Qual o grande valor de um curso que tenha o propósito de ajudar a construir uma vida que seja uma obra de arte?

O maior valor consiste em oferecer ao participante a oportunidade de interagir com o mentor do curso.

Você tem mais vantagens no Transformacionalismo:

Se você apenas lê ou estuda a lição isso não irá mudar nada em sua vida.

Se além de estudar você aplicar o que aprender com certeza terá a oportunidade de mudar para melhor e terá uma vida mais realizada.

Conhecimento não é sabedoria:

Estudar lhe dá acesso ao conhecimento, mas apenas quando aplicar o conhecimento em sua vida irá transformá-lo em sabedoria.

A sabedoria tira você da Zona de Conforto:

No momento de aplicar em sua própria vida o que está aprendendo você terá que sair de sua zona de conforto.

Isso implica em percalços e dificuldades daí a importância de interagir com seu mentor.

Ele poderá lhe sugerir soluções para cada pequeno problema que surja ao longo do caminho.

Transformacionalismo é interação com o mentor:

Quando você faz um treinamento ou curso, por mais renomado que seja o mentor, só terá valor para você se puder interagir com ele.

No transformacionalismo você interage com seu mentor enviando comentários ao material que acabou de estudar.

Seu mentor irá analisar o seu comentário e responderá às suas dúvidas orientando você a respeito.

Assim poderá amenizar suas dificuldades e superar os obstáculos que eventualmente venham a surgir.

Os comentários não são obrigatórios.

Você não é obrigado a comentar as lições a menos que seja bolsista, mas mesmo que você não seja bolsista poderá fazê-lo sempre que o desejar.

Há instruções sobre como fazer isso ao término de cada uma das lições.

Divulgar o comentários é servir você.

Como essas orientações podem ser úteis aos demais participantes criamos esta página para ajudar e servir você.

Aqui você tem a oportunidade de aprender com os comentários e orientações de outros participantes.

Aprender com os outros é vantajoso!

Reflita como é mais vantajoso aprender com as experiências dos outros.

Custa menos para você. Você perde menos tempo e menos dinheiro.

Sendo inteligente saberá apreciar esta página e tirar proveito de tudo que consta aqui.

Seja bem vindo!

Quarta aula do Nível Fundamental. Sua Missão de Vida.

Adalberto 3 de novembro de 2016 a partir do 1:22 pm

Minha Missão de vida é realizar-me através de minha persistência e determinação em todas as tarefas, estudos que concluir, e colocando em pratica cada ensinamento, pois compreendo que através do meu desenvolvimento posso hoje e no futuro ajudar mais pessoas através do que doar seja tempo ou dinheiro, e ajudando a minha família a viver melhor e mais preparada para futuro.

Observação: Lhe envio o livro missão de vida, de um rapaz novo do qual não lembro o nome no momento.

Mas fiquei confuso o senhor uso a ideia dele ou ele usou a sua, pois se o senhor colocou que tal curso é antigo com pequenas reformulações me deixaram realmente na duvida.

Marco Natali 7/11/2016 as 10:00 AM

Não conheço o rapaz que você mencionou e muito menos as obras dele. Mas considere que os assuntos deste curso foram abordados inúmeras vezes por mim em meus cursos ao vivo e encontrei traços disso na Internet. E as ideias não pertencem a ninguém, não é relevante nem útil falarmos sobre isso, mas vou lhe dar uma palhinha que pode ajudá-lo. Em uma de minhas viagens para os Estados Unidos li um artigo na revista de bordo a respeito do conceito da troca de ideias na visão do Thomas Jefferson um dos autores da Constituição americana. Ele disse algumas coisas com que concordo plenamente. Ele disse: Se você está caminhando pela rua carregando um pão e cruza com uma outra pessoa que também está carregando um outro pão e você trocam os pães entre si, cada um prosseguirá tendo um pão. Mas se você cruza com alguém e troca com ele uma ideia e ouve o ponto de vista dele a respeito do mesmo assunto, cada um irá prosseguir com duas ideias, a ideia que já possuía sobre esse assunto e a nova ideia que cada um compartilhou com o outro. E tem mais. Se essa ideia prosseguir seu caminho e for trocada com outras pessoas é bem possível que lá na frente você a encontre modificada, aperfeiçoada, mudada e transformada, o que será um grande ganho em termos de criatividade, renovação de conhecimento e sabedoria. Então quando encontro uma de minhas ideias na voz de um jovem ou de alguém que a abrigou e alimentou depois de mim, isso só me traz satisfação e fico muito grato por isso. Tenha um excelente dia!

2. D’Urbano 2803/2017 as 12:29 PM.

Tenho 55 e dediquei minha vida ao Kung Fu. Isso me trouxe muita alegria. Conheci a maioria de meus amigos atuais através do Kung Fu. Aprendi muito com eles. Fiz minha missão, buscar desenvolver-me através desta arte tão rica. Aprendi muito com mestre Natali, que sempre me orientou de forma zelosa e com exemplos edificantes. Hoje, continuo meu trabalho e sempre tenho comigo ser o mais correto possível e agir de forma que possa ajudar a quem eu puder e não prejudicar ninguém. Sempre tenho comigo os princípios budistas de foco no momento (pois não há amanhã e não há ontem), busca da perfeição e caminho do meio.

Marco Natali 30/03/2017 1:20 PM.

Sim D’Urbano, você é um excelente exemplo não só no Kung Fu, como em seu procedimento em relação à sua família e em relação à sociedade em geral. Um exemplo digno de ser seguido e me sinto honrado quando afirma ter recebido uma orientação zelosa de minha parte. Nada mais fiz que cumprir minha obrigação. O mérito todo é seu, pois os ensinamentos que recebeu de todos que lhe transmitiram alguma coisa de útil encontraram eco em um home de seu estirpe e com sua ética. É graças a depoimentos assim que continuo firme em meu propósito de continuar a transmitir os ensinamentos do Transformacionalismo, que é a minha Missão de Vida.

Sidnei 7/05/2017 as 8:29 PM

Boa Tarde Prof. Marco Natali! O meu comentário sobre a 2ºremessa do Nivel Fundamental 04- missão de vida, sobre os três níveis apresentados no texto, fica bem claro para mim que o 3º nível , é que mais me identifico, sendo assim acredito que a minha missão de vida é de servir e ajudar o meu semelhante. Uma razão das pessoas me procurarem é por eu ser uma pessoa prestativa, simpática e justa.E dessa forma vou me sentindo muito útil aos meus semelhantes, e isso me deixa muito feliz em servir e ajudar. Sem mais , obrigado e ate os próximos comentários.

Marco Natali 17/05/2017 as 12:21 PM.

Boa Tarde Sidnei – Servir é um lema de vida para mim também. Faço disso minha Missão e o treinamento do Transformacionalismo é um excelente meio de servir a meus alunos e espero que na continuidade você utilize tudo que aprender aqui, não só para transformar sua própria vida, mas para ajudar também na transformação dos demais. Sempre no caminho do bem, sempre demostrando amor ao próximo. Seja muito bem vindo e espero que seus comentários e os seus comentários aos comentários dos demais ajude no crescimento de todos.

Ryushin 18/05/2017 as 11:47 AM.

Pelo Transformacionalismo, no final da década de 80, pude começar a aprender a sair de uma precária condição de uma favela, sem luz, água ou esgoto… Sem perspectiva para estudos, na época as escolas nem sempre tinham vagas. Sou aqui de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, e por estes valiosos ensinamentos, pude aprender como aprender, pude me formar, pude realizar pós-graduação, pude me tornar monge Zen Budista, Professor de Kung fu, e hoje Gerencio a Fraternidade Kung Fu, que é a Fraternidade criada pelo nosso Magister Marco Natali. O Grupo serve para compartilharmos estas experiências, ao meu ver, e espalharmos estes valiosos ensinamentos para todas as pessoas que tivermos contato. Este curso tem sim a possibilidade de mostrar a via de Metanóia, de virada de vida, de transformação!  Que possamos juntos levar este virtuoso labor, como o Professor sempre fala: “Quem não vive para servir, não serve para viver” E podem crer, que com ele, com o Transformacionalismo começamos a prescrutar cada vez mais fundo o que é esse servir…Começando a servir a nós mesmos, nos estabelecendo e a partir disso multiplicar…  Muito obrigado mais uma vez!

Marco Natali 18/05/2017 às 11:50 AM

Bom dia Ryushin. Obrigado por seu depoimento, mas nada mais fiz que cumprir meu dever diante de meu lema de que “Quem não vive para servir não serve para viver.” Quanto ao “Magister”, por favor que seja a última vez que o usa, pois não gosto de ser chamado de mestre, não mereço, não quero, não gosto, sou uma pessoa comum, sem pretensões, vaidades não são o meu forte. E deixo aos demais Transformacionalistas um recado a respeito deste jovem. O Ryushin não é uma pessoa comum, é um monge Zen, um historiador e teve uma origem humilde como a minha e acredito que a vida dele tenha sido mais sofrida que a minha. Há muito que aprender com ele e é um prestigio para nossa comunidade tê-lo aqui.

Ryushin 18/05/2017 as 12:40 PM

Boa tarde amado Professor! Muito obrigado por mais estes ensinamentos! Quanto ao Magister, me desculpe, mas utilizo na forma latina, alguém que ensina algo, mas note, eu acredito que para ensinar é preciso despir-se de si mesmo, cada vez mais, até que o “magister” torne-se  como um espelho e o discípulo possa enxergar a si mesmo, e com tua licença, tu fazes isso! Ao menos para mim!  Muito obrigado! Permaneça na serenidade do Buddha.

Sidnei 19/07/2017 às 23:07

Boa Noite Prof. Marco Natali. Mais uma vez  agradecendo pelo envio de seus  e-mails. Um assunto de extrema relevância citado. ( O CREDO TRANSFORMACIONALISTA). Sinto que estou vivendo  90% desse  comportamento citado em sua explanação dos 45 preceitos lembrados por vossa pessoa. Sinto que estou caminhando em direção de novos horizontes e que o universo em sua infinita sabedoria conspira a meu favor,  claro que em pequenos passos , mas  isso já é uma pequena e humilde transformação em minha vida e em minhas atitudes. Muito obrigado por sua grandiosa e indispensável colaboração em minha vida.  Gratidão  Gratidão.   

Marco Natali 20/07/2017 às 7:19

Fico feliz em saber que está vivenciando muito do CREDO TRANSFORMACIONALISTA.

Tenho certeza que o Universo sempre favorece pessoas voltadas ao bem.

Quanto ao agradecimento, fico sensibilizado, mas não precisa agradecer eu que lhe devo um agradecimento pela oportunidade em servir que é meu lema de vida e nem todos os dias essas ocasiões se apresentam já que raramente saio de casa.

Fique na Paz do Senhor, tenha um dia maravilhoso e pleno em realizações.

Marco Natali

Marco Raposo 01/08/2017 as 5:31
Nível Fundamental – Quarta Aula Esta lição ensinou que é necessário avaliar o que é verdadeiramente útil em nossas vidas, para assim podermos nos dedicar de maneira focada e realmente proveitosa. A maneira como o texto conduz à delimitação dos valores e objetivos é didática e fácil de aplicar. Minha missão de vida é usar minha capacidade na facilidade em ajudar as pessoas em seu processo de aprendizado e conseguir cada vez com mais sucesso falar de maneira que as pessoas me compreendam e compreendam como estou traçando um caminho de transformação da minha vida em uma obra de arte e motivar todos com quem eu tenha contato a seguir nesta mesma senda.
Marco Natali 01/08/2017 as 7:17

Sim avaliar o que é verdadeiramente útil é a quintessência da Sabedoria Marco. Todos os seres conhecem suas funções e a cumprem de forma intuitiva, mas o homem, por ter uma mente que pensa tem que descobrir sua Missão de Vida através da Compreensão Correta, que é o primeiro caminho do Ashtanga Yana. É preciso entender que a compreensão produz atitudes e que atitudes geram ações. Se não há atitudes e ações, não há verdadeira compreensão. Pode até haver conhecimento, mas não há sabedoria. A sabedoria é a consequência natural da aplicação do conhecimento. Enquanto o conhecimento não é aplicado não existe sabedoria, o que existe é teoria. É fácil deduzir que a teoria existe para ser aplicada na prática e a prática da teoria gera sabedoria. Sabedoria vem de saber e é impossível saber se a teoria é viável, é útil, é aplicável, a menos que se constate isso através de sua aplicação. Quando você aplica a teoria na prática você passa a saber. É como você disse é preciso avaliar o que é verdadeiramente útil. E quando você sabe você tem sabedoria que é o produto final da arte de saber. Veja bem que a sabedoria vai além do conhecimento, é uma oitava maior, você tem que passar do conhecimento para a prática para conseguir saber (ter sabedoria)… e é por isso que a definição nos diz que Sabedoria consiste em saber o que deixar para trás. Pode parecer absurdo prime facie, mas é pura verdade. Não interessa saber o que não serve, ou o que não funciona, esse tipo de conhecimento seria conhecimento inútil, como você mesmo disse. Quando você aplica a teoria de um determinado conhecimento na prática, você está experimentando essa teoria e só depois de experimentá-la é que você saberá se ela é útil ou não. Então saberá distinguir entre o que é bom e o que não é, mas isso ainda é conhecimento, não é sabedoria. A sabedoria surge quando você se disciplina para ficar com o que é útil e descarta o inútil. O que é inútil é inútil, para que ficar com isso? Mas não pense que seja uma tarefa fácil, não é, muita gente grande, bebe, fuma, é grosseira, quer ser servida ao invés de servir (egoísmo). Note que eu disse “gente grande” e não adulto, porque ser adulto é possuir sabedoria. Quando você aprende a descartar o que é inútil você adquire sabedoria e é por isso que sabedoria consiste em saber o que deixar para trás…

José Vieira do Nascimento Neto 16/08/2019 as 15:20

Boa tarde Professor!

Minha Missão de vida creio eu, é realizar-me através de minha persistência e determinação, procurando cada vez mais aprender e compreender que estou fazendo parte de uma família, transformacíonalista e dentro deste entendimento poder com isso desenvolver-me contínuamente, para também ajudar o meu próximo, principalmente a minha família e companheiros de trabalho a viverem melhor dentro de uma sintonia de paz, prosperidade e harmonia.

Abraço: José Vieira do Nascimento Neto

Marco Natali 05/09/2017 às 15:04

José você é um irmão precioso em nossa Família Transformacionalista. Fiquei realmente feliz quando compartilhou aqueles links para tantos livros que transmitem sabedoria preciosa a todos nós. Ajudar o próximo a viver dentro de uma sintonia de paz, prosperidade e harmonia é algo muito belo. Com certeza se todos tivessem um objetivo semelhante ao seu, este mundo seria um lugar muito melhor para se viver. Parabéns!

Cleidiane Viana 8/09/2017 as 14:20 hs

Boa tarde!

Minha missão de vida é: levar o conhecimento para as pessoas usando minha capacidade de escrever, de me comunicar. Amo escrever, amo conversar e auxiliar as pessoas em suas mais diversas dificuldades, principalmente, em sua área espiritual. Ser uma escritora reconhecida, e palestrar sobre o assunto do livro que escrevi é meu maior sonho. Conhecimento é o legado que quero deixar para as novas gerações.

Cleidiane Viana

Marco Natali 12/09/2017 as 14:40

Cleidiane a descrição de sua Missão de Vida a coloca como uma mentora espiritual, ou coach, ou professora, ou escritora. Ou todas essas atividades juntas. Espero que alcance o sucesso em toda essa plêiade de atividades construtivas capazes de fazer desabrochar o que há de melhor nas pessoas. Parabéns.

Alex Reis Drummer 09/09/2017 as 21:08

* Nível fundamental – 4a aula

Começo agradecendo novamente a oportunidade de estar fazendo parte desta família transformacionalista.

Meus valores mais preciosos e mais alimentados ao longo dos anos são amor, compaixão, paciência, persistência, disciplina, ética, maestria/capricho ( no sentido de zêlo) com atividades que me proponho a fazer. Caminhos difíceis de serem trilhados e praticados, mas como sou movido por desafios e incertezas, encaro tais dificuldades como molas propulsoras para continuar caminhando.

Minha missão é levar alegria, alívio, paz e esperança para todos que tenham algum tipo de contato comigo através das atividades que exerço. Mas atenção,  sou um provocador nato! Procuro acessar estes pontos provocando reflexões e análises a mim e aos outros com quem tenho contato. Faço isso com amor, mas faço, pois acredito que estamos aqui nesta existência para fazer/provocar algum tipo de evolução e para que todos os seres sejam beneficiados, mesmo que para isso devamos estimular insights, dúvidas, questionamentos e em algum momento até desconfortos.

Nunca me afeiçoei à zona de conforto, diga-se de passagem.

Marco Natali 12/09/2017 as 14:16

Fico duplamente feliz Alex. Primeiro porque você não se afeiçoa á Zona de Conforto o que é um passo primordial em direção à realização. Eu por exemplo adoro meu trabalho que nem considero trabalho, considero um prazer. Mas me aborrece muito resolver questões externas, como por exemplo quando tenho que pegar o carro e ir a algum lugar. Amanhã por exemplo tenho dentista. Tenho que para o que quer que esteja fazendo, pegar o carro e ir ao dentista em plena dez horas da manhã, me retorno se dá as 11:30, e nem posso pedir uma marmita para almoçar porque a boca torta por conta da anestesia, me impede de comer. Por sorte amanhã é meu dia de jejum e não terei que me preocupar com esse problema. Mas fico realmente admirado com aqueles filmes de detetive que minha mulher assiste em que os policiais tem que se locomover até o local do crime várias vezes, interrogar um monte de testemunhas, seguir pistas e um monte de outras atividades externas que seriam um pesadelo para mim. E noto que eles se apavoram quando têm que preencher um relatório que para mim seria baba. Conheci meia dúzia de bilionários em minha vida e o que me ensinaram passo aos membros de nossa família transformacionalista através de A REGRA DE OURO. Um deles me disse que o segredo do sucesso era o TBC. E o que significa TBC? É bem simples ele me disse. Tire a bunda da cadeira. Ou seja, é preciso de se erguer e correr atrás do prejuízo. Se você não se apega à Zona de Conforto tudo fica mais fácil nesse particular. E a segunda razão de eu estar feliz com você é com o fato de você ser um provocador nato. Tenho um conhecido bastante famoso, o Lair Ribeiro. E ele costuma dizer que o que não se parece com o dono é roubado e isso é pura verdade. Quando alguém lhe apresenta algum conhecimento e não consegue sustentá-lo diante de uma arguição mais profunda é porque ainda não dominou o assunto. Por essa razão pessoas “provocadoras natas” ensejam a oportunidade de aperfeiçoarmos nossa percepção em relação a pontos sutis de tudo que ensinamos. E isso poli nossa perfomance e nos proporcionam chances de evoluirmos cada vez mais. Considerando que sabedoria é conhecimento aplicado na prática, a chance de praticarmos o que sabemos é um dos melhores desafios que a vida nos oferece.

Valdir Coppas 16/10/2017 as 9:51

Este comentário se refere à Quarta aula do Nível Fundamental e trata basicamente da Missão que cada um de nós assume para a Vida. Alguns conceitos iniciais muito importantes são analisados em relação ao uso do tempo. Ao ler o tópico “PERDER TEMPO COM COISAS INSIGNIFICANTES”, imediatamente me lembrei de Benjamin Franklin (filósofo, cientista, escritor e diplomata norte-americano, que viveu no século XVIII e ajudou a elaborar a Declaração da Independência e a Constituição dos Estados Unidos) que dizia: “Você ama a vida? Então não desperdice o tempo, porque é desse material que a vida é feita”! Logo após, o texto da aula nos brinda com uma definição incrível: “A Sabedoria consiste em saber o que deixar para trás”.  Esta talvez seja uma das ações mais difíceis quando se analisa as opções e caminhos que se descortinam à nossa frente e temos que exercer nossa capacidade de escolha, sob pena de encher nosso tempo de vida com coisas desimportantes, que não acrescentam nada de útil.

Em relação a mim, entendo que minha missão é – como tudo no Universo – mutável (embora tenha um “núcleo” que permaneceu estável ao longo da vida) e que ela está relacionada com os três níveis que são apresentados. Na verdade, a mim parece que ao realizar o nível 2 (quem gosta de ajudar o próximo identificável) ou o 3 (quem gosta de ajudar a humanidade, o Universo), é praticamente impossível NÃO realizar também o nível 1 (quem se realiza ao realizar algo da própria vida. Realizar para si). Tendo em vista o fato de sermos uma espécie gregária, que vive em família e em comunidade, a esmagadora maioria dos humanos sente regozijo e sensação de “dever cumprido” ao notar que suas ações beneficiam outros (mesmo que seres de outras espécies, como as pessoas que trabalham com animais ou em ações de conservação da Natureza); certamente, apenas ‘doentes éticos’ (ou psicopatas) sentem prazer apenas em seu próprio ego, sem estender boas ações a absolutamente mais ninguém, mesmo que seja sua família. Posso estar em crise de OPA (Otimismo Patológico Anormal, conforme batizado pelo nosso querido professor Natali), mas me parece claro como o Sol que os figurões que vemos na TV, pensando somente em si, são as pessoas mais profundamente infelizes que consigo imaginar. Finalmente, defino minha missão como principalmente do nível 3, não exclusiva à espécie humana; grande parte de meu esforço, o que realmente vale a pena para mim, é agir sempre no sentido de um equilíbrio duradouro entre nós, humanos* e também com os outros seres e elementos do Universo. Hoje me realizo – e tenho ganhos financeiros – executando estudos zoológicos/ecológicos, compondo músicas e também auxiliando pessoas em momentos críticos de suas vidas, como em acidentes automobilísticos e efetuando palestras de prevenção de acidentes.

Me identifiquei bastante com o comentário do colega Alex, pois a forma como ele alega “provocar” as outras pessoas e, com isso, fazê-las crescer através de autoanálises é o que também faço muitas vezes, principalmente em questões que possam ter uma abordagem científica. E quero assinar embaixo do comentário do Sifu D’Urbano, a quem tive a honra de ter como professor de Kung Fu há muitos anos atrás (ainda no milênio passado!!) e atestar que sempre foi justamente como descrito: extremamente correto e dedicado.

*Aproveito a deixa para esclarecer que os seres humanos são descendentes dos sinapsídeos, que são uma classe de cordados, ancestrais dos mamíferos. Este esclarecimento é para quem ficou curioso com a nota do professor Natali em resposta ao meu comentário 06 da Primeira Aula do Sexto Nível (Budismo Niskama Karma): “Por favor pessoal quem quiser saber o que é um sinapsideo olhe no espelho. Opa! Estou pondo os carros diante dos bois, perguntem para o Valdir que ele lhes dará uma resposta sucinta e sintética de umas oito páginas…” (pag. 237). Quanto às oito páginas, vai ficar em apenas oito linhas, mas só desta vez, eh eh eh.

Fraterno abraço!

Valdir, 16 de outubro de 2017.

Marco Natali 17/10/2017 as 9:45

Em primeiro lugar a frustração de receber um comentário com menos de oito páginas, realmente acreditei em você. Hehehehehehe! Sim esse pensamento do Benjamin Franklin é um de meus favoritos. Você já leu a autobiografia dele? Recomendo vivamente! 

Sim não é fácil decidir o que deixar para trás. Este mês mesmo descobri que até agora (Estamos no dia 17, portanto mais da metade do mês já se foi.) só entrou R$ 280,00 como contribuições das 28 pessoas que se inscreveram em nosso curso do Transformacionalismo. Não paga nem mesmo meu condomínio.

O correto seria praticar a sabedoria e deixar para trás, desistir, encerrar o curso e me dedicar a alguma outra tarefa mais promissora e compensadora. Mas, acima dos ganhos financeiros está minha Missão de Vida. E como sabe ela consiste em SERVIR. Nenhuma outra de minhas atividades me enseja essa oportunidade de maneira mais adequada que o Transformacionalismo, portanto persisto apesar de tudo. Data vênia aqueles que cumprem corretamente com o dever ético da contribuição voluntária, existem outros (A grande maioria.) que não o fazem. Imagine que existem pessoas que enviam R$ 5,00 (Cinco reais!) como Contribuição Igualitária! Sendo essa contribuição dez por cento dos ganhos de um mês, fico a matutar como que alguém consegue sobreviver ganhando apenas cinquenta reais por mês. Como consegue comer, dormir, se vestir, morar com apenas R$ 50,00 por mês? Até quem mora embaixo da ponte ganha mais que isso mendigando no cruzamento. Se somar todas as moedinhas que você dá aos pedintes no decorrer de um mês é bem provável que doe mais do que isso! Mas infelizmente pessoas sem critério e sem ética me enviam cinco reais como Contribuição Igualitária e saiba que a pessoa que o faz informou no Cadastro que tem formação Universitária. Tenha dó! E como não pretendo desistir de meu sonho e de minha Missão de Vida, me vi de forma desacorçoada forçado a pedir que os membros de nossa Família Transformacionalista me ajudem divulgando por cem dias as mensagens que estou publicando no Grupo T na esperança que isso traga ao grupo pessoas criteriosas e éticas que me ajudem a continuar ajudando as pessoas com este curso. MESMO SABENDO QUE A MAIORIA NÃO VAI REPASSAR AS CEM MENSAGENS COMO PEDI. Mas não vou chamar essas pessoas de “doentes éticos ou psicopatas”, hehehehehehe!  Afinal alguns deles (Infelizmente não todos.) estão pagando pelo curso e ao formalizarem o pagamento, mesmo que seja apenas cinco reais, se acham no direito de não ter que me prestar um favor já que pagam pelo curso.

Sim você tem razão quem realiza o segundo e o terceiro nível daquilo que é apresentado no método para escolher a Missão de Vida também realiza “tomáticamente” o primeiro nível. Eu já havia percebido isso, mas até este momento ninguém o havia comentado.

Sim o Alex e o D’Urbano são contribuintes precisos a nosso grupo não só por serem o que são, mas principalmente pelos comentários que nos enviam que, como você ajudam os demais membros de nossa família que aguardam ansiosos pelos comentários deles.

 Quanto à “provocação através de autoanálises” me lembro do exemplo de Sócrates que o fazia de maneira exemplar através de sua maiêutica que aprendeu com a prostituta Aspasia. Sempre me dediquei a aprender esse método mas não encontro um curso a respeito se souber de algum me informe. Conduzir pessoas à iluminação através de perguntas ousadas e provocadoras é a mais fina arte da didática.

Obrigado pelo ensinamento sobre os sinapsídeos, muito útil àqueles que o são e não o sabem!

Abraço aí.

Valdir Coppas 17/10/2017 as 16:49

Bueno, primeiramente, informo-lhe que torno a frustrá-lo caro professor Natali, pois, mesmo antes de finalizar este comentário já tenho plena certeza de que novamente terá menos que oito páginas… mas passarei a buscar essa meta incansavelmente a partir de hoje (para desespero dos colegas, eu acho kkkk).

Já anotei a sua dica para ler a autobiografia de Benjamin Franklin, pois não a conheço, agradeço a dica!

Confesso que fiquei triste ao saber da situação do curso Transformacionalismo; a falta de persistência é grande causa de as pessoas não atingirem seus objetivos. A reclamação de que a vida não vale a pena, ou de que é muito dura, muitas vezes vem de pessoas que deixaram passar várias oportunidades para transformar sua vida em algo melhor, mas não o fizeram; espero que estas pessoas que estão dando pouca importância ao curso reflitam sobre a chance de ouro que estão tendo e mudem sua atitude. Certamente todos nós temos a ganhar se mais pessoas participarem do grupo e contribuírem com ideias novas, diferentes ou de outras perspectivas. E todos nós temos a perder se, numa análise mais cartesiana, o professor Natali optar por encerrar o curso, pelo fato de que apenas a Realização Pessoal, sua Missão de Vida, o está sustentando nessa jornada, sem que a questão financeira seja minimamente compensadora.

Meu rótulo de ‘doentes éticos’ e psicopatas era para ser aplicado nas pessoas que “sentem prazer apenas em seu próprio ego”, ou seja, nada nem ninguém mais importa, apenas o próprio umbigo delas; para exemplificar, basta lembrar de um caso recente de um bandido de terno e gravata preso e que continuava a ganhar dinheiro sujo dentro da cadeia, oriundo de pessoas ligadas ao governo, ou seja, possivelmente eram valores de impostos que deveriam ser aplicados na melhoria do nosso país! Esse pensamento torpe deveria ser extirpado do Poder Público…

Agradeço pela parte que me cabe sobre os comentários; também aguardo sempre os do D’Urbano e Alex. Sobre Maiêutica, eu nem sabia da existência desta técnica (sempre aprendendo coisas novas no Transformacionalismo!), quanto mais algum curso na área; mas se souber, lhe aviso. Sobre os Sinapsídeos, eu que lhe agradeço, pois o assunto surgiu graças ao senhor, que também pesquisou sobre a etimologia do termo, que eu nem lembrava mais, tinha visto na faculdade, há um zilhão de anos atrás eh eh eh!!!

Fraterno abraço!

Valdir, 17 de outubro de 2017.

Marco Natali 18/10/2017 as 8:49

A Autobiografia do Benjamin Franklin apresenta um método de autodisciplina muito interessante, que vim a praticar e mais tarde adaptei para a prática do Ashtanga Yana no Budismo. Acredito que uma pessoa em busca da autotransformação como você e como os demais membros de nossa Família Transformacionalista encontrem ali um método excelente e que vale a pena ser tentado.

Quanto aos membros de nossa Família Transformacionalista me fazerem desistir do curso pela falta de persistência deles, isso será impossível, pois não depende deles, depende apenas de mim. Mas, é preciso ter em mente que Missão de Vida não pode, não deve e não implica em ganhos financeiros, embora unir o útil ao agradável seja uma possibilidade maravilhosa. Quando uma pessoa define sua Missão de Vida eu a ponho a prova perguntando: Se você ganhar na loteria amanhã um prêmio fabuloso que lhe permita nunca mais trabalhar na vida, você continuaria a fazer o que faz hoje? Se a pessoa responder que não, com certeza ela ainda não encontrou sua Missão de Vida, se responder que sim é bem provável que a tenha encontrado. Em outras palavras: mesmo que eu encontre meios de sobrevivência financeira alheios ao Transformacionalismo, ainda assim continuarei ensinando este método porque é uma espécie de Manual de Instruções para a vida e SEI que é muito útil a muitas pessoas que dele necessitam. E sim, também acho que seja uma chance de ouro aos que a este método se dediquem com comprometimento. Aliás não acho, tenho certeza! Vi vidas se transformarem e os depoimentos que eventualmente publico atestam isso prime facie! E é uma chance de ouro sem igual, não por presunção sobre meu método e sim por comprovados resultados alcançados e só eu sei com que carinho e empenho me dedico na preparação das aulas e nas respostas aos comentários que é a parte mais importante do método.

Sim compreendo perfeitamente o cunho que deu à expressão “doentes éticos”, mas infelizmente percebo que pessoas que fazem doações igualitárias no valor de R$ 5,00 por mês ou não entenderam o conceito ou enganam-se a si mesmas ao imaginar que seus cálculos estejam corretos e que ganham apenas R$ 50,00 por mês! E no frigir dos ovos, por mais compaixão que se tenha com elas, são claramente tão antiéticas quanto o proceder de determinados políticos, conservando-se é claro as devidas proporções. Aliás antigo provérbio afirma: Infiel no pouco, infiel no muito. Ética é uma virtude cristalina, transparente e fácil de ser constatada. Se uma pessoa não é ética no pouco, jamais será ética no muito. E veja que estamos falando de um exemplo real e não de um exemplo teórico. Outra coisa que tenho constatado inúmeras vezes ao longo dos anos: aquele que ao invés de arregaçar as mangas e correr atrás de resultados se contenta em pedir, vai pedir sempre, vai ter uma vida miserável e vai morrer miserável. Com certeza você também já viu isso acontecer. A grande questão é a mesma que afeta as pessoas que não reservam um pouco do que ganham para lhes garantir um futuro digno. Essas pessoas afirmam que o que ganham é pouco e que nunca sobra para poupar. Minha resposta a esse argumento é padrão: O rico não precisa poupar ele já tem o suficiente. Quem precisa poupar é o pobre. O muito pobre precisa muito poupar e o desesperadamente pobre precisa desesperadamente poupar. Aquele que não poupa porque não sobra, merece ser pobre, pois não prioriza suas necessidades com bom senso. Quanto à nossa doação igualitária adotei esse procedimento pensando nos desempregados, nos pobres e nas pessoas que tenham as piores condições. Foi pensando nelas e na falta de condições que as aflige que adotei essa alternativa. Não interessa aos ricos a doação igualitária já que tem recursos suficientes para pagar qualquer preço.  Esse método é especial apenas para as pessoas com menos recursos e para elas foi criado. No entanto são essas mesmas pessoas que me escrevem quase que diariamente pedindo que lhes dê um preço fixo menor que a doação igualitária e pedem bolsas e pedem tudo que lhes aparece na frente. Não querem se esforçar e sem essa atitude de comprometimento nenhum conhecimento, nenhuma sabedoria, nenhum curso poderá transformar a vida delas. E são dezenas que vêm até mim com esses pedidos alegando que ganham muito pouco e não podem fazê-lo. A grande questão é que se você ganha uma miséria, sua doação igualitária não vai pesar muito, pois é sempre proporcional aos ganhos. E é justamente para ajudar pessoas assim que foi criada.

Sim, muitos aguardam pelos comentários do D’Urbano e do Alex, mas não percamos as esperanças. Afinal um comentário pode ser feito em 5 minutos ou até menos e se não temos pelo menos esse tempo para compartilhar o que sabemos o que será de nós?

Ah! Mas só se não for um comentário de oito páginas, é claro…