos de longo prazo de risco diminuto (não no mercado de ações pelo risco envolvido), utilizando uma corretora de valores que consegue excelentes taxas e pulverizo em várias frentes. E mais, quando, em algumas ocasiões muito especiais, precisei recorrer ao dinheiro guardado (coisa que, se houvesse contratado um plano com o banco e tivesse que sacar parte do valor teria grandes perdas) fiz uma espécie de “empréstimo de mim pra mim mesmo” e “paguei” juros de mercado à minha própria reserva de aposentadoria!!! (meio psicótico eh eh eh). Acontece que hoje, tenho meu próprio fundo de aposentadoria “imexível”, inacessível e invisível, que eu mesmo administro e cujo valor tem quase o dobro (!), isso mesmo, quase 100% a mais de capital do que se houvesse guardado na caderneta de poupança ou deixado para o banco administrar. O plano de aposentadoria do meu filho (que muitas vezes sou eu que pago), ele optou por deixar no banco porque senão, ele disse, gastaria todo o valor – que é precisamente o que a maioria do nosso povo faz…

Espero, com a exposição de minha experiência, ajudar nossos irmãos de curso.

Fraterno abraço!

Valdir, 05 de dezembro de 2018.

  Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 13:43

É exatamente isso Valdir, o plano de guardar uma parte do que se ganha tem que ser de fato imexível. Se as pessoas agissem assim, com certeza chegaria um momento da vida que poderiam se aposentar contando com os próprios recursos e não com a ignominiosa aposentadoria que nosso governo corrupto proporciona. Só para dar um exemplo: em 2016 tudo que ganhei durante todo o ano em meu trabalho de Coaching investi, não gastei um tostão, coloquei um terço em cada um de três tipos de investimento. Um deles foi a poupança que é o pior investimento do Brasil, mas o fiz para o caso de alguma emergência precisar sacar. Os outros dois foi a prazo fixo e nunca mexi neles. Da poupança tive que recorrer algumas vezes devido aos tempos bicudos que nosso País tem enfrentado. Fraterno abraço.

Primeiro Nível Décima Primeira Aula. Mindset Terceira Parte.

 Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

Primeiro Nível Décima Primeira Aula. Mindset Terceira Parte.

Sobre regra e exceções deis do inicio dos estudos da igreja e de outros que já faço além do muito livros que leio e das ações que estou fazendo hoje são para ser a exceção, pensar e agir de forma diferente dos outros, momento limitantes apareceram em minha vida, mas estou mudando isso e melhorando dia a dia com novos hábitos. E principalmente após suas colocações e perguntas poderosas que já me fez além, e claro de suas observações que me fez e que levaram-me a pensar e melhorar o mindset. Refleti um pouco sobre essa frase “se questionar se é o preço que o oprime ou se essa sensação de opressão não advém de sua precária situação financeira.” Percebi algo que me acompanhava a algum tempo, que nessa frase o senhor explica muito bem, a opressão que faço a mim mesmo por causa de minha situação financeira, o meu mindset como já escrevi começou a melhorar após conversas que tive com senhor que me levaram a compreender melhor o que e o como pensava e o como devo melhorar o pensar agora. No momento atual que já relatei por várias vezes nos comentários, comina na seguinte situação se eu pagar o que devo e ou os compromissos que tenho como plano de saúde, colégio, energia, agua entre outros eu posso não ter como alimentar aos meus filhos, vestir ou fardamento nem levo mais em conta, mas alimentação é algo que procuro colocar atenção.  Duvida Bom ao escrever verifiquei que minha mente foco, no controle, e claro emitido o sinal de não pagar, mas como melhorar o pensamento? Muito interessante a historia do rapaz que consertava impressora.

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 7:46

Fico feliz em saber que minha orientação e minhas perguntas o ajudaram Adalberto o que é muito mais do que fizeram por mim ao longo de minha vida, e é por isso que me empenho em ajudar meu próximo e meu semelhante e entre eles você está incluído. E é por sua sinceridade que o convoquei para postar mensagens como autor lá no Portal da Transformação. Infelizmente quando postei sua primeira mensagem lá, devido a alguma coisa que o Darlan (O técnico que você indicou.) não conseguiu me explicar, saiu com meu rosto e meu nome. Então entrei em contato com ele e fiquei alguns dias aguardando que ele me ensinasse a colocar sua mensagem com sua imagem e com seu nome e isso atrapalhou bem as coisas e não pude divulgar o Portal antes de corrigir isso. Mas assim é meu Mindset, como você que não consegue deixar de pensar na alimentação de seus filhos eu também não consigo dar prosseguimento a meu trabalho, por mais empenho que tenha, se não posso fazê-lo com ética. Vou ter que esperar a correção acontecer antes de divulgar o blog.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

PRIMEIRO NÍVEL Décima Primeira Aula.

1.11 – Mindset a Psicologia da Prosperidade! Terceira parte.

Muito bem, me parece que o grande lance, que o aspecto fundamental, é adquirir confiança em seus potenciais e, então, dedicar-se o máximo possível.

Você nos ensina nesta lição: ter uma missão de vida é melhor do que ter um emprego. Entre as definições de missão, no dicionário, estão: Razão de ser, fim.

Dessa forma, podemos encarar que a prosperidade é o resultado de nossa busca e nosso trabalho no caminho da realização.

Não sei se meu pensamento está alinhado com a mensagem da lição, mas que para mim é motivador, isso é!!!

Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 10:55

A dedicação é de forma direta consequência da confiança adquirida ou desenvolvida através do foco valorizando seus potenciais. Sim Missão de Vida é nos dá um sentido e justifica nossa existência. Fico feliz que seja motivador para você.

3. Valdir Coppas 6 de Dezembro de 2018 as 12:31

Nesta aula o Professor aborda o quão mais importante á ter uma missão de vida ao invés de ter um emprego. Com efeito, muito mais fácil é ter dedicação e obter satisfação quando se gosta do que faz e, ainda por cima, não se tem um chefe! Obviamente que uma missão de vida vai além de simplesmente se gostar de uma atividade. É algo mais profundo, mais visceral e que nos dá um retorno grandioso em alegria ao executar um trabalho que tenha muito a ver com o que somos em essência.

Outro âmbito apresentado na aula foi a diferença entre preço e valor; é dito que o  determinante do preço deveria ser o valor, ou seja, uma coisa é barata quando oferece em troca de seu preço um valor equivalente ou superior ao seu custo e uma coisa é cara quando oferece em troca de seu preço um valor inferior ao seu custo.

Por isso, nosso julgamento em relação a algo ser caro ou barato depende basicamente de nossas posses e deveríamos sempre ter como base o VALOR que aquilo que estivermos comprando tem ou terá para nós. Vejo nestes ensinamentos uma pérola de sabedoria que é tão necessária nos dias atuais, visto que grande parte das pessoas compra por impulso, compra para ostentar, para tentar ser quem não é e, muitas vezes, paga um preço altíssimo em relação ao valor de suas decisões! Quem dera nosso povo fosse mais racional em suas análises, tivesse as informações que temos aqui no curso, as entendesse e aplicasse em suas vidas…

Fraterno abraço! Valdir, 06 de dezembro de 2018.

Marco Natali em 18 de Dezembro de 2018 às 16:00

Gostei muito dos termos que você usou para descrever a Missão de vida Valdir: “Obviamente que uma missão de vida vai além de simplesmente se gostar de uma atividade. É algo mais profundo, mais visceral e que nos dá um retorno grandioso em alegria ao executar um trabalho que tenha muito a ver com o que somos em essência.”  É bem isso mesmo! Quanto às suas observações a respeito de pessoas que compram por impulso ou apenas para ostentar. Isso também é um fato. Você esteve em minha casa e viu que atualmente moro em um pequeno Residencial, em  uma casa pequena e modesta. Afinal os filhos já cresceram e sou só eu e minha esposa. Não temos necessidades maiores do que as que atendemos com nosso estilo de vida. No entanto apesar disso, tenho vizinhos que tem vários carros, um deles tem oito carros e outro tem dois carros, duas motos, um jet sky e uma lancha, que fica muito difícil de estacionar por aqui. Ele também tem uma casa de praia que aluga e eu e minha esposa a alugamos e estivemos lá. Achei interessante porque ele tem nas paredes da casa da praia apenas foto de coisas: carros, lanchas, jet sky, motos, e apenas uma foto de pessoas, aliás essa única foto é dele mesmo. Minha esposa é que reparou isso. Aqui em casa temos fotos de pessoas da família a quem amamos, não temos foto de coisas. Quanto à análise que o povo faz e que segundo o que escreveu seria melhor se o povo “tivesse as informações que temos aqui no curso, as entendesse e aplicasse em suas vidas…” quero dar um testemunho de um dos alunos do Transformacionalismo que também esteve aqui em minha casa. Ele comentou a grande admiração que tem pelo Napoleon Hill, autor de famosos Best Sellers internacionais sobre riqueza e ganhos econômicos. Pois bem, esse autor que foi uma escritor muito famoso (ainda é) e foi o assessor econômico de seis gestões de presidentes americanos, nunca soube lidar com dinheiro, nunca teve fartura e riqueza e nem conseguiu ser amado por sua esposa e filhos. Segundo seus biógrafos, sua esposa separou-se dele e nem seus filhos o suportavam. Fica aqui a pergunta: o que se pode aprender com alguém assim? Então fica a grande questão: temos que avaliar as coisas como elas realmente são e não como parecem ao mundo. Uma pessoa pode ter imenso destaque social, fama, sucesso em termos de mídia e ser um completo fracasso em sua vida pessoal. Com certeza esse aluno do Transformacionalismo que aqui esteve é muito mais feliz, apesar dos percalços em sua vida, do que jamais foi o autor que ele tanto admira. Fraterno abraço meu amigo.

Primeiro Nível Décima segunda Aula. Mindset – Quarta Parte.

  1.  Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

Primeiro Nível Décima Primeira Aula. Mindset Terceira Parte.

Sobre regra e exceções deis do inicio dos estudos da igreja e de outros

Primeiro Nível Décima segunda Aula. Mindset Quarta Parte.

Essa colocação sobre o jornal foi para mim o máximo, pois por alguns anos minha mãe recebi em sua casa jornal, e sempre perguntava a ela o por que ela assinava já que não lia, ela me disse que era por causa dos brindes, mas nunca usou como forma de valorizar a comprar dele mensalmente. Progresso é algo que tal palavra chega em um momento oportuno em meus estudo aqui pelo curso, progredir é para mim importante nas áreas que se propõem esse curso, pois mesmo realizando os cursos de coach, e entrando no contagio emocional daqueles dias, ao voltar a realidade, por assim dizer compreendi, que a velocidade hora proposto por alguns desses treinamento gerou em mim ansiedade e depressão, mas graça a Deus o conheci pastor e pude ir adaptando e tendo posso assim dizer uma progresso mais consistente de passo a passo. Gostei dessa frase e resolvi colocar aqui

O segredo de progredir é começar. O segredo de começar é dividir tarefas árduas e complicadas em tarefas pequenas e fáceis de executar, e depois começar pela primeira” Mark Twain

A colocação do sobre as três tentativas e por fim a quarta foi interessante, pois em alguns casos aprendendo com meus próprios erros é construo a empresa certa. Quando escrever sobre o pensamento e tudo que ele proporcionar e além disso as mudanças que ocorrem, é para mim como se estivesse assistindo filmes futuristas, onde se podia criar algo ainda não imaginado ao homem. Hoje compreendo melhor tal proposta e o como pensar de for equivocada limitada você pode prejudicar-se e ainda ficar colocando a culpa no outro ou no governo. Lembrei agora que quando estudava e comecei a compreender sobre o nosso pais havia decidido que iria morar em um pais de primeiro mundo, até então estados unidos, Mas o meu pensar usando a palavra da moda, “foco” perdi completamente o foco no que queria, e hoje compreendo as palavras escritas em seu texto quando escreve que “Se você não muda o sua maneira de pensar, você nada consegue nessa vida” reconheço que tal frase é fato. Hoje estudando e lendo mais sobre os assuntos relacionados ao pensar, faço com meus alunos uma reflexão quase em todas as aulas, onde pergunto a eles o querem ser? Qual tamanho de casa querem ter e em que bairro? Qual carro querem ter? Antes mesmo de ouvir a palavra coach ou de fazer algum curso sobre o assunto, para mim o coach, era meu mestre do kung fu, ou um dos meus professores, ou aquele senhor ou senhora mais experiente que me fazia uma pergunta que me estimulava a pensar sobre um determinado assunto ou situação, hoje explicou ao meus alunos ou pessoas que tem contato comigo que coach, pode ser toda e qualquer pessoa que te estimule sair da zona de conforto e ou te leve a pensar sobre um determinado assunto, ou ainda que faça progredir. Veja um exemplo: Eu hoje questiono as pessoas ou meus alunos sempre que posso e claro com todo cuidado para não ser mal-entendido. Certa vez um de meus alunos do krav maga me falou na segunda ou terceira aula que estava a treinar que faltava apenas 3 anos para se aposentar, e eu sem perder o momento ja exclamei e perguntei A é que ótimo e o que vai fazer depois que isso acontecer vai curtir e passar o dia deitado em uma rede, alegando que trabalhou muito e agora vai descansar? Um mês depois ele chegou para mim e disse que a pergunta que havia feito para ele o tinha feito pensar e que já estava buscando formas de continuar uma vida ainda ativa claro em um ritmo mais calmo logo após sua aposentadoria, pois ele não realidade não tinha ainda falta 3 anos para se aposentar o que iria fazer, não havia pensado na transição para se adaptar ao primeiro dia após aposentar-se e me agradeceu. Eu o agradeci pelo retorno e expliquei para ele que se tal pergunta tivesse sido feita a meu pai e ele tivesse refletido sobre o assunto hoje poderia a historia de vida dele ter melhorado, mas ele não teve e você está tendo a mim. Pastor quando digo nas muitas vezes que tenho oportunidade de conversar com o senhor e digo que o senhor está na vanguarda do conhecimento para seu tempo, é por que tenho em casa exemplos de pessoas que simplesmente seja por crenças ou escolhas que não se preparam para o dia de amanhã. Olha outro exemplo que treinou comigo, era um médico obstetra ele estudou direito e formou-se e explicou para mim o seu pensamento do por que se formou. Adalberto eu fiz isso por que minha mente nunca vai envelhecer agora meu corpo sim, chegará o momento que não poderei exercer minha profissão no futuro, mas com o direito poderei sim. E Adalberto o que você esta aprendendo com tais exemplos? O senhor pode me perguntar e repondo

De pessoas que possam nos ajudar a haver o que as vezes não conseguimos ver.(seja um coach, amigo, pastor, …) Estou procurando colocar atenção “Foco” em meus estudos, o do transformacionalíssimo, usar o celular para ler mais livros e reconheço fazer um pouco da divulgação de meu trabalho com krav maga, porém nem todos em minha casa realizam ou fazem o que faço, mas procuro ser exemplo para meus filhos. Imagino que já tenha escrito nas lições anteriores, mas vou repetir essa estória. Um pai todos os dias chegava em casa após o dia de trabalho e após jantar e brincar um pouco com filho, sentava-se e abria o jornal, isso bem perto do filho que continuava a brincar. Filho então cresceu observando aquele exemplo do pai e se formou e em determinado momento chegou para seu pai agradeceu e disse: Pai obrigado hoje o senhor não precisa, mas fingir que saber ler, seu exemplo me ajudou muito. Então reconheço que esse tipo de exemplo é que procuro dar a meus filhos, sei que o mundo e principalmente nossa sociedade ainda jovem passar por mudanças no comportamento pedido seus direitos, mas em alguns dos casos não lembrando dos seus deveres, mas para mim o exemplo é a única forma de transformar as gerações dos pequenos.

Duvidas

01 Como seria usar o jornal como exemplo que citou?

02 Zona de conforto como pode me explicar pessoas, pensadores, coach´s que defendem a zona de conforto em alguns casos para seus clientes?

03 Como o senhor pode me explicar sobre a seguinte frase “Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros.” Tal frase ser para ilustrar o trecho onde fala sobre as 3 tentativa?

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 8:09

Gosto muito do Mark Twain e li várias obras dele, apreciei bastante sua inclusão de uma frase dele. Aliás profundos ensinamentos contidos ali. Começar é metade do caminho diz um provérbio japonês. E se o começar parecer árduo demais é só questão de dividir a tarefa. N Fraternidade Kung Fu eu ensinei que em resposta a pergunta sobre quantos baldes são necessários para transportar uma montanha, bastaria um só, dependendo do tamanho do balde, mas dentro da realidade ninguém conseguiria transportar um balde desses. A partir desse exemplo ensinei a meus alunos da Fraternidade a dividirem uma grande tarefa em baldes pequenos que conseguissem carregar. Fico feliz em descobrir que o Mark Twain também pensava assim. Sim, é muito útil pensar que um Coach seja uma pessoa que o ajude a encontrar respostas e direcionar sua vida. É isso mesmo independente de quem seja tal pessoa. Ralph Waldo Emerson costumava dizer:

Obrigado pelo cumprimento Adalberto, mas não acredito que esteja na vanguarda deste tempo, apenas tive que lutar contra os embates da vida e isso me fortaleceu. Tem pessoas que se queixam da luta, mas sem ela como se fortalecer? As vezes a pessoa se acomoda porque ainda não sofreu o bastante. Isso pode ser uma maneira de tentar a Deus e com certeza Ele envia provações para que essa pessoa tenha a oportunidade de continuar a crescer. Essa história do pai que dá o exemplo é belíssima e muito motivadora. E quanto exemplo, se fato o exemplo é a única forma de ensinar como digo inúmeras vezes ao longo do curso do Transformacionalismo. Respondendo suas dúvidas, o exemplo do jornal consiste em mostrar que nem todas as coisas tem um valor intrínseco, a maioria delas tem um valor atribuído apenas. Por exemplo o jornal só terá valor se encontrar nele o que está procurando. Por outro lado o dinheiro das nações costumava ser lastreado por ouro, atualmente não mais, portanto não possuem mais valor intrínseco. A meu ver os coachs que defendem a zona de conforto para seus clientes acreditam na grande mentira da Resiliência. Existe muita gente que prega a Resiliência como recurso terapêutico, eu não. Embora a Resiliência pregue o retorno à Zona de Conforto, para mim isso não cura o problema apenas o traz de volta ao palco onde possa ocorrer novamente. A meu ver é dever do terapeuta levar o paciente a um nível superior à Zona de Conforto para que tenha a chance de oferecer a ele a superação de seu problema. Reconduzi-lo às condições que antecederam o problema não é um tratamento que preste. Já falei sobre isso, mas como você insiste retomo o assunto. Uma das coisas mais difíceis é aprender com o erro dos outros, a maioria das pessoas não consegue fazer isso e acaba tendo que sofrer passando por provações através da vivência pessoal para conseguir aprender. Espero ter conseguido atender suas dúvidas. Grande abraço.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

PRIMEIRO NÍVEL Decima Segunda Aula. 1.12 – Mindset – Quarta Parte.

Os estudos me inclinam a pensar que aproveitar as oportunidades começa em aprender a identificá-las.

Talvez seja um exercício que inicia-se quando incorporamos a frase que você ensinou: O que não é benção é lição.

Entender que cada coisa que nos ocorre tem um ensinamento explícito ou implícito e aprender.

Não fugir de nossas fraquezas: olhar para elas, tentar entendê-las e aprender.

Olhar para os fracassos sem auto piedade, mas sim, com olhar crítico e aprender.

Eu não compro jornais em bancas, mas caso o fizesse, tentaria compreender as oportunidaders que ele poderia trazer, desde uma idéia de negócio até o aprofundamento em algum assunto para uma futura conversa.

Por falar em jornais, conheci um rapaz que juntava os exemplares lidos e montava resmas. Ele as vendia posteriormente para pessoas que tinham cachorros em casa e que eram treinadas a urinar e defecar em jornais no chão.

Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 11:03

Fica mais fácil se você considerar que tudo que lhe acontece é uma oportunidade. Qualquer coisa que me acontece eu me pergunto: – O que será que a Mãe Natureza quer que eu aprenda com isto?  Comecei a fazer isto porque o Buda dizia:  – Tudo está certo.    E eu queria entender o que ele queria dizer com isso. Quanto aos jornais o Estadão de domingo era tão grosso que o papel que continha era mais caro que o preço que cobravam. Muita gente comprava jornais novos e nem os lia, apenas com essa finalidade que você citou.

3. Valdir Coppas 8 de Dezembro de 2018 as 14:28

Esta aula é uma continuação da última lição, que afirmava que caro ou barato depende de dois fatores: seus recursos e sua hierarquia de valores.

O ensinamento novo apresentado é que para que haja progresso e transformação é necessário sair da Zona de Conforto, levantar e ir à luta, colocar em prática o que foi aprendido. De acordo com o que foi apresentado, o Sebrae costuma afirmar que o sucesso só ocorre depois de pelo menos três erros, em média. Ou seja, funciona como se cada tentativa fosse o degrau de uma escada que leva ao sucesso; mas, só sair da zona de conforto e entrar em ação esperando que tudo dê certo pode não ser suficiente; é necessário também aprender com o que deu errado (pode-se aprender também com os erros dos outros, como se afirma nas escolas de voo livre: “aprenda com os erros dos outros, pois você não irá sobreviver para aprender somente com os seus”), recomeçar se for preciso e tentar de novo e de novo até conseguir o que se quer!

Também considero muito valioso o ensinamento de que só quando mudamos nossa realidade mental conseguimos mudar nossa realidade no mundo real e que sem mudar a mente não é possível mudar a vida e muito menos mudar o mundo.

Fraterno abraço!

Marco Natali em 20 de Dezembro de 2018 às 7:53

Muito boa essa assertiva a respeito de “como se afirma nas escolas de voo livre: “aprenda com os erros dos outros, pois você não irá sobreviver para aprender somente com os seus”. Em termos de voo livre desperdiçar esse ensinamento pode ser fatal e em termos dos empreendimentos e esforços profissionais na vida como um todo esse conselho continua valendo, até porque é mais barato e mais saudável aprender com os erros dos outros do que com nossos próprios erros. Valdir você se lembra daquele restaurante em que almoçamos quando você esteve aqui em Sorocaba? Pois é os donos cometeram vários erros e como tenho alguns amigos que trabalham com restaurantes e já aprendi o que funciona e o que não funciona nesse ramos, conversei com eles e fiz algumas sugestões que os fariam economizar dinheiro e aumentar os lucros. Tudo que eu disse entrou por um ouvido e saiu pelo outro, não implementaram nada. Pois bem, os donos conseguiram aguentar por apenas seis meses e venderam o restaurante. A premissa do Sebrae é bastante correta, e há quem tenha que falir mais vezes, para aprender. O não aprender custa muito caro e exige o triplo de esforços. Por essa e outras que sempre insisto que conhecimento para pouco serve, mas quando aplicado, quando colocado em prática se transforma em sabedoria. Conhecimento é “o que”; sabedoria é “o como”. Todo mundo sabe muita coisa a respeito de quase tudo, mas poucos são os que sabem “como fazer”.  E você tem toda razão, apenas sair da Zona de conforto é um grande passo, mas não é o suficiente. Mudar a atitude mental é vital, como todo pai sabe. Como pais (ou Mentores) conseguimos apenas incentivar, a motivação é assunto interno e diz respeito à própria pessoa. Daí a necessidade de sabedoria e não apenas de conhecimento. Os americanos tem um provérbio que diz: “Podemos levar um cavalo até a água, mas não é possível força-lo a beber.” Grande abraço.

Quarto Nível Décima Primeira Aula. Os primeiros passos para deixar de ser Subzero (Continuação)

  1.  Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

Quarto Nível Décima Primeira Aula. Os primeiros passos para deixar de ser Subzero (Continuação)

Interessante a colocação do senhor quando escreve que tudo que conhecemos hoje sobre foi escrito pelos homens, isso quer dizer para mim que a bíblia pode ter sido algo que homens a escreveram e não pessoas iluminadas por Deus? Quando o senhor coloca sobre o dizimo e sobre que doando poderemos diminuir esse distancia entre o que tem e os que não tem, veio a mim uma coisa importante, que aprendi quando ainda estudava na series intermediárias. Certa vez o professor explicou que deveríamos evitar de dar dinheiro as pessoas sejam adultos ou crianças, que pedem em semáforos e o senhor coloca que devemos doar a instituições que façam trabalho sociais, mas como encontra-las? E como saber que elas realmente fazem o que se propõem? Em muita de minhas pesquisas dou meu dizimo para duas instituições uma é ICD e OED, nessas duas imagino que realizam realmente um trabalho digno, mas conforme meu um mestre me orientou preciso observar como minha vida anda, pois ele disse que é possível observar o quanto melhoramos seja através das pessoas que nos relacionamos ou das instituições de que fazemos parte. E estou sempre observando e observando os detalhes pois tudo isso é muito sutil. Quando o senhor escreve sobre a violência e sobre os filhos que tipo de planeta ou pais deixaremos, eu realmente não sei ainda, claro o que quero ainda precisará passar por melhoras a comportamentos, reconheço que estou esforçando-me, e hoje como pai compreendo perfeitamente o quanto minha mãe e pai procuraram proteger a mim e minhas irmãs, claro em tudo tem o lado positivo e negativo, mas na media eu os compreendo bem hoje em dia. Momentos  desafiantes eles tiveram em nossa criação, e hoje tenho em relação a dos meus filhos. Mas o que é importante para mim hoje é o quanto eu posso ajudar hoje, o que tive que me adaptar foi extremamente duro, mas importante por me tornei uma pessoa ainda melhor, tem a ditado que diz “ou você aprende pelo amor ou pela do dor” imagino que eu passei pelo pouquinho dos dois (risos). Opa que ótimo saber que o senhor leu a Zohar é uma coleção que ainda vou comprar e ler no futuro breve, a bíblia pode ser um livro maravilhoso, mas não tenho foco em ler ela não, sim la tem ensinamentos maravilhosos para uma vida, Salomão esta la entre outros, mas fiquei com uma pulga atrás da orelha desde quanto ouvi o quanto ocorreram traduções e induções sobre quem a escreveu.  Sim conhecimento graça a Deus hoje esta mais próximo de cada um seja através de livros, lembro-me quanto iniciei meus estudos minha avó que foi professora tinha uma enciclopédia enorme, e se eu tivesse lido pelo menos a metade dela não teria sido am alguns casos tão inocente em algumas situações de minha vida teria feito melhores escolhas e claro meu foco seria melhor, bom isso não aconteceu vou para frente, hoje Graça a Deus tenho a oportunidade de conhecer o senhor entre outras pessoas que se propõem e ajudar e ensinar aos outros e isso é que estou aproveitando e claro compartilhando o que posso com os demais. Sobre a indicação de livros eu procuro comprar todos que indica em nossos estudos Trecho maravilhoso do livro eu já encomendei em um sebo.

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 8:09

Pois é Adalberto. A menos que você tenha conhecido Jesus pessoalmente, tudo que você sabe sobre ele foram os homens que escreveram. Eu também só conheço a respeito dele o que os homens escreveram. Se esses homens eram pessoas iluminadas por Deus só Deus é que sabe, pois até onde sei algumas religiões o afirmam, mas nenhum dos 40 autores dos livros que formam a Bíblia afirmam isso. Realmente fico fascinado pela beleza literária dos Salmos, e considerando que tudo provém de Deus já que ele é o criador de tudo e de todos, podemos realmente supor que tudo que está na Bíblia e em qualquer outro livro da terra tenha sido inspirado por Deus, já que todos d’Ele proviemos é perfeitamente aceitável. Quanto a serem iluminadas por Deus tenho minhas dúvidas porque embora muito do que disseram seja maravilhoso, também disseram um monte de besteiras. Naquele tempo se acreditava que a terra era o centro do Universo ou, no mínimo o centro do Sistema Solar. Hoje sabemos que o Sol está no centro de nosso Sistema e se naquele tempo os homens não sabiam disso, com certeza Deus o sabia e se os inspirasse os inspiraria com a verdade e não com mentiras.  Naquele tempo, supondo que o mundo fosse plano, os homens não tinham ideia que nosso planeta é esférico e que gira sobre seu própria eixo, o que faz com que por 12 horas receba a luz do Sol, e por outras 12 se oculte da luz e do calor desse astro. Nesses termos quando se diz que no Genesis que Deus separou a Luz das trevas, com certeza Deus sabia que a terra era redonda e tudo o mais. Ele não inspiraria nenhum homem para descrever esse fato daquela maneira. Então, sim, tudo que conhecemos sobre o Deus dos cristãos foram esses homens que escreveram, iluminados ou não foram homens que escreveram. Quanto ao dízimo apenas doa-lo não nos resgata das faltas que constantemente cometemos. Penso que o dízimo, pelo menos para mim é um dever de gratidão para com Deus por tudo que recebemos, inclusive a vida. Mas entendo que apenas doar parte do que recebemos que se fundamenta em um sistema financeiro e monetário de criação humana e não divina, não basta. Acredito que doa mais aquele que se dedica a servir o próximo do que aquele que simplesmente separa uma quantia em dinheiro do que ganhou no mês e o encaminha a uma instituição. É muito conveniente e fácil fazer isso, como se lavássemos nossas mãos como Pilatos o fez. Kalil Gibran o famoso poeta árabe dizia: “Vós pouco dais quando dais de vossas posses. É quando dais de vós próprios que realmente dais.” E concordo com você. Em um País como o nosso em que o governo que deveria ser o pai do povo como queria Confúcio, rouba, espezinha e dilapida os recursos recolhidos junto ao  povo, fica muito difícil encontrar uma instituição que seja digna de confiança. Mas a esse respeito devemos fazer o melhor que pudermos.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

QUARTO NÍVEL Décima Primeira Aula.

4.11 – Os primeiros passos para deixar de ser Subzero (Continuação)

A TERCEIRA LEI DA PROSPERIDADE

Eu já li o livro do Michael Berg O Segredo, inclusive por indicação sua, e gostei bastante e me coloquei a pensar e agir mais sobre o compartilhar e seus aspectos. Revisitar o trecho reproduzido nesta lição me fez sentir vontade de ler a obra completa novamente.

Há algumas coisas que faço tentando alcançar as pessoas com ação desinteressada. Porém, é verdade que algumas vezes me percebo aguardando um agradecimento ou reconhecimento. Tento não me martirizar por isso e atribuir essa expectativa ao fato de ser humano e estar, como qualquer um, sujeito às ilusões e as necessidades do ego. Imagino que manter a prática da generosidade vai dissipar essas necessidades e expectativas. Alguma dica, mentor?


  Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 11:08
O Michael Berg é fora de série, pena que seus seguidores são uma lástima. Me filiei na organização dele e fiquei decepcionado com as lições enviadas por seus seguidores. Quanto à gratidão o melhor ensinamento é a parábola do semeador ensinada por Jesus. O semeador lança as sementes a esmo. Algumas caem em terreno fértil e outras se perdem. A primeira lição é aprender a semear apenas em terreno fértil, ou seja, escolha as pessoas a quem você ajuda, embora continue a ser caridoso praticando a caridade sem olhar a quem, pois todos necessitam. Mas há outra coisa a aprender nessa parábola. Mesmo semeando em terreno fértil nem todas as sementes brotam. Daí a conclusão que você chegou ser muito útil. De fato esperar a gratidão é coisa do ego. O Sol nasceu milhares de vezes em sua vida. Quantas delas você se lembrou de agradecer? Seja magnânimo como o Sol e lembre-se que o dia nasce para todos e ele não pergunta quem merece e quem não merece. A melhor ajuda é aquela que você proporciona sem que as pessoas o percebam, isso aumenta sua energia espiritual e resgata seu karma. Se ninguém fica sabendo a extensão da ajuda que você proporciona, não há como agradecer e nem como esperar a gratidão.

Décima Primeira Remessa Décima Primeira aula do curso A REGRA DE OURO.

  1.  Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

3. Valdir Coppas 18 de Dezembro de 2018 as 10:28

Na décima primeira aula do quarto nível, vários conhecimentos são apresentados e alguns reapresentados, como a história da forma de distribuição da riqueza contada pelo filósofo armênio George Ivanovich Gurdjieff, onde ele argumentava que a distribuição da riqueza igual a todos, ou seja dando a mesma quantidade de riqueza a cada um é a forma dos homens, enquanto que a forma de Deus de distribuí-la é completamente aleatória. De fato, é o que se observa no mundo: enquanto muitos nascem com saúde e recursos, outros nascem na pobreza e doentes, entre inúmeras possibilidades entre estes dois polos. No meu ponto de vista, esta realidade dura e – para nosso julgamento – injusta, motivou as crenças na reencarnação, pois dão a impressão, jogando a responsabilidade pelo estado atual da pessoa às suas vidas passadas, de que a injustiça é apenas aparente (afinal, um Deus da forma como imaginada pela maioria dos crentes não poderia ser injusto); também motivou o mito do livre arbítrio, novamente tirando das costas de Deus a responsabilidade pelas injustiças do mundo (embora este conceito o faça de forma muito mais fraca do que a reencarnação, pois herdar dos pais os “pecados” nunca colou muito bem em pessoas que analisam um pouco mais profundamente o mundo). Minha forma cética de ver a realidade corrobora a visão de Alain (pseudônimo do filósofo francês Émile-Auguste Chartier) que escreveu, em uma de suas obras (Propos II): “A justiça não existe; embora seja uma das coisas que, precisamente porque não existem, devem ser feitas”! Ou seja, a história de Gurdjieff é perfeita para entendermos o funcionamento do mundo e, a partir de um entendimento o mais próximo da realidade possível, temos mais recursos para atuarmos nesse palco incerto que é a vida, onde não existe justiça, não existe um sentido para a vida, não existem recompensas – nem punições – a não ser aqueles atribuídos e construídos por nós mesmos.

Aproveito também para esclarecer a questão de ter chamado o livre arbítrio de mito. Inicialmente é preciso definir o conceito do termo; na maioria dos dicionários da língua portuguesa, livre arbítrio é definido como a “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa externa”. A partir dessa definição, basta ter um conhecimento básico de neurociência para saber que nossas decisões não são “isentas de qualquer condicionamento” muito menos que todas são pensadas e decididas de forma racional, com base em nosso “córtex cerebral” sede da razão dos mamíferos. Com efeito, já há base científica suficiente para afirmarmos que a esmagadora maioria de nossas decisões são tomadas de forma visceral, impulsiva e com a ação de inúmeros mecanismos básicos de estímulo-resposta, que formam uma aparente complexidade devido aos milhares e milhares de neurônios e células gliais de nosso encéfalo. Importantíssimo também ressaltar que nosso intestino – chamado hoje pela medicina de “segundo cérebro” – tem cerca de quinhentos milhões de neurônios (isso mesmo, células idênticas ao cérebro!) e que ele fabrica praticamente toda a serotonina (90% dela, aproximadamente) que é liberada em nossa corrente sanguínea. A serotonina é um neurotransmissor importantíssimo para nos dar a sensação de bem estar… agora façamos as ligações: nosso estado de ânimo influencia bastante nossa tomada de decisão; nosso córtex cerebral, responsável pela nossa racionalidade é uma região requisitada para raciocínios complexos  e todo nosso corpo reage a neurotransmissores, ficando mais agitado, mais quieto, tendo prazer, medo, raiva, todos os sentimentos tem por trás um neurotransmissor, sendo que um dos mais importantes a serotonina, que é fabricada no intestino. Como dizia o ex-presidente uruguaio Mujica: “nosotros decidimos con las tripas”!!!

Desta forma, quando analisamos friamente a forma como agimos no mundo e como nós tomamos as decisões que tomamos, é certo de que não temos como “arbitrar livremente” sobre os temas que pedem nossa ação; as atitudes que tomamos estão cheias de impulsos, condicionamentos, rotas decisórias estabelecidas pela genética, mecanismos complexos de estímulo-resposta básicos, sofrem fortíssima influência de hormônios e neurotransmissores diversos, todos estes fatores alheios à nossa vontade. De fato, parece que pouco espaço há para decisões pensadas, analíticas e racionais. O estudo e a reflexão racional podem ampliar essa janela de escolhas e podem nos fornecer ferramentas decisórias cada vez mais eficazes para que obtenhamos um pouco mais de domínio sobre as decisões. Agora, “livre-arbítrio” para decidir totalmente sem influências não é algo que seja possível para seres humanos normais.

Fraterno abraço!

Valdir, 18 de dezembro de 2018.

  Coach Marco Natali em 10 de Janeiro de 2019 às 12:57

Sim, a justiça de Deus pelos padrões católicos tradicionais é um grande absurdo, pois não é justa nem equilibrada, mas pelos padrões espíritas ainda tem uma desculpa por causa da Lei do Karma que é uma espécie de semeadura e colheita, isso se for aceita a ideia da reencarnação. A Bíblia afirma que o pecado dos pais é resgatado até a sétima geração de seus filhos, o que acho tremenda injustiça. Mas não pertence à civilização cristã, o Ho’oponopono que é uma variante da crença Huna do Havaí também acredita em resgatar o pecado dos antepassados. Mas resta o consolo de que se as recompensas e punições se devem a nós mesmos, cabe a nós administrá-las e tirar proveito dessa Lei. Para mim fica mais fácil porque penso em semear e colher. O que nem sempre é compensador, tem gente que semeia menos e colhe mais, isso varia muito. De fato o “livre” arbítrio é apenas um arbítrio, pois de livre tem muito pouco se cogitarmos que nossos valores não são inteiramente nossos, já que forjados ao longo da existência e da convivência e influência de outras pessoas. Epa, mas se são as tripas que fabricam a serotonina, então os homossexuais deveriam ser as pessoas mais motivadas do mundo. Ou não? Qual o viés dessa questão? Será que isso explica porque os gays nunca se convencem da validade da heterossexualidade? Curiosa questão. Grande abraço.


Décima Primeira Remessa Décima Primeira aula do curso A REGRA DE OURO.


 Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11
Décima Primeira Remessa Décima Primeira aula do curso A REGRA DE OURO.

Gostei muito dos exemplos que apresentou e muito sobre startap, mesmo não entendo muito sobre o assunto. Agora sobre os demais assuntos cito alguns que observei a alguns anos começaram a parar, um deles foi da pessoa que viaja ao estado unidos e comprar mercadoria, e vender aqui, em virtude do que se apresentou nos últimos anos em nosso Brasil. Mas posso compreender que viajar todos os meses pode ser que tal pessoa que conheça não faça, mas procurou se organizar e fazer o mesmo com menos intensidade. Sobre o exemplo das pessoas que viajam para estados e compram mercadorias para voltar e vender em seus estados é interessante, quando fui a Pernambuco observei que cearenses faziam isso, mas fiquei em uma duvida aqui em Fortaleza tem uma feira da madrugada, onde a prefeitura e demais órgãos tentaram acabar, mas não conseguiram e sabe o que observei é que pessoas de Pernambuco e de outros estados viajando para cá e comprar roupas e levar de voltar para vender em seus estados. Em resumo imagino hoje ao escrever tal comentário que seja um fluxo meio maluco a meu ver uns saem daqui para comprar la e vice e versa, agora bom seria se tudo isso servisse aos todos, mas ainda não é assim.

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 15:22

Dizem que a necessidade é a mãe das invenções. Quando o cinto aperta o povo descobre soluções para colocar comida na mesa e algumas dessas soluções são muito criativas.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

A Regra de Ouro

Assim como o colega Adalberto, eu não domino a questão do Startup. Vou pesquisar mais.

Anos atrás meu irmão e eu acompanhávamos minha mãe em viagens ao Paraguai. Enchíamos sacolas com bugigangas que eram encomendadas e com outras que pareciam boas opções para revender.

Minha mãe revendia tudo no hospital onde ela trabalhava e isso ajudou muito nossa família na época em que o Collor e a Zélia “passaram a mão na poupança do povo”. Isso porque meu pai, que sempre foi comerciante, vendeu um ponto que ele tinha e acabara de colocar todo o dinheiro que tinha na poupança, pensando em investir em outro negócio em coisa de 2 ou 3 dias. Não deu tempo, o Plano Collor 1 fora mais rápido.

  Coach Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 11:17

Tenho uma história a respeito do Plano Collor. Na época eu morava no Rio e ele tinha uma coluna em um jornal (Nem me lembro qual). Em sua coluna Collor advertiu que não deveríamos votar no Lula porque se o fizéssemos ele confiscaria a poupança. O surpreendente é que no dia seguinte ao assumir o cargo implantou o Plano Collor e confiscou a poupança ele mesmo. Na época eu estudava astrologia e percebi que os trânsitos planetários estavam muito nefastos na data dele assumir o poder. Fui ao banco e saquei tudo que eu tinha. Após ele ter confiscado a poupança, aproveitei o dinheiro para comprar um carro à vista já que o preço caiu muito. Infelizmente comprei um FIAT 147 que na época era chamado no Rio: Fui Iludido Agora é Tarde. Esse carro só me deu dor de cabeça e até hoje ainda não confio na Fiat. Sua mãe deve ser uma pessoa maravilhosa por ter se esforçado tanto para ajudar a manter a família. Meus cumprimentos a ela.

3. Valdir Coppas 21 de Dezembro de 2018 as 10:19

Onze ideias para ganhar dinheiro tendo um pouco mais de recursos

Nesta lição o Professor Natali traz mais 11 novas ideias para pessoas que estão em dificuldades financeiras, ou que queiram diversificar sua renda iniciando uma atividade diferente.

Ao longo das ideias de negócios apresentadas aparecem algumas dicas que são muito valiosas para qualquer negócio, como, por exemplo, a de que uma “empresa só vai dar certo se ela tiver o produto certo” e, emendando, “o produto certo é aquele que atende a uma necessidade do mercado”. Desta forma, uma dica elaborada a partir das duas anteriores ensina: “Primeiro você vai ao mercado, descobre quais são as necessidades do mercado, depois você cria um produto que atenda às necessidade do mercado”. Realmente, quem conseguir realizar essa tarefa com êxito, terá sucesso em seu empreendimento.

Uma ideia que a mim pareceu muito interessante é a de revender produtos de boa qualidade com uma boa margem de lucro. Já vi algumas pessoas próximas ganharem um bom dinheiro com esta estratégia, desde pequenos objetos focados em presentes até máquinas e dispositivos importados.

Fraterno abraço!

Valdir, 21 de dezembro de 2018.

  Marco Natali em 10 de Janeiro de 2019 às 13:16

Você soube garimpar as principais e mais importantes dicas:  “empresa só vai dar certo se ela tiver o produto certo” ; “o produto certo é aquele que atende a uma necessidade do mercado”. E o que é melhor, você colocou as dicas na torna certa: “Primeiro você vai ao mercado, descobre quais são as necessidades do mercado, depois você cria um produto que atenda às necessidade do mercado”. Quanto à ideia de revender produtos de qualidade minha esposa já fez isso. Comprando no Black Friday de Miami e revendendo ao chegar ao Brasil. Mas a viagem mais rendosa é à Índia trazendo artesanato de prata e batiks. Você recupera tudo que gastou na viagem e sai com lucro. Aquele abraço.

Quinta aula da Segunda Remessa do estudo sistemático do Budismo Niskama Karma.

  1.  Adalberto 29 de Dezembro de 2017 a 1:11

Quinta aula da Segunda Remessa do estudo sistemático do Budismo Niskama Karma.

O segredo que coloca no texto é importante e impactante, pois dia e noite sou influenciado por informações das mais diferentes formar e compreender esse segredo, no qual o meu pensar precisa ser o certo, procurei de for não adequada e ter resultados em pequeno negócio que inicie em 2004 e sem experiência gerei uma divida de 10.000 reais, a qual ainda não esta totalmente paga não. Compreender sobre a agir de forma adequada é para mim mais um dos simples segredos que a vida nos dá e as vezes não colocamos atenção em aprender Trechos desse texto inicial vem mostrar o quanto o subconsciente é os 90% que pode ser usado para que eu possa ter, ser ou fazer o melhor de minha vida, e o como universo está aberto para me atender, compreender sobre o esforço é do qual ele não existe para subconsciente foi algo tão confortante que me permitiu para e pensar e refletir, que eu preciso para um pouco e meditar no que quero, pois nos dias antes dessa lição eu e senhor conversamos sobre conseguir algo que sonhamos de forma mais rápida e de forma mais lenta, mas sempre saber que o subconsciente vem e dá agora eu preciso colocar atenção e meditar. Bom estava eu refletindo após ler o texto do estudo sobre o medo absurdo e de se livrar dele, reconheço que procurei montar um pequena empresa a alguns anos atrás, fiquei na informalidade por 5 anos, e como já disse com algumas dividas, que procurei parcelamentos e paga-las, o tempo passou mas o que lembrei é que eu realizava comprar para mim imaginando que o cliente apareceria no dia seguinte, porém isso não aconteceu errei no processo, o se livrar do medo absurdo e o não conhecimento do subconsciente e do que eu o estava alimentando me prejudicaram muito. Hoje posso ainda esta no inicio de formar novos hábitos, mas consigo ver uma luz ao fim do túnel, e estou sim pronto para pagar o preço para que a prosperidade chegue a minha vida, e de meus filhos. Que os mestres de luz possam me ouvir e que o tempo de Deus chegue em minha vida, pois nesse momento desisto da escassez e mergulho do mar de abundancia e vida serena e prospera. Além do meu subconsciente imagino que exista muitas outras possibilidades e mentores assim como senhor pastor que estejam a disposição para orientar e interceder por todos nesse plano, mas ciente que a espiritualidade é individual. Sim sobre se integrar me faz lembra da história do alpinista que cada da montanha, mas e seguro pela corda, mas não consegue ver nada a sua frente, e assim pede a ajuda de Deus e Deus o responde dizendo “corte a corda”, mas ele não o faz. Observando a historia de Buda para mim se confundi com a do Cristo, em relação ao Amor “A sabedoria não é algo estático pronto e acabado, é sempre nova e adaptada ao momento presente e flui da Mãe Natureza para você.” Essa frase para mim foi algo impactante, grande parte do tempo me pego no que posso chamar de automático que não paro e refletir sobre a Mãe natureza e o quanto ela é boa para com todos nós, dando a cada um o de viver mesmo que para alguns seja o mínimo e para outros seja máximo, o ponto de vista é diferente, mas hoje eu agradeço mais uma vez agora a Mãe natureza por conhecer o senhor e por ser bolsista nesse treinamento. O que estou aprendendo a ver com meus próprios olhos não tem preço. A Mãe natureza é sagrada divina e maravilhosa, Frase usa por meu mestre Ronaldo Candido de Kung fu Mao.

Duvida

01 Como ou quais os sinais que encontro para saber se é voz de Deus falando comigo ou invenção de minha mente?

02 O senhor sempre usou o conhecimento que tem sobre Dr Josephy do subconsciente em sua vida? Ou não

03 Qual foi a virada que o senhor deu em sua vida? pois nasceste com desafios financeiros e passou fome, mas hoje és o que és serve a seus alunos do Transformacionalismo.

04 Como o amor que pode mudar e melhorar esse mundo, pode chegar ao povo que aceita e viver de guerras?

05 Como coach procuro descrever o que quero para minha em relação metas e objetivos, mas delas retirei as datas, e hoje olho apenas meu mapa(mural) de imagens, assim fica fácil para meu subconsciente aproximar do que quero?

06 O senhor acredita que a alguns anos atrás repetia determinadas frases, e biba aconteceu, minha duvida é o subconsciente pode organizar o futuro através de novas frases e pensamentos?

07 Sobre a ideia preconcebida de que existe “lá fora” foi algo criado para confundir as ser humano e complicar o que é simples? 

08 É pelo menos para mim incrível ler sobre gatilhos em relação aos comportamentos, mas o budismo pode se confundir com a moda do Coach e as diversas ferramentas de PNL ?

09 Conversei com um mormo, uma pessoa que admiro e respeito a fé dele é tanta que me surpreendeu no que me falou “Uma pessoa só será salva se somente aceitar as santas escrituras” ai pensei beleza a bíblia e ele conclui “a dos mormos”.

O que leva uma pessoa que estudo e formou-se em direito pensar dessa forma?

Como o budismo pode ajudar a tal tipo de pessoas que pensam assim?

Será que ele isso seja uma mentira que de tanto ser repetida virou verdade?

Marco Natali em 17 de Janeiro de 2018 às 15:35

Tentando responder suas dúvidas:

1 – Se a voz é de Deus deve tratar do bem, do amor, da justiça, da ética e da verdade, se algo lhe for dito e falhar com relação a quaisquer desses aspectos, com certeza não é de Deus.

2 – Não posso dizer que usei “sempre” os conhecimentos do Dr. Joseph Murphy em minha vida, visto que não sou perfeito e como qualquer ser humano tenho minhas falhas. Mas desde que conheci esses ensinamentos me dediquei (de forma imperfeita, pois sou imperfeito) a pratica-lo sempre.

3 – Houveram grandes “viradas” em minha vida. A mudança para a Capital de São Paulo; o falecimento de meu primeiro padrasto (Tive dois.); trabalhar durante algum tempo na área de vendas (Fui vendedor, supervisor, gerente de vendas e gerente de marketing.); o tempo em que fui terapeuta; o tempo em que fui professor de Pós Graduação; minha atividade como instrutor de Kung Fu; minha atividade como escritor; meu tempo como palestrante em inúmeros cursos ao vivo; minha formação como teólogo; etc, etc, etc… Sem falar em meus dois casamentos, e muitas outras coisas. Ou seja da fome à obesidade e depois às dietas para emagrecer…

4 – Não sei lhe explicar como o amor pode mudar e melhorar este mundo, mas sempre me surpreendo que os vikings que era o povo mais bárbaro da Europa tenha se tornado o povo mais civilizado da Europa. O que será que causou essa mudança, sempre quis saber mas nunca soube. Se você descobrir me conte.

5 – A data de realização de um sonho só chega quando chega, não é possível determinar-se isso, mas é útil determinar-se um prazo dentro do razoável, depois anotar dentro desse prazo as etapas que deverão ser percorridas.

6 – Sim nosso conteúdo mental é o subsídio, a matéria prima, utilizada pelo nosso subconsciente para organizar tudo que iremos vivenciar no futuro.

7 – A questão do Lá fora realmente demarcou uma nova etapa para a humanidade. Não sei se eu diria exatamente “lá fora”, mas até Platão, aqui no Ocidente pelo menos percebíamos o mundo como a única realidade conhecida e buscávamos sistemas filosóficos que nos permitissem viver da melhor forma possível neste mundo como ele é. O Deus que havia nesse mundo era a Mãe natureza (Deus imanente.) visto que era a única coisa que estava presente em todos os lugares (Onipresente), fazia da semente surgir a árvore, sem errar sua espécie (Onisciente) e desde que o mundo é mundo manteve suas leis da mesma forma (Eterna). Então surgiu Platão e disse que este mundo era uma ilusão e que a verdadeira vida começava depois da morte e se o mundo era uma ilusão, a Mãe Natureza não servia mais como Deus, e o homem criou um Deus Transcendente, que transcende o mundo e que ousadamente acreditamos que seja nossa imagem e semelhança (Medo ou presunção?). Como você também acho um pouco complicado e se Deus é um Deus de amor, tem que ser simples, você não acha?

8 – Com certeza o modismo é sempre passageiro, mas se você cogitar que o Cristianismo está conosco a dois mil anos e o Budismo a quase três mil anos, não podemos considerar essas verdades como modismos e muito menos passageiras.

9 – A razão do seu amigo Mórmon é tão razoável quanto a de qualquer outro praticante de qualquer outra religião, ou seja uma razoabilidade sofismática e portanto falácia. Mas não cabe a nenhum de nós julgar a religião das pessoas. Devemos buscar a espiritualidade e não a religião. Nem o Budismo nem o Cristianismo podem ajudar a ninguém, cabe a cada pessoa ajudar a si mesma adotando a crença que lhe seja mais adequada, sempre lembrando que a crença é apenas crenças, mas a verdade sempre será a verdade. Também vale a pena lembrar da frase de Jesus: Buscai a verdade e a verdade vos libertará.

2.  Marco Raposo 29 de Março as 7:19

ESBNK 2NR5

Neste ponto são ensinadas técnicas para transformar o Ashtanga Yana em Ashtanga Sadhana, ou seja, converter a teoria em prática.

Esta é uma das partes que mais gosto do curso, pois a transformação, vejo eu, começa quando a prática entra em nossa vida, e o método como somos incentivados a inserir a prática dos 8 caminhos no dia-a-dia é muito bom.

Ainda nesta lição, é relembrada a frase do buda: Tudo está certo. As minhas considerações acerca disso: A natureza funciona precisamente com base em suas leis. Somos responsáveis por manifestar as diversas coisas e situações em nossa vida. Essas manifestações seguem as leis da natureza. Dessa forma, tudo está certo, pois são espelhadas, com base nas leis da natureza, as impressões do consciente e do subconsciente.

Marco Natali em 29 de Janeiro de 2018 às 11:34

Aconteceu outra Sincronicidade hoje. Aliás duas. Primeira: ao preparar minha frase diária hoje de madrugada falei sobre a Sabedoria e disse exatamente isso. E a outra: ao iniciar meu comentário ao seu primeiro comentário, inclui essa mesma frase do Buda, sem saber que a reencontraria agora!

3. Valdir Coppas 26 de Dezembro de 2018 as 11:18

Nesta aula o que me chamou mais a atenção foi o ensinamento de usar a força do subconsciente para remover obstáculos mentais. Pensar apenas no que se quer de melhor realmente não é uma tarefa fácil e com efeito não se pode ignorar os possíveis problemas que tem a probabilidade de acontecer ao longo da execução de alguma meta. Mas certamente é de grande valia focar no objetivo final, ter um pensamento positivo e pelo menos um pouco de otimismo perante a vida. O pessimismo e o foco nos problemas, no medo e no que nos prejudica, pode ser um grande entrave para nossas realizações.

Além do já exposto, achei uma verdade profunda na seguinte afirmação desta aula: “O conflito não é entre o bem e o mal, mas sim entre o conhecimento e a ignorância.”

Talvez essa simples frase seja uma das maiores e mais importantes lições que nossa nação precisa neste momento, onde parece que a ignorância, as meias verdades e a pura e simples falsidade tomaram conta, principalmente nas redes sociais. Ver pessoas exaltando teorias conspiratórias extremamente ultrapassadas e falsas, montando um teatro com bases em opiniões radicais e infundadas chega a dar um profundo desânimo em ser brasileiro. Realmente, mais do que nunca o conhecimento precisa de apoio e ser posto em evidência!!!

Fraterno abraço!

Valdir, 26 de dezembro de 2018.

  Marco Natali em 10 de Janeiro de 2019 às 13:26

Sim de fato o Pensamento Positivo não é a Panacéia que alguns “gurus” querem nos fazer crer, mas sem dúvida é melhor adotar uma atitude positiva diante da vida do que o oposto. E sim, essa frase do Buda resume muita elucubração e reflexão sobre o mundo ser como é. Para o Buda o maior mal do mundo é a ignorância e as vezes me surpreendo em perceber que muito daquilo que eu pensava ser maldade é apenas mera ignorância. Grande abraço.