Qual o grande valor de um curso que tenha o propósito de ajudar a construir uma vida que seja uma obra de arte?

O maior valor consiste em oferecer ao participante a oportunidade de interagir com o mentor do curso.

Você tem mais vantagens no Transformacionalismo:

Se você apenas lê ou estuda a lição isso não irá mudar nada em sua vida.

Se além de estudar você aplicar o que aprender com certeza terá a oportunidade de mudar para melhor e terá uma vida mais realizada.

Conhecimento não é sabedoria:

Estudar lhe dá acesso ao conhecimento, mas apenas quando aplicar o conhecimento em sua vida irá transformá-lo em sabedoria.

A sabedoria tira você da Zona de Conforto:

No momento de aplicar em sua própria vida o que está aprendendo você terá que sair de sua zona de conforto.

Isso implica em percalços e dificuldades daí a importância de interagir com seu mentor.

Ele poderá lhe sugerir soluções para cada pequeno problema que surja ao longo do caminho.

Transformacionalismo é interação com o mentor:

Quando você faz um treinamento ou curso, por mais renomado que seja o mentor, só terá valor para você se puder interagir com ele.

No transformacionalismo você interage com seu mentor enviando comentários ao material que acabou de estudar.

Seu mentor irá analisar o seu comentário e responderá às suas dúvidas orientando você a respeito.

Assim poderá amenizar suas dificuldades e superar os obstáculos que eventualmente venham a surgir.

Os comentários não são obrigatórios.

Você não é obrigado a comentar as lições a menos que seja bolsista, mas mesmo que você não seja bolsista poderá fazê-lo sempre que o desejar.

Há instruções sobre como fazer isso ao término de cada uma das lições.

Divulgar o comentários é servir você.

Como essas orientações podem ser úteis aos demais participantes criamos esta página para ajudar e servir você.

Aqui você tem a oportunidade de aprender com os comentários e orientações de outros participantes.

Aprender com os outros é vantajoso!

Reflita como é mais vantajoso aprender com as experiências dos outros.

Custa menos para você. Você perde menos tempo e menos dinheiro.

Sendo inteligente saberá apreciar esta página e tirar proveito de tudo que consta aqui.

Seja bem vindo!

Primeira aula do Nível Fundamental:

A grande distância que existe entre as pessoas comuns e as pessoas bem sucedidas.

Marco Natali 2 de Novembro de 2016 as 10:34

Como o Treinamento do Transformacionalismo começou a ser ensinado nos anos 1980 passei parte destes conhecimentos a meus alunos da Fraternidade Atmavidya, em Niterói, no Rio de Janeiro. E no início de cada uma de minhas aulas os alunos repetiam em uníssono o nosso lema que foi criado por mim fundamentado em recursos cognitivos da PNL, da Quadrinidade de Fisher Hoffman e nos efeitos gerados no subconsciente que aprendi na Igreja da Ciência Divina que professa e ensina o New Tought do Dr. Joseph Murphy. Vale a pena memorizar e repetir todos os dias.
Compartilho com você aqui:

Há dentro de mim universo,
De quatro partes formado,
Corpo, criança, mente e verso
Meu ser espiritual retomado,
Minha vida é disciplina,
Meu coração Solidariedade
A ação correta é divina,
Pois vivo em Fraternidade.

Tendo se inscrito no Transformacionalismo você é nosso convidado para comente este e qualquer outro comentário feito por mim ou por seus colegas de nossa Família Transformacionalista, procure acrescentar alguma coisa, dar dicas que ajudem seus colegas.  Veja a todos como parte de sua família. O que você faria para complementar as informações desta aula? Como ajudar um irmão e uma irmã, um colega deste treinamento?

Vinicius Rio de Janeiro 2 de Novembro de 2016 as 12:07

Revendo essa primeira aula mais uma vez penso que minha maior transformação será no campo da mentalidade. Deixar de ser refém da vida, e digo isso por observação da minha própria.

Marco Natali 7 de Novembro de 2016 as 9:31

Parabéns Vinicius. Sim, não precisamos ser reféns de nossas vidas. Quando praticamos o Transformacionalismo se as circunstâncias não são favoráveis criamos nossas próprias circunstâncias. Está em nossas mãos fazer o que seja necessário para desfrutarmos de uma vida frutificante, plena e realizada em todos os setores. Seja bem vindo.

Adalberto Fortaleza – CE 3 de Novembro de 2016 as 13:05

Ola bom dia a todos!

Eu sou Adalberto Barbosa pedagogo,pós graduando, master em pnl, coach, e em breve serei um transformacionalista, neste curso pretendo crescer em conhecimento e sabedoria

Marco Natali 7 de Novembro de 2016 as 9:28

Seja muito bem vindo Adalberto. Considerando seu vasto currículo é um prestigio para todos nós tê-lo conosco. Espero que sua presença e seus comentários abrilhantem nossas aulas e auxiliem os demais participantes.

Felipe de Lages SC, atualmente morando em Brasília 4 de Novembro de 2016 as 8:47
  1.  Felipe 4 de novembro de 2016 as 8:47 

Um dos grandes desafios da vida é tomar pra si as rédeas do seu futuro e ser o único responsável pelo seu próprio caminho. Requer firmeza e compreensão de que, a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso é individual de cada um.

Marco Natali 7 de Novembro de 2016 as 9:36

Muito bem dito Felipe. A vida nos traz circunstâncias e experiências várias. A resposta a elas é totalmente nossa. É como uma bola arremessada contra uma parede, se for arremessada com força vai retornar com força se for arremessada com suavidade retorna com suavidade. A habilidade de resposta é nossa e as consequências também. Responsa + Habilidade. No Transformacionalismo a responsabilidade é um dos maiores valores.

Felipe de Lages SC, atualmente morando em Brasília 15 de Fevereiro de 2017 as 15:16

Me apresentando melhor ao grupo, meu nome é Felipe,tenho 34 anos e sou de Lages, Santa Catarina. Moro em Brasília desde 2007. Quando estava na minha terra natal, participei de alguns cursos relativos à programação neurolinguística (PNL), parapsicologia independente e fundamentos de teologia. Julgo muito interessante e importante o Curso de Transformacionalismo por vários motivos, dentre eles: amplitude do conteúdo que pode ser aplicado em diversas áreas (pessoal, profissional, comportamental), praticidade e facilidade de estudos (uma vez que é possível acessar o conteúdo online, quando e onde eu quiser) e oportunidade de conhecer pessoas dos mais diversos locais do país e com diferentes níveis de conhecimento e experiência de vida. Outro ponto importante é que, uma vez inscrito nesse curso, estou alinhado com os objetivos do Professor Marco Natali e dos demais integrantes, pois temos uma meta em comum de desenvolvimento pessoal. Sou grato por essa oportunidade de aprendizado e de compartilhamento de ideias.

Marco Natali 17 de Fevereiro de 2017 as 12:53

Seja muito bem vindo Felipe. Morei algum tempo em Floripa e gosto muito do Estado de Santa Catarina, de onde tenho doces recordações. Já ministrei cursos em Brasília também em um prédio que ficava bem em frente à Esplanada dos Ministérios. Compartilhar ideias através dos comentários é uma das melhores oportunidades para você se desenvolver da forma mais rápida e obter sucesso mais acentuado dentro da prática do Transformacionalismo. É compartilhando que multiplicamos nossas oportunidades. Seja muito bem vindo e espero que multiplique seus comentários por aqui, não se contentando apenas com sua apresentação pessoal, mas comentando os assuntos das lições também. Grande abraço.

Marli Matsumoto Natali de Santo Anastácio, agora em Sorocaba 16 de Novembro as 19:20

Meu nome é Marli e estou bastante animada para dar continuidade a esse treinamento, pois percebi que posso tornar realidade meus sonhos, basta transformá-los em objetivos a serem alcançados. Definir metas , etapas a serem percorridas até atingir o objetivo.
Quem sabe passe a gostar de ser protagonista e não coadjuvante nesse palco da vida.

Marco Natali 17 de Novembro de 2016 as 7:45

Seja bem vinda Marli. Sim, como descobrirá no prosseguir de suas aulas, aqui é o lugar certo para você encontrar seu lugar ao Sol. Seguindo o que irá aprender aqui no Transformacionalismo, tendo comprometimento e aplicando na prática irá descortinar recursos que lhe permitirão realizar seus objetivos mesmo os mais auspiciosos. Que sua presença aqui seja abençoada e que seus comentários e dicas possam ajudar a todos os demais participantes.

Dr. Danilo Votorantim, SP 17 de Novembro de 2016 as 12:40

Bom dia a todos! É um prazer imenso estar aqui com vocês iniciando o curso de transformacionalismo!

Espero que juntos, possamos crescer e evoluir!

Sou advogado, especialista em direito tributário e societário, tenho 29 anos, gosto de uma vida saudável, academia, caminhada e boa alimentação.

Abraço a todos

Marco Natali 17 de Novembro de 2016 as 15:36

Seja bem vindo Danilo. Aguardo seus comentários em todas as lições do Transformacionalismo e quando possível, seu comentário aos comentários dos outros. Afinal você é uma pessoa muito especial e terá a oportunidade de usar seu potencial para ajudar e apoiar a todos os participantes. Muito obrigado. Tenha excelente semana.

Dr. Danilo Votorantim – SP 17 de Novembro de 2016 as 13:19

Transformacionalismo curso

0.1 – A Grande Distância

Vamos lá gente, vou deixar aqui um pouco das minhas impressões iniciais desse primeiro tópico, desculpe pelo texto longo, espero que gostem!

Ponto de inicio, o objetivo é algo grande e muito distante, como o corpo ideal, o domínio de um segundo idioma ou até mesmo a aprovação em um concurso público, mas para aproximarmos deles, temos as metas, que são as etapas, os degraus em que percorremos para cada um desses caminhos.

Para isso, podemos traçar perder ou ganhar dois quilos por mês, aprender quatro novas palavras em outro idioma por dia, separar as matérias distribuir os conteúdos de estudo de acordo com o planejamento.

Isso pode parecer pouco, mas você já parou para pensar: Se emagrecer dois quilos por mês (o que não me parece difícil), em um ano você já perdeu incríveis vinte e quatro quilos?

Pois é, o caminho não é tão difícil quanto parece, o empecilho maior está em nossas mentes, com aquelas frases como:

– “mas, um ano é muito tempo”, “estudar todos os dias é chato”, “finais de semana eu gosto de dormir até tarde”, “academia e passar fome não são pra mim”, “eu não tenho facilidade pra isso ou aquilo” e etc.

Quando chegar a uma academia e ver pessoas com físicos fitness, escolas de idiomas e ver professores dominando um idioma, pessoas em posse de algum cargo público, lembre-se: elas partiram de algum ponto de princípio, traçaram planos, metas, investiram tempo, dedicação e muita força de vontade. Talvez o ponto de partida delas foi até mesmo anterior/inferior ao que você se encontra agora.

O que muitas pessoas não sabem é que, muito embora alguns sonhos/objetivos pareçam distantes, a medida que traçamos as metas e passamos a seguir um planejamento com disciplina, os resultados são otimizados, mas como?

Assim que você começar a notar a diferenças nos seu corpo, como disposição, qualidade de vida, logo se animará e se auto motivará para melhorar o seus resultados, quando se der conta, isso se tornará um processo contínuo na busca dos resultados.

Ah mas, falando assim tudo parece muito fácil! De forma alguma eu disse isso, estou dizendo que o processo é muito simples, mas sua aplicação requer esforço, dedicação e disciplina!

“Como se come um elefante?

A resposta é bem simples: uma dentada de cada vez.”

Essa não foi minha, está no curso! Da mesma forma que um equilibrista atravessa de uma ponta a outra, como?

Colocando um pé na frente do outro. Resposta simples! Mas você já pensou em fazer isso?

Para se tornar capaz, ele treinou, dedicou seu tempo e provavelmente algumas doses de lesões com os tombos também fazem parte do processo.

A mensagem final que eu gostaria de deixar aqui é:

“Tudo aquilo que demora muito tempo para ser conquistado, poderia estar em suas mãos hoje, se tivesse iniciado há um tempo atrás, então comece logo!”

Marco Natali 17 de Novembro de 2016 as 15:39

Muito bom. Muito bom mesmo! Isso sim é um comentário que ajuda as pessoas, continue assim, não perca o pique! Se cada um fizesse o que você fez nosso treinamento aqui no Transformacionalismo ficaria muito mais rico e interessante!

Monge ZEN Fernando Ryushin Sedano Porto Alegre – RS – 22 de Dezembro de 2016 as 11:12

Olá! Sou Fernando Sedano (Monge Ryûshin)
Sou monge Zen budista, professor de história, professor de Kung Fu e Coach, e gostaria de dizer que estou MUITOOO animado com as possibilidades vislumbradas através deste curso com o Grande Professor Marco Natali.
Seus ensinamentos tiveram um efeito sobremaneira excelente em um menino pobre e violentado de 12 anos, tirando-o de uma vida de violência, uma vida de dores, e uma vida que fatalmente o levaria ás drogas, ao crime e proporcionando ver o horizonte, ver que o mundo é muito maior que um barraco de chão batido em uma favela. Aceitar que aos poucos, pode se transformar no que realmente nasceu para ser.
E hoje quando olho para trás e me vejo com 12 anos e um livro em minhas mãos reverencio aquele menino, reverencio o professor Natali…Sem a sabedoria que eu tive com 12 anos e sem o método transformacionalista que tive acesso, não sei o que seria de mim…
Mas sei o que sou e onde ainda posso ir!
Muito obrigado por proporcionar esta maravilhosa ferramenta de transformação…Mudando nosso mundo interno, com certeza o externo se desdobra em mudanças também!
Fraterno Ósculo!
Paz e Bem!
Gasshô
Fernando Sedano

Marco Natali 26 de Dezembro de 2016 as 18:52

Seja bem vindo Ryûshin, espero que este seja o primeiro de muitos comentários, pois uma pessoa com seu cabedal e sua cultura tem muito a contribuir para com os demais membros de nossa Família Transformacionalista. Espero que goste do Transformacionalismo e que ele acrescente muito à sua vida, como tem feito na vida de tantos. Todo o sucesso do mundo para você.

D’Urbano Jundiaí – SP – 9 de Janeiro de 2017 as 11:34

Olá, meu nome é D`Urbano e sou professor de Kung Fu desde 1.982. Conheço o Natali desde 1.980 e é uma das pessoas mais inteligentes e capacitadas que conheço. Vai ser um prazer fazer esta jornada com vocês.

Marco Natali 9 de Janeiro de 2017 as 13:26

Seja bem vindo D’Urbano. Você hoje é uma personalidade e as personalidades são sempre bem vindas por aqui. Espero que publique sempre seus comentários sobre o Transformacionalismo e que vá além disso, comentando os comentários de seus companheiros de curso também. Aqui somos uma família, a Família Transformacionalista.

Melissa São José dos Campos – SP 20 de Abril de 2017 as 20:16

Boa tarde, Meu nome é Melissa tenho 35 anos e fiz a inscrição no curso esse mês. Resolvi que quero mudar minha vida para melhor. Todas as áreas da minha vida esta uma bagunça e achei que não deveria deixar essa oportunidade passar. Meu marido e eu estamos desempregados (na verdade ele sofreu ataques de pânico e ficou recebendo auxílio doença, mas mesmo sem recuperar a saúde o INSS cortou seu benefício, então estamos sobrevivendo graças a ajuda da mãe dele e graças as essa ajuda eu consegui reservar um dinheirinho pra fazer a doação igualitária). Isso me levou a refletir no modo que eu estava conduzindo a minha vida e eu quero ser uma pessoa melhor e quero estar num grupo onde todos tenham os mesmos interesses para que possamos progredir e prosperar. Sou muito grata pela oportunidade de estar aqui no Transformacionalismo.

Marco Natali 17 de Maio de 2017 as 12:40

            Boa Tarde Melissa. Essa disposição de lutar e vencer é tudo que precisa para, somada ao comprometimento com seus estudos neste nosso treinamento do Transformacionalismo galgar rapidamente conquistas cada vez mais elevadas que a façam com o tempo recordar das provações que passou e suspirar de alívio por ter se libertado delas. Desejo-lhe muito sucesso em seus estudos e muita realização pessoal tanto a você quanto a seu marido.

Sidnei Londrina – PR 14 de Abril de 2017 as 19:01

Boa Tarde Prof. Marco Natali! Iniciei os estudos da 1º aula do nível Fundamental. E eu sem estar de posse dessa informação do seu envio, foi tão somente no dia 12/04/ que fui saber desse presente maravilhoso. As primeiras informações que se dão nas paginas iniciais, é algo magnífico para uma mente que sempre esteve adormecida e submissa. Na medida em que eu passar desse 1º nível , e entrar no nível seguinte , estarei enviando os meus comentários e absorvendo comentários dos demais , por hora é só , e muito obrigado por seus conhecimentos e compartilhamento. Forte Abraço!

Marco Natali 17 de Maio de 2017 as 12:24

            Boa Tarde Sidnei obrigado pelos cumprimentos dos quais não sou merecedor, afinal como servir é minha Missão de Vida, compartilhar esse texto com você não foi mais nada além de minha obrigação. Espero que goste do treinamento do Transformacionalismo curso que vai se aprofundando e se adensando cada vez mais.

Sidnei Londrina – PR 7 de Maio de 2017 as 20:29

Boa Tarde Prof. Marco Natali! O meu comentário sobre a 2ºremessa do Nível Fundamental – missão de vida, sobre os três níveis apresentados no texto, fica bem claro para mim que o 3º nível , é que mais me identifico, sendo assim acredito que a minha missão de vida é de servir e ajudar o meu semelhante. Uma razão das pessoas me procurarem é por eu ser uma pessoa prestativa, simpática e justa.E dessa forma vou me sentindo muito útil aos meus semelhantes, e isso me deixa muito feliz em servir e ajudar. Sem mais , obrigado e ate os próximos comentários.

Marco Natali 17 de Maio de 2017 as 12:21

Boa Tarde Sidnei Servir é um lema de vida para mim também. Faço disso minha Missão e o treinamento do Transformacionalismo é um excelente meio de servir a meus alunos e espero que na continuidade você utilize tudo que aprender aqui, não só para transformar sua própria vida, mas para ajudar também na transformação dos demais. Sempre no caminho do bem, sempre demonstrando amor ao próximo. Seja muito bem vindo e espero que seus comentários e os seus comentários aos comentários dos demais ajude no crescimento de todos.

Marco Raposo asceta budista, acupunturista Kung Fu Master Cotia – SP 13 de Junho de 2017 as 5:54

Olá, turma!Sou Marco, de Cotia-SP. Trabalho em um banco, sou acupunturista e professor de Kung Fu. Quando consigo um tempo e sinto vontade, escrevo.
Sou asceta budista da Ordem Niskama Karma. E ótimo dar as mãos aos demais participantes para juntos rumarmos “Ao infinito e além”, como diz o personagem de um desenho que meus filhos gostam muito. Pois bem, então, vamos lá!

01 –  A grande distância que existe entre as pessoas comuns e as pessoas bem sucedidas

A leitura da primeira lição é muito motivadora porque introduz o que teremos pela frente e porque trata um ponto interessantíssimo e que, com muito pouca reflexão, podemos verificar na maioria das pessoas: Elas têm sonhos, mas não têm objetivos. 

Eu quero objetivos. Eu quero dizer: Concluo meus objetivos. Hei!!! Eu quero ser capitão!!!! 

Marco Natali 14 de Junho de 2017 as 10:16

Seja bem vindo Marco é um prazer tê-lo aqui nesta que é minha Missão de Vida. É através do Transformacionalismo que vivencio na prática meu lema: Aquele que não vive para servir não serve para viver. Agora que acrescentei a este treinamento o Sexto Nível que compartilha o curso de formação de ascetas budistas através da Ordem Niskama Karma, você, que já está formado nesse curso, terá a oportunidade de rever as matérias que já estudou. Sim, é verdade, tem pessoas que tem sonhos mas não têm objetivos. Uma pena, pois os objetivos são a condição sine qua non para que se descubra os valores pessoais que são os tijolinhos fundamentais para que se possa descobrir a Missão de Vida. Obrigado por compartilhar suas ideias ao final de cada lição, isso é fundamental para que os transformacionalistas se congracem em torno de um ideal maior e edificante.

Alex Reis Drummer do Cirque du Soleil, de Franca – SP, agora em Montreal no Canadá
17 de Junho de 2017 as 14:07

A grande distância que existe entre as pessoas comuns e as pessoas bem sucedidas.

É com imenso prazer que envio comentários para este curso tão especial do querido amigo e Professor Marco Natali. Como seu aluno desde o final dos anos 80, é notório o avanço e evolução em seus ensinamentos que já eram preciosos e transformadores para quem os seguisse desde então. Logo neste primeiro momento, a “lição” ou conteúdo sobre deixar de sermos marujos e nos transformarmos em Capitães de nossas próprias vidas, verifico então que de imediato devemos entender que a RESPONSABILIDADE sobre nossos resultados em toda e qualquer área de nossas vidas é de CADA UM de forma individual. Ninguém sofrerá as mazelas de uma vida mal vivida por você, ou em contrapartida colherá os louros de uma vida bem vivida por você também. Sermos Capitães de nossos próprios navios no oceano da existência presente cabe sermos responsáveis pelas opções de quais direções tomaremos, de qual velocidade avançaremos, qual vento seguiremos, quais suprimentos levaremos, quais destinos queremos atingir e/ou conquistar, e onde queremos atracar nossos navios para assim olharmos para trás e realizarmos a consciência de que a viagem foi proveitosa, mágica e transformadora. De que realmente valeu a pena. Às vezes como marujos SONHAMOS em desbravar lugares novos, conquistar novas terras, descobrir novos sabores, apaixonarmos por novos amores, degustar novas perspectivas, “saborear” novas melodias, respirar novos ares. Porém, sem TRANSFORMAR estes sonhos em METAS verdadeiras, certamente nunca levantaremos âncora. Obrigado pelas coordenadas e pelas diretrizes Sr. Comandante. Nós marujos (futuros Capitães) estamos aqui ávidos por aprender a navegar. Aqui içamos nossas velas. Nos vemos em alto mar… Alex Reis

Marco Natali 18 de Junho de 2017 as 6:36

Bom, somente um artista com sua sensibilidade poderia escrever palavras tão belas. Obrigado. Sim esse negócio de passar de marujo a Capitão é um ato de liberdade, de ousadia e principalmente de responsabilidade, que é a condição sine-qua-non para se conquistar qualquer coisa nesta vida. Sim não alcançamos a felicidade nem o desespero por ninguém, a não ser por nós mesmos. Mesmo quando nos solidarizamos com as pessoas que amamos, com nosso próximo e com nosso semelhante, sabemos que tudo é efêmero e que a Lei da Impermanência está sempre presente. Portanto, até para amar precisamos ser responsáveis e acredito que o amor, mais que tudo é um ato de comprometimento com a pessoa que amamos, com nossos ideais, com nossa Missão de Vida. E é por isso que estar consciente a cada instantes como nos ensina o Buda é a condição para vivermos o presente em todo seu significado e em toda sua plenitude. Quanto ao vento a seguir é o que nos lembrava Sêneca ao afirmar que “- Não existe vento favorável para aquele que não sabe para onde vai.” Daí a importância da firmeza de propósitos e de se seguir os sinais, os sonhos que podem ser transformados em realidade através da determinação e do foco. Sei que você sabe o que quer, que tem um Norte e que está partindo para uma nova etapa de sua vida no Canadá e fico feliz em saber que o fará com toda a sua família, não cortando totalmente suas amarras por aqui porque seria bobagem considerando os inúmeros amigos que cultivou ao longo dos anos de sua existência preciosa, mas adelgaçando os laços já que evoluir é preciso. Seja muito bem vindo ao Transformacionalismo que não foi criado para os hesitantes e nem para os fracos e sim para os intrépidos como você. Aqui é sua casa! Sinta-se entre amigos e pessoas que comungam com você os ideais mais elevados. Permaneça conosco e continue na Serenidade do Senhor Buda! Bem vindo seja!

Monge ZEN Fernando Ryushin Sedano Porto Alegre – RS – 18 de Junho de 2017 as 22:42

Primeiramente, gostaria, muito de agradecer a oportunidade de poder estudar e refletir…Esta possibilidade de paidéia, de mantonologia, através do transformacionalismo!!!
Graça e Paz a ti meu amado professor …Desculpe ser tão cabeça dura, peço desculpas a ti, por dar trabalho, e a mim…Por dar trabalho também!!!
Paz e Bem!
Permaneça na Serenidade do Buddha! Gasshô

     Quanto aos Sonhos, metas e os objetivos:

     Creio que quanto aos sonhos e os objetivos, seja necessário manter um realismo crítico. Preciso levar em conta que sim, existe um passado que influenciou, e ainda pode influenciar em meu presente, entretanto, aqui entra a criticidade que aprendo no Transformacionalismo , que é a possibilidade de transformar o passado e os sonhos em algo de minha escolha, deixar de ser “ditado” por um “script”, transformar, Transformacionalismo é a possibilidade de transformar sonhos em objetivos, objetivos em realidade, realidade em alegria e felicidade e que pode sim… Estar tudo bem no aqui e agora.(Pensamento Correto)

     Transformando em etapas, o SMART, posso começar a ver de uma forma mais clara, e o passado começa a ser transformado em uma visão mais adequada ao momento atual. (Visão correta) 

Marco Natali 19 de Junho de 2017 as 8:08

Quanto à oportunidade de poder estudar e refletir não é você quem precisa agradecer, sou eu que agradeço pela oportunidade de servir que é meu Lema de Vida! Obrigado, muito obrigado. Sim a Paidéia é realmente um dos objetivos do Transformacionalismo principalmente na questão ética e na questão de abranger a vida como um todo, daí ter incluído as principais áreas da vida, como diferentes níveis em nosso processo de transformação. Aqueles de nossos leitores que não conhecerem esse termo devem procura-lo na Internet, pois é bem representativo de nossos esforços no Transformacionalismo. Já me disseram que o Transformacionalismo é uma espécie de continuação do trabalho de Sócrates, mas exageraram na avaliação, não estou a altura de uma tarefa que se permita ser comparada ao esforço magnífico de Sócrates a quem muito admiro. Mas a ideia de Paidéia me é particularmente tocante por pertencer à Época de Homero que cunhou o personagem Mentor protagonizando alguém capaz de ombrear com o Yoda na tarefa nem sempre fácil de nortear discípulos que tenham comprometimento com a tarefa da auto transformação que é nosso objetivo por aqui. Quanto á Mantonologia peço-lhe desculpa, mas minha modesta cultura não me fez conhecer essa expressão até este momento. De qualquer forma um de meus fulcros filosóficos é a Ontologia visto buscar sempre a compreensão do Ser como um todo. A criticidade a que se refere me lembra muito da “discriminação” no sentido yogue do termo, ou seja ter em mente a escolha com discernimento e sim, é necessária, pois implica em reflexão que é o passo inicial ao agir e até mesmo nossas atitudes dela dependem. Quanto à “visão correta”, o rótulo adotado no Budismo Niskama Karma é “percepção correta”, mas o sentido é o mesmo e os rótulos são irrelevantes. E sim, só é possível o “estar bem” no aqui e agora. Espero que os transformacionalistas leiam e reflitam em suas palavras, pois contém a sabedoria na dose agradável que traz simplicidade à nossa vida.

Zilita São Paulo – SP 16 de Agosto de 2017 as 8:09

Prezado irmão Marco Natali,

Cada vez mais me surpreendo com a sua generosidade, tenho uma admiração imensa pela sua sabedoria e bondade, a forma e a preocupação que você tem em levar a luz as pessoas. Espero do fundo do meu coração um dia poder encontra-lo pessoalmente e que peço a Deus, ou como quiser chama-lo, para que você nunca desista de nós, que continue esse trabalho maravilhoso e que tem me inspirado muito.

Que você recebe multiplicado todo o bem que tem espalhado.

Obrigada, obrigada, muito obrigada.

Zilita da Conceição C Miranda

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 14:53

Oi Zilita, é muito bom conhecer sua imagem, até agora só a conhecia em palavras, mas pela sua foto vejo uma pessoa muito simpática e é um prazer conhece-la. Isso que você chama de bondade e sabedoria nada mais é que o dever de cada um de nós. Se meu lema fala em servir é meu dever servir da melhor forma possível, não faço mais nada que minha obrigação. Obrigado pelos cumprimentos. Seja muito bem vinda à nossa Família Transformacionalista. E não precisa agradecer eu que lhe devo agradecimentos por me ensejar o prazer de servir.

Cleidiane Águas Lindas – GO 30 de Agosto de 2017 as 9:51

Bom dia,

Estou muito feliz em participar deste curso de transformação.  Nesta minha primeira aula (Nível Fundamental), aprendi que nossa maneira de pensar é essencial para um futuro promissor.  É bom saber e está participando de um curso como o “Transformacionalismo”, que nos mostra que podemos aprender a realizar coisas maiores e melhores.  Cleidiane Viana 

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 13:27

Sim Cleidiane todos somos os resultados de nossos pensamentos. Os responsáveis pelos resultados que obtemos é diretamente proporcional ao que pensamos. Portanto somos responsáveis por tudo que nos acontece. Se não estamos satisfeitos com os resultados que obtemos, temos que mudar para melhor nossos pensamentos, o que irá gerar atitudes e ações em sintonia com nossos pensamentos que quanto mais elevados forem melhores resultados produzirão através do Transformacionalismo.

Valdir biólogo, músico, compositor Erechim – RS 17 de Setembro de 2017 as 18:47

Comentários à Lição 01 – Primeira Aula do Nível Fundamental

A primeira aula do Transformacionalismo é uma preciosa lição técnica que pode fazer a diferença na vida de qualquer pessoa que tenha disciplina e persistência, pois a mim parece que foca no principal problema que acomete as pessoas que se sentem derrotadas na sua jornada. Como dizia Steve Jobs em “the lost interview”, um documentário de 2012, dirigido por Paul Sen (que recomendo a todos – disponível no youtube e NetFlix), quase ninguém conhece a distância entre uma ideia (ou um sonho) e a concretização dessa ideia. Não basta formular a ideia e achar que o gênio da lâmpada vai fazer o resto. Na verdade, NÓS somos o gênio da lâmpada!! Se transformarmos os sonhos em objetivos, fatiarmos os objetivos em metas realizáveis e trabalharmos focados, alcançaremos resultados positivos. Claro que temos que aprender bastante sobre o assunto em que estamos envolvidos, teremos que rever alguns conceitos, ser flexíveis e ter método. E é aí que entra em ação o Transformacionalismo.

Penso ser importantíssimo o conteúdo da lição, onde inicia com a diferenciação de três conceitos fundamentais:

  • Sonho – desejo a ser realizado (sem consistência);
  • Objetivo – SMART (Peter Drucker); um desejo que passa a ser realizável;
  • Meta – cada etapa necessária para concretizar um objetivo.


E quero aproveitar para deixar uma espécie de testemunho sobre a eficácia do método do Mestre Marco Natali. Eu sou uma das pessoas que teve a felicidade de conhecer seus métodos e conhecimentos ainda na juventude – mesmo que, na ocasião, os rótulos eram outros e, talvez, tenha aprendido muito menos do que hoje está à disposição dos membros (afinal sou novato no Transformacionalismo); mas efetivamente apliquei as técnicas e conhecimentos adquiridos em quase todas as áreas de minha vida. Mesmo vindo de uma família muito humilde, que não tinha carro nem TV, conquistei muitos “sonhos” e hoje me considero um homem realizado e feliz (que considero o mais importante); sempre consegui ajudar meus pais, que hoje já são octogenários, e todas as minhas conquistas têm por trás a organização, disciplina e uma lição incrivelmente simples que o Mestre Natali um dia me passou: “Pare de pensar SE e comece a pensar COMO”. Foi assim que me tornei um cientista, sendo o único de uma família de quatro irmãos a cursar uma faculdade, onde conquistei o título de bacharel e licenciado em Ciências Biológicas, com especialização em Genética e Evolução e um Mestrado em Ecologia. Fundei a primeira empresa de Arqueologia da minha região (a Sírius – Estudos e Projetos Científicos/www.sirius.eco.br), posteriormente vendida a um grande amigo, que está em franco crescimento na bela cidade de Gramado – RS. Participei da fundação e dirigi durante muitos anos a empresa Geonaturae Ltda (www.geonaturae.com.br), em que realizei grandes projetos científicos na área da mastofauna e licenciamentos ambientais e hoje persisto como sócio-proprietário. Também fui instrutor de Kung Fu sob a tutela do Sifu D’Urbano e posteriormente instrutor de Jiu Jitsu e campeão regional da modalidade na categoria até 75 kg. Também lutei no primeiro Vale-tudo da minha cidade (Erechim – RS) contra um adversário 30 quilos mais pesado, onde empatamos a luta. Fui Bombeiro Voluntário durante 12 anos em duas organizações: a Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de Campinas do Sul, onde fui Presidente por duas gestões e Comandante durante uma gestão e a Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de Gaurama, a qual fundei junto com minha esposa e onde fui Presidente por duas gestões, me especializando em resgate aéreo e aquático, bem como fiz parte do grupamento de mergulhadores de resgate. Também me tornei piloto de voo livre na modalidade parapente, já tendo voado em praticamente todo o Brasil e também no Chile, Argentina, Uruguai, França e Suíça; fui instrutor de voo e cursei SIV em Bragança Paulista – SP, um curso que nem todos pilotos participam, dado o grau de risco (por isso é executado em cima de uma barragem). Posteriormente passei num concorrido concurso público do Ministério da Justiça, sendo hoje Agente Federal onde, na Superintendência do RS em 2015, então com 45 anos, fui vice-campeão estadual de natação em duas modalidades: 50m livre e 200m livre. Também utilizando as técnicas e conhecimentos com foco e determinação, aprendi de forma autodidata a tocar violão, contrabaixo e teclados, realizando composições, poemas e gravação de músicas autorais, já tendo lançado cinco coletâneas com minhas composições (o último álbum pode ser degustado, em parte, no site www.spiritusselvaticus.com) e um livro com foco em educação musical para crianças.

Peço desculpas pela extensão do texto, mas queria dividir com os colegas as experiências positivas. As dificuldades e percalços irão aparecer, mas com técnica e persistência todas as pessoas podem superar os entraves e conquistar seus objetivos. Basta transformar o que não funciona naquilo que funciona!

Grande abraço

Valdir

Marco Natali 18 de Setembro de 2017 as 5:58

Em primeiro lugar informo que estou permitindo a inclusão do link de seu site em seu comentário porque você se dedica a um trabalho de arte útil à comunidade e portanto traz benefícios sociais. Normalmente não permitiria para evitar que os comentários se transformem em um mercado ao invés de um recurso para o crescimento de nossa Família Transformacionalista. Informo isso aqui para que os demais membros não se sintam ofendidos por essa exceção. Embora eu conheça e já tenha publicado em vários lugares parte das declarações do Steve Jobs em seu leito de morte, nunca assisti essa entrevista que você recomenda e estou anotando para assisti-la hoje à noite. E sim, o gênio da lâmpada é um mito, até que cada um de nós arregace as próprias mangas e ponha a mão na massa. Embora eu não possa negar que o subconsciente quando bem administrado e alimentado com os pensamentos certos conduza a realizações em tempo recorde, não bastam mentalizações é preciso transforma-las em atitudes e ações que devem surgir a partir de um comprometimento funcional. Gostei da expressão “fatiarmos” de fato, se os planos genéricos não forem fatiados em etapas exequíveis é pouco provável que saiam do papel. Quanto mais difícil, mais etapas, que na Fraternidade Kung Fu eu chamava de “baldes”. Quantos baldes são necessários para transportar uma montanha? Um só se você tiver forças para erguê-lo, milhares deles se suas forças não forem tão fortes assim. É a mesma história a respeito de comer elefantes… Obrigado pelo seu testemunho a respeito de sua transformação de vida que, ao fim e ao cabo, é o objetivo do Transformacionalismo. Mas por favor não me chame de mestre, fiz apenas o que me cabia fazer. Digamos que as palavras que lhe disse caíram em terreno fértil o que não é real para todos que a ouviram. E é por isso que digo que não sou mestre de ninguém e que cada qual é mestre de si mesmo. Você fez sua parte e como dizia o Chico Xavier a semeadura é livre mas a colheita é inevitável. Também não tive TV em minha casa de infância, não só porque não tinha recursos como também porque a televisão ainda não havia chegado ao Brasil, já que sou vinte anos mais velho que você. O parar de pensar “Se” e começar a pensar “Como” é fundamental para todos os realizadores. Essa frase não é minha é do Elmer Wheeler que morreu em 1968 portanto antes de você nascer. Infelizmente o livro que eu tinha dele emprestei a um “amigo” que nunca o devolveu. Suas realizações não só empresariais como físicas são notáveis. Caramba! Até bombeiro voluntário você foi! Nós da Família Transformacionalista nos sentimos honrados em tê-lo conosco e em saber que abrilhanta nossas fileiras com seus feitos notórios. En passant mencionando sua carreira como atleta, músico e escritor. Como sempre digo: é possível originar-se em uma infância precária e sem recursos e fazer brilhar à luz do sol todo o potencial que recebemos e que podem transformar nossa vida em Obra de Arte. Sou testemunha disso porque o consegui e muitos de meu alunos do Transformacionalismo também, sendo você um deles. Excelente seu depoimento, tenho certeza que vai motivar muitos de nossos irmãos e irmãs de nossa Família Transformacionalista.

Duclera terapeuta São Paulo – SP 14 de Novembro de 2017 as 22:44

A primeira lição da primeira remessa, faz referência ao sonhos e aos objetivos.

Gostei bastante da parte que nos ensina como comer um elefante. Realmente é fantástico, claro que devemos come-lo um pedacinho por vez.

No decorrer da minha vida, percebo muito ansiedade, o desespero, mas, hoje em dia, estou aprendendo na marra que não adianta colocar o carro na frente dos bois.

Devido a minha doença no cérebro, com o passar dos anos tive que aprender na marra a ter mais paciência, e tentar fazer uma coisa por vez.

É difícil, mas eu penso que tenho conseguido. Preciso aprender agora como estipular os meus objetivos, sinto que sou um pouco pessimista nesse quesito.

Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 6:45

A história do elefante é do Pequeno Príncipe e na época me pus a pensar como seria. Ter encontrado essa ilustração na Net foi um grande achado para mim. E sim, tudo que parece acima de nossas forças deve ser “digerido” aos bocadinhos. Sim com certeza há uma hierarquia que devemos aplicar no que se refere a carros e bois. A ansiedade, desde que comedida, até pode ir na frente desde que focada em atitudes e realizações práticas, quando ao desespero jogue-o fora que ele não serve para nada, exceto tirar-nos da zona de conforto e fazer com que descubramos as oportunidades que se ocultam por trás das crises. Puxa se você conseguiu aprender a ter mais paciência e tentar fazer uma coisa de cada vez através do que chama de “doença no cérebro”, ela não é uma doença é uma oportunidade que deveria estar ao alcance de mais pessoas. Pessimismo não ajuda muito no preparo de objetivos, talvez seja útil memorizar e aplicar a máxima que afirma que Quem falha em planejar, planeja falhar. Seja muito bem vinda Duclera. Espero que permaneça conosco até o término deste curso do Transformacionalismo e que ele seja base fundamental para grandes realizações em sua vida.

Segunda aula do Nível Fundamental. A grande distância que existe entre as pessoas comuns e as pessoas bem sucedidas.

Vinicius Rio de Janeiro 3 de Novembro de 2016 as 12:07

Eu acabei me identificando muito com o modo de ser do marujo (não gostei disso. kkk), a minha característica de capitão é a de querer tomar as rédeas da minha vida.
Só que, ser Capitão é controlar tudo a minha volta? Se for, já me sinto esgotado.
Uma observação interessante é que algumas pessoas podem vir a ser bem resolvidas profissionalmente, mas serem verdadeiros marujos em outros setores.

Marco Natali 7 de Novembro de 2016 as 10:15

Sim é verdade Vinicius. Nem todos conseguem se sobressair em todos os seus papéis sociais. Ou seja a personalidade do Marujo coexiste com a personalidade do Capitão. Não é possível a exclusividade e talvez seja isso que nos dê flexibilidade em nossas atitudes e ações. E não, não é necessário controlar tudo. Na realidade quando mudamos nossas atitudes as ações seguem as atitudes e tudo flui sem esforço e sem dificuldade, precisamos apenas por ordem na mente e as demais coisas tendem a seguir em igual teor ao que adotamos nesse procedimento. Seja bem vindo, quando puder envie sua foto para podermos ilustrar seus comentários.

Adalberto Fortaleza – CE 3 de Novembro de 2016 as 13:11

O crescimento está para aqueles que procuram, sendo assim compreendo que o marujo, sempre poderá ser capitão, independente a hierarquia militar, pois podemos ter patente pequena, mas ser capitão
Em nossa casa perante a nosso filhos, esposa.
Em nossa sociedade.
Em nossas finanças
Em nossas saúde. e em tudo mais que nos propormos de melhorar nossos hábitos para então melhorar independente da realidade que se apresenta hoje.

Marco Natali 7 de Novembro de 2016 as 13:00

Adalberto foi muito interessante sua abordagem. É bem isso. Vivemos diferentes papéis em nossas vidas. O mesmo homem pode ser marido, pai, filho, irmão, exercer uma profissão, ter sua fé, ser um exemplo, ser o orgulho ou a decepção de alguém, ser ético, etc… São inúmeros nossos papéis o homem de sucesso é aquele que consegue sair-se bem no maior números desses papéis.

D’Urbano Jundiaí – SP – 30 de Janeiro de 2017 as 12:21

As coisas são pequenas para aqueles que tem a mente pequena. Um grande problema é perceber que temos a mente pequena. Se percebermos isso, poderemos mudar essa mente pequena e transforma-la em grande e então fazer grandes coisas. Mas realmente não é fácil romper com padrões e conceitos. Com ajuda é mais fácil. Assim estas orientações dadas nesta aula ajudam em muito a começar a quebrar as limitações e iniciar a transformação.

Marco Natali 31 de Janeiro de 2017 as 16:31

Sem dúvida D’Urbano e uma das coisas que tornam nossa mente pequena, sem que percebamos é o fato de ainda não termos aprendido a “pensar fora da caixa”. O que significa flexibilizar e ver mais além, buscar, encontrar e implementar soluções que antes não percebíamos. No caso das histórias dos vencedores de prêmios milionários que apresentamos ao longo desta lição. Essas pessoas que os ganharam e não os souberam conservar, não se deram conta de que a dificuldade era deles e não das circunstâncias e alguns deles até dizem que ter passado por essa experiência foi desgastante e uma espécie de castigo, quando o castigo foi causado por eles mesmos. Essa falta de percepção é semelhante a dirigir um carro com o freio de mão puxado. E tem gente que nunca se dá conta. Obrigado pelo comentário que, com certeza, vai ajudar outros participantes. Coisas mais importantes estão vindo nas lições à frente, a questão é percorrer cada aula, compreendendo e implementando o que se aprende. Parabéns.

Felipe de Lages SC, atualmente morando em Brasília 9 de Fevereiro de 2017 as 00:45

uando se assume o papel de Capitão se assume a responsabilidade sobre cada ato, seja um ato isolado, dentro do convívio familiar. Seja um ato grande ou visível, no seu local de trabalho ou na sociedade. Em resumo, requer estar tão aberto a receber as coisas boas da vida quanta estar preparado para assumir o papel de agente, arcando com o resultado de seus atos. Pode acontecer que, nem sempre, as coisas sairão como gostaríamos, mesmo sendo Capitão. A diferença, penso eu, é que o Capitão avalia o que houve e acerta as velas de seu barco para, enfim, chegar ao seu destino. O Marujo, diante de um revés, espera alguma ajuda; ou dos céus, ou de alguém ou do governo. Não percebe que a ajuda maior (e muitas vezes única, dependendo da situação) vem dele mesmo.

Marco Natali 14 de Fevereiro de 2017 as 15:28

Grande verdade Felipe. O texto de seu comentário pode ajudar muita gente. Obrigado por expressar sua sabedoria aqui. Quanto aos dissabores, eles podem ocorrer independente de sermos capitães ou marujos, mas procure se lembrar da frase da Irmã Dulce: “Tudo que acontece no Universo tem uma razão de ser; um objetivo. Nós como seres humanos temos uma só lição na vida: seguir em frente e ter a certeza de que apesar de as vezes estar no escuro, o Sol vai voltar a brilhar.”

Marco Raposo asceta budista, acupunturista Kung Fu Master Cotia – SP 14 de Junho de 2017 as 4:28

02 – Dando à sua mente os recursos que necessita para levar você de marujo a capitão de sua vida

Há um trecho nesta lição que é assim: “(…) ao longo destas aulas sua vida terá a oportunidade de mudar radicalmente, desde que você se comprometa em aplicar as instruções que vai receber.”

Pois é, um ponto de certeza para qualquer ser é que sua vida irá mudar. Grandes ou pequenas mudanças ocorrerão, isso é inevitável por ser a natureza de tudo e de cada coisa. Cabe a cada um direcionar, com base em suas potencialidades, o rumo dessa mudança – apontando para a prosperidade, para realizações, para harmonia.

Reveses nunca mais? Ah, ainda existirão contratempos e contrariedades, mas será mais simples passar por essas questões.

O colega Vinícius escreveu em seus comentários que em alguns aspectos se identificou, naquele momento, com o modo de ser do marujo. Vejo que é natural em virtude da nativa predisposição todos temos ao “marujismo” ou capitanismo”.

 Marco Natali 14 de fevereiro de 2017 as 15:37

O psicanalista discípulo de Freud, Carl Gustav Jung costumava dizer que todos temos um lado Sombra, o que infere que temos também um lado Luz. Assim também uma folha de papel ou uma moeda tem que ter os dois lados, mas como disse o velho índio, vai prevalecer aquele lado que mais alimentarmos. Obrigado por seu comentário Marco. Tenha um excelente dia!

Fernando Ryushin Sedano 18 de Junho de 2017 as 23:18

Muito grato meu amado Professor
Lição 2: Recursos da Mente:

Sair do “Caminho dos Ratos” acaba sendo uma meta, porém, percebo que ele como meta não é benéfico, pois acabo por me mantendo ainda mais ali, no que em Sânscrito é chamado “Samskara”. Seguir o mesmo caminho, estar preso nele. Estar no caminho do meio ainda é estar entre um ou outro. Começo a dar-me por conta que o mais efetivo é como ensinou mestre Dôgen Zenji, traz no Shobogenzô: “Não sinta-se Alegre apenas por ver as flores da Primavera, nem tão pouco Triste ver as folhas do outono, Dê um passo e perceba, as quatro estações são uma coisa só!”

Ou seja, dar um passo, sair das influências e perceber que aquilo que agora parece fixo e permanente, na realidade é apenas uma parte… Sigo adiante!

Para mim, esta é a diferença entre ser um marujo e um Capitão. A Responsabilidade por minha própria vida, ir onde e quando quero, avaliando as possibilidades  e viabilidades, errando, acertando, corrigindo, aprimorando. Encontrando ventos, marés, estrelas, ondas, rotas que me levem onde quero e VOU!
Posso mudar minha mente, através de nosso treinamento, da neuroplasticidade, um conceito conhecido na prática há milênios por Buddha, quando ensina sobre a percepção da ignorância a cerca da vida e da existência e a possibilidade de, através de treinamentos e cultivos(Bhavana), alcançar a realização da compreensão, que não pode ser teórica, mas sim vivencial e plena… “Ficar rico não é difícil”, compreensão requer conquista e cultivo… Muito obrigado por este treinamento, pois através dele, tenho podido crescer em minha caminhada no Budismo e por conseguinte em todos os âmbitos de minha vida!
Graça e paz!
Permaneça na Serenidade do Buddha! Gasshô. ​Fernando Sedano​

 Marco Natali 19 de Junho de 2017 as 8:34

êNa realidade quando alguém escolhe “sair” de alguma coisa está criando um compromisso com a possibilidade de evolução, de trilhar um caminho diferente. Mas você tem razão essa possibilidade é limitada considerando-se que nunca abandonamos as impressões que estão firmemente alicerçadas em nosso Alayavijnana. Mas o que me alivia na visão de Dôogen é um ensinamento sobre a Roda do Dharma (Também conhecida como Roda da Vida ou Roda da Lei.). Um de meus mentores no Budismo me fez ver que essa roda tem diferentes raios dentro dela, como se fosse a roda de uma carroça e eles representam o todo da vida, portanto as partes mais benfazejas (As bênçãos.) e também as partes mais difíceis (As lições.). Mas esse mentor pegava uma representação da roda e a fazia girar sobre uma mesa e me ensinava mais ou menos assim: – Se você considerar a mesa como a realidade da vida, a roda ao girar sobre ela aproxima dessa superfície um raio a cada vez e haverão alguns que simbolizarão provações e outros que simbolizarão as transcendências dessas provações. Simbolicamente esses raios estão em lados opostos, embora seja apenas uma ilusão, pois a soma deles todos, o todo da roda tem que ser percebido como uma só e mesma coisa (Como nos ensina Dôogen.). E em meu coração de criança (Aprendi isso na tenra infância.) me fez cogitar que se um raio de provação está tocando a vida (No caso a superfície da mesa.) com o girar da roda ele passa a se mover e outro raio se aproxima, alguns bem mais benfazejos e isso tornava minha vida bem mais suportável quando eu estava passando por momentos difíceis. Meu raciocínio era que quanto mais difícil o momento se tornava, mais perto eu estava da redenção que vinha se aproximando na proporção que os raios benfazejos se dirigiam à superfície da mesa. Sei. É bastante primário, mas me nutriu por muitas ocasiões e ao mesmo tempo me fez perceber que os momentos de bênção também antecedem os momentos de provação que se seguirão inexoravelmente o que pode implicar em dor, mas não necessariamente em sofrimento, considerando que tudo muda e se transforma continuamente dada a lei da impermanência. E aliás essa possibilidade de transformação contínua é que me levou a dar o nome de Transformacionalismo a nosso treinamento. Noto que essa minha percepção também é a sua quando menciona que coisas que se aparentam fixas e permanentes, na realidade são apenas uma parte e pode-se seguir adiante. O que primorosamente você atesta ao mencionar os Bhavana que vem comprovar que mesmo algo tão moderno como o conceito de neuroplasticidade já era mencionado por Buda em uma dimensão mais profunda. Seu comentário me fez refletir e refletir também é parte da percepção que é a trama do tecido do mindfulness.

MARLI S. MATSUMOTO NATALI 25 de Julho de 2017 as 14:57

Com relação aos primeiros temas do nível fundamental,  que basicamente trata de desenvolver em si mesmo atitudes, habilidade e desempenhos para ser uma pessoa bem sucedida. Em meus sessenta anos de vida já passei pelo estágio de marujo a capitão e tendo já alcançado todos os patamares por mim almejados, hoje tenho outra visão do que é ser uma pessoa bem sucedida. Me lembro de um fato contado por Max Gehringer, sobre um vendedor de uma empresa que batia todos os meses as metas determinadas pela gerencia de vendas, até que os diretores querendo compensá-lo e pensando em melhor aproveitar seus esforços,  resolveram promovê-lo a gerência de vendas. O vendedor que a principio ficou bastante lisonjeado, mas depois ficou pensando em como os colegas o admiravam e invejavam e em como ele se sentia realmente feliz por ter alcançado seu objetivo de bater a meta todo mês…. como ele era feliz! Mas sendo gerente teria que lidar como as metas de todas as equipes, teria que participar das reuniões junto à diretoria toda sexta feira ,às vezes se estendendo até tarde o que  faria perder o futebol com os amigos às sextas à noite. Pensou na rivalidade entre as equipes que teria que controlar, pensou nos relatórios que teria que apresentar e decidiu que preferia continuar sendo o melhor vendedor de sua equipe e os bônus que isso acarretava lhe bastavam. Penso que às vezes nem é preciso chegar à capitão mas ser o melhor marujo ou o 1º imediato já é o bastante, o importante é ser feliz!!! De qualquer forma acho interessante o ditado: “Seja um arbusto no topo de uma montanha… mas seja!!!” 

Marco Natali 26 de Julho de 2017 as 9:36

Minha esposinha querida. Você tem razão em tudo que disse, comentarei apenas um fato que aconteceu comigo. Quando morava em Niterói no Estado do Rio de Janeiro fui convidado a ministrar um curso de Neurolinguística a uma equipe de vendedores da maior agência da Fiat em Niterói. Durante esse curso que foi realizado em uma Fazenda em Maricá, o gerente de vendas foi demitido e ocupou esse cargo um dos vendedores que tinha uma personalidade extremamente agressiva. Obviamente ele não tinha perfil para o cargo e como devia ser um excelente vendedor devido a sua personalidade, logo estava acompanhando seus vendedores para fechar vendas com eles. Oras. Um executivo é um gerente e como dizia o Philip Kotler a função do gerente é conseguir que as coisas sejam feitas, portanto não é tarefa do gerente fazer o que precisa ser feito e sim conseguir que seus subalternos o façam. Depois que ministrei o curso, logo em seguida retornei para São Paulo e desconheço o desfecho da história que mencionei. Mas o aspecto positivo que seu relato enseja é percebermos que ser o Capitão não significa dirigir o navio. Não se trata da função e sim da atitude e de como você se sente realizada ou não. Eu diria que um vendedor que é o líder de sua empresa e que se sente realizado com isso é mais do que um mero arbusto no alto da montanha ele é o capitão de seu destino!

Cleidiane Viana 30 de Agosto de 2017 as 11:36

Bom dia,

Nesta Segunda aula, aprendi que sou unicamente responsável pelo meu fracasso ou sucesso na vida. Que a falta de motivação interna leva à procrastinação que nos conduz ao caminho dos ratos. Sim, até alguns instantes eu fazia parte da equipe dos marujos da vida, mas a partir de agora com a ajuda do transformacionalismo, deixo emergir, vir atona a Capitã submersa em minhas entranhas.  

Obrigada Dr. Marco Natali,

Cleidiane Viana

 Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 13:32

Pois é Cleidiane dentro de cada um de nós existe um Marujo e um Capitão. O Capitão deveria estar no comando, mas de vez em quando cometemos pequenos deslizes e o Marujo volta a aflorar. Quanto mais tempo nos dedicarmos a manter o Capitão que existe em nós no comando, mais felizes e realizados seremos. Tudo é uma questão de escolha. Para isso devemos utilizar da maneira correta o nosso livre arbítrio.

Valdir Coppas 18 de Setembro de 2017 as 17:46

Comentários à Lição 02 – Segunda Aula do Nível Fundamental

A segunda aula do Transformacionalismo trata dos recursos mentais necessários para que uma pessoa passe metaforicamente de “marujo a capitão” de sua vida. A lição inicia com a frase “sua capacidade de mudar é infinita”, que me fez lembrar do paradigma dos três infinitos, proposto pelo filósofo e cientista francês Teilhard de Chardin (1881 – 1955), onde temos, além do infinitamente grande e do infinitamente pequeno, o infinitamente complexo, ao qual se encaixa a mente humana (como biólogo, eu entendo que todas as mentes mais evoluídas devem se encaixar nesta definição, não apenas as mentes humanas, mas isso não vem ao caso neste momento). De fato, a lição nos ensina que os recursos de que necessitamos já estão em nós, em nossa mente complexa, mas nosso condicionamento e/ou falta de conhecimento de métodos que funcionem, bloqueiam nosso crescimento. A lição dos ganhadores de loterias é impagável (desculpem o trocadilho); realmente não há prêmio duradouro sem esforço, luta e dedicação. E a história do Chefe índio é muito reveladora: temos que alimentar os lobos (hábitos) que nos ajudam a conquistar nossos objetivos e deixar “em jejum” os lobos que nos afastam dos objetivos. Às vezes isso pode ser simples e fácil, como por exemplo, tendo o objetivo de um corpo mais magro e saudável, preferir uma maçã ao invés daquele sorvete artificial cheio de açúcar, gorduras e conservantes; e, às vezes, alimentar o lobo certo pode ser um pouco mais difícil, como acordar uma hora mais cedo para correr na praça ao invés de ficar dormindo (principalmente no inverno). Mas uma coisa é certa, um lobo bem alimentado é de uma força extraordinária e nós vamos querer ele do nosso lado, ao invés de ser nosso adversário. Quando a lição fala da neuroplasticidade, que é moldada pelo hábito e que pode ser tanto “boa” (quando nos leva em direção aos nossos objetivos) como “má” (quando nos afasta dos nossos objetivos), eu a entendi como o mecanismo cerebral por trás da metáfora dos lobos do Chefe índio. Bueno, vamos ao quintal alimentar os nossos lobos? Fraterno abraço Valdir

Marco Natali 19 de Setembro de 2017 as 6:28

Seu entendimento e compreensão estão cem por cento Valdir. De fato hábitos são lobos vorazes e extremamente fortes portando nos cabe ter discernimento e sabedoria ao alimentá-los. E com certeza há hábitos mais fáceis que outros cabendo a cada um priorizá-los em função dos objetivos colimados. Gosto de sua abordagem, da maneira como vê cada um dos princípios apresentados. Acredito que seu ângulo de percepção vai ajudar bastante os demais membros de nossa Família Transformacionalista.

Duclera Gerola  14 de Novembro de 2017 as 22:46

Segunda lição da primeira remessa

Dando a sua mente os recursos que necessita para levar você de marujo a capitão de sua vida.

Nesta lição, percebi que sempre fui estimulada a ser Capitã, mas como as coisas não deram muito certo, percebo também que muitas vezes preferia ser marujo, obedecendo as ordens, mesmo não gostando, mas achando que era mais fácil.

Hoje, com a maturidade chegando, percebo que tenho que assumir o cargo de Capitã, até porque não consigo delegar a outras pessoas a responsabilidade pelos meus processos.

No budismo que prático, temos um lema: levantar só. Isso me motiva a cada dia, mesmo com a perda da visão

 Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 6:55

Sim Ducléra todas as pessoas são destinadas a se tornarem capitães. Embora seja necessário a marujada no desempenho das funções mais básicas, até mesmo o Marujo tem seu dia de Capitão em relação a seus filhos e às pessoas a quem ama, isso sem falar nas decisões que tem que tomar a todo momento em sua vida. Só somos verdadeiramente Capitães quando assumimos nossas responsabilidades em relação a nossos processos pessoais. Fico sensibilizado ao saber que você apesar de ser deficiente visual está fazendo o curso do Transformacionalismo e enviando seus comentários enquanto outras pessoas com visão perfeita não o fazem. Isso é, para mim, testemunho suficiente de que há pessoas que superam suas deficiências e fazem de sua vida uma obra de arte e outras que embora o possam fazer e até tenham condições até melhores para o fazerem, desperdiçam seus potenciais e mergulham na mediocridade. Isso serve para aumentar minha admiração por você e sentir um orgulho ético por tê-la em nossa Família Transformacionalista.

Terceira aula do Nível Fundamental. Conquistando atitudes, habilidades e desempenhos que facilitam sua vida.

Adalberto 3 de novembro de 2016 a partir do 1:16 pm

Estou indo para lição 04 acredito que com um pouco de atraso, pois estou muito atarefado com alguns compromissos extras e que graças a Deus apareceram, e graças a esse método estou superando-os um a um.

Nessa lição gostei muito das exemplificações, vou escrever assim, pois vira e volta eu não compreendia quais eram meus valores mais fortes ou predominantes, mas graças a essa lição compreendi por que eles são predominantes e por que eles mudam, por causa dos diversos fatores que acontecem em minha vida.

Dr Marco Natali deixo claro para o senhor que esta valendo a pena o investimento que fiz com o dinheiro e agora com o tempo no estudo desse curso

Marco Natali no 7 de novembro de 2016 a partir do 10:04 am

Obrigado por seu depoimento Adalberto. Considere que ainda está indo para a quarta aula e que há várias outras delas neste Nível Fundamental e ainda existem outros seis níveis pela frente com muita coisa boa, útil, aproveitável e transformadora. Ao término do curso certamente sua vida não será a mesma. Terá galgado vários degraus de transformação e o mérito será todo seu, pois os ganhos serão proporcionais à sua dedicação comprometimento e principalmente compartilhamento com os demais através destes comentários pois eles geram uma energia de resposta que ajuda a todos e principalmente aquele que realizou o comentário.

Felipe 9 de fevereiro de 2017 a partir do 12:52 am

Infelizmente, também não consegui me organizar até então para acompanhar a turma do curso. Agora estou seguindo, aos poucos, no treinamento. Sei que devo ajustar melhor meu tempo, para fazer o curso com mais frequência. Estou me organizando para isso.

Obrigado pelos ensinamentos, Professor Marco.

 Marco Natali no 14 de fevereiro de 2017 a partir do 3:40 pm

Eu que lhe agradeço Felipe pela oportunidade de poder ajudar de alguma forma, afinal aquele que não vive para servir não serve para viver. É muito bom ter a oportunidade de compartilhar o pouco que sei e espero que esteja caindo em terreno fértil e que você venha a obter muitos frutos do bem que semeia a seu redor. Abraço.

D´Urbano 28 de março de 2017 a partir do 12:13 pm

Estou em uma fase de minha vida, onde me sinto relativamente bem comigo mesmo , mas realmente desacorçoado com a situação geral. Sempre me considerei uma pessoa honesta e correta e por isso, fico muito perturbado com a falta de responsabilidade geral dos demais. Me incomoda muito a falta de senso comum e de respeito para com o próximo. Meu pai, costuma dizer que a maioria das pessoas pensa – Estando bem eu e meu gato, o resto que se dane ! – Olhar para o próprio umbigo implica em desrespeito ao coletivo. De um jeito ou de outro, acredito que isso nos afetará mais tarde. Se não a nós diretamente, então à nossos filhos ou netos.

  • Marco Natali 30 de março de 2017 a partir do 1:14 pm

Considerando que você é um avô amantíssimo e está em vias de se tornar avô novamente (Meus parabéns.) é muito séria essa sua afirmação e também sou solidário ao que disse, realmente precisamos melhorar o mundo em que vivemos, se não por nós mesmos, pelo menos pelos nossos descendentes. Fazemos isso ao educa-los corretamente. É mais importante prepararmos nossos filhos e netos para o mundo de amanhã, do que tentar mudar o mundo. Mudar o mundo não depende apenas de nós, mas a educação dos descendentes depende de nós em grande parte, a principal e maior parte. Obrigado por compartilhar esse seu parecer, que estou certo, orientará de maneira adequada os demais participantes do Transformacionalismo.

Felipe 2 de Junho de 2017 as 22:35

O que eu tenho percebido na minha vida, até o momento, é que quanto mais conheço a mim mesmo melhor me sinto diante dos outros e das situações que se apresentam, por mais diversas que elas sejam. Por exemplo, me conhecendo melhor, aprendo como lidar com situações difíceis da melhor maneira possível, pois sei até que ponto posso ir e como agir para reverter a situação, aprender com ela e evoluir. Da mesma forma, penso que me conhecendo melhor posso aproveitar melhor os momentos de alegria e divertimento, pois tenho consciência do que gosto e do que me faz bem e, do mesmo modo, sei de que modo posso me comportar para desfrutar ao máximo dos bons momentos.

Aprimorando o autoconhecimento podemos viver mais e melhor. Esse é o meu ponto de vista. 

Marco Natali dia 6 de Junho de 2017 as 11:00

Sim, o autoconhecimento é a base para que descubra sua Missão de Vida e pare de trabalhar, foi o que fiz. Ao encontrar minha Missão de Vida que é o Transformacionalismo passei a me dedicar a ele e nunca mais trabalhei, pois considero que ao fazer o que você ama, você não trabalha mais, está fazendo o que gosta e fazer o que gosta para mim é diversão. Quanto às situações difíceis elas sempre existirão e ninguém escapa de ter que passar por elas, mas se conhecendo melhor através do autoconhecimento e também aprendendo as estratégias e táticas que o Transformacionalismo vai lhe proporcionar você não só reverte a situação como aprende com ela! E saiba que não só poderá aproveitar melhor os momentos de alegria e divertimento, por ter consciência do que gosta e do que lhe faz bem como aumentará esses bons momentos e quando internalizar o conceito de “O que não é bênção é lição.” que será ensinado no treinamento, verá que até os momentos realmente difíceis e o ato de ter que lidar com pessoas encrenqueiras e de mau caráter irá acrescentar uma experiência válida à sua vida.  Seu ponto de vista a respeito de aprimorar o autoconhecimento e poder viver mais e melhor é verdadeiro e espero que seja espelhado pelos nossos demais alunos transformacionalistas. Obrigado por seu exemplo edificante. 

Fernando Ryushin Sedano 18 de Junho de 2017 as 23:36

3 – Conquistando atitudes habilidades e desempenhos que facilitam sua vida.

Bom, esta lição foi desafiadora desde o início, pois não é muito agradável, quando se está sendo minimamente honesto, ver que na verdade, não tinha um nível de comprometimento tão alto quanto pensava… não é fácil verificar que ainda tenho muito da plumagem de “marujo”… Mas é libertador perceber que a transformação da “plumagem” é possível através da persistência, treinamento, compreensão dos meus valores, vendo e revendo de acordo com o apropriado. Aqui me deparei com Silla(Virtudes) que são ensinadas no budismo e mesmo os chamados 10 mandamentos, me lembrei o quanto não são ordens, mas sim possibilidades de ver e rever os valores e utilizá-los de uma forma a alcançar algum objetivo que beneficie a si mesmo e a todos os seres.

É preciso comprometimento para acessar a mim mesmo.
Muito obrigado amado professor!
Permaneça na serenidade do Buddha. Gasshô. Fernando Sedano

 Marco Natali 19 de Junho de 2017 as 9:14

Estimo em saber que a lição lhe foi desafiadora, já que a transformação não ocorre sem que esse precioso passo do desafio tenha se manifestado e causado eco em nossas intenções. E sim a transformação é possível desde que haja dedicação e comprometimento. Li em algum lugar que a águia passa por uma espécie de renascimento em que quebra o próprio bico na superfície de uma rocha para que nasça outro mais adequado e resistente. Não sei da veracidade ou não dessa afirmativa, mas ela nos serve para que nos lembremos de que algumas vezes esse processo é árduo e sofrido, mas é o preço a pagar pela transformação consciente e focada. Segundo Jung nunca nos libertamos completamente de nosso lado sombra, que você tão elegantemente se referiu como “plumagem”. Isso, como nos ensina o velho índio nos faz recordar que tudo vai depender de quem vamos alimentar ao mesmo tempo que o Samskara nos faz ver e lembrar sempre que o Marujo nunca vai descer de nosso barco da vida e de quando em quando vai se manifestar, precisamos cuidar de não alimentá-lo já que se precisa existir que se mantenha magro e sob controle. Para esse tipo de magreza o ideal é uma dieta de pensamentos corretos. Gostei de sua análise de que na realidade não existem mandamentos e sim percepções e o que as faz se impor é justamente nosso foco, dedicação e comprometimento. Permaneça você também na serenidade do Buda. Gasshô

Marco Raposo 21 de Junho de 2017 as 6:10

3 – Conquistando atitudes, habilidades e desempenhos que facilitam sua vida

Esta lição ensinou-me que eu me enganava e, em seu início, me deixou desnorteado.

Digo que eu me enganava porque diversas vezes havia pensado em metas, em alcançar objetivos e no que eu queria me tornar. Porém, quando segui as instruções e comecei a literalmente colocar no papel essas informações, percebi que o que eu tinha era na verdade uma porção de ideias soltas, não organizadas, nenhum plano sistematizado, traçado.

Ao término da lição, mesmo sabendo que ainda há muita água para passar por debaixo da ponte, me senti feliz; a sensação de estar desnorteado passou, pois fui capaz de escrever uma missão de vida – não é absoluta, pode mudar, como tudo na vida, mas foi um maravilhoso passo – e consegui elencar e entender meus valores.

Termino a lição sentindo vontade não só de prosperar junto com os demais irmãos (somos a família Transformacionalismo, não é mesmo?) como de acompanhar o ingresso de mais pessoas ao curso, para ter a satisfação de ver muita gente dando guinadas em suas vidas.

 Marco Natali 21 de Junho de 2017 as 10:55

Essa questão do desnorteamento é muito útil, pois traz em si a percepção que os sonhos só se transformam em metas depois de muita reflexão em que são trabalhados e retrabalhados em direção a algo útil e factível. Sim desejo, espero e creio que sejamos uma família e que cada um de nós ampare, assista e troque ideias com todos os demais, daí minha insistência para que façam comentários a cada lição. As vezes se aprende mais com o comentário do que com a lição em si mesma já que os comentários algumas vezes se fundamentam em experimentação e trazem depoimentos verazes e insubstituíveis. Teremos um determinado número de participantes em nosso Treinamento e quando essa quota for atingida, só ingressarão participantes novos quando algum dos já existentes venha a desistir, portanto se você se inclina a ajudar alguém, parentes ou amigos, incentive-os a se inscreverem o quanto antes. E prossiga com esse seu espírito indômito, agindo de forma correta o futuro fica mais prazeiroso e realizado. Parabéns.

Marco Raposo 8 de Julho de 2017 as 6:51

3 – Conquistando atitudes, habilidades e desempenhos que facilitam sua vida

Por muitos anos desta minha vida eu repeti um padrão: iniciar coisas e não terminar. Com o passar dos anos, mesmo sendo relativamente jovem, pude olhar a meu redor e perceber uma pilha de informações incompletas, um sem número de coisas iniciadas e não acabadas. A minha reforma pessoal foi iniciada com a participação no curso de formação de ascetas budistas da Ordem Niskama Karma, foi muito reforçada – realmente reforçada – após ter sessões de coach com o professor Dr. Marco Natali. Agora, no transformacionalismo, sinto que passei por um processo de criação de uma fundação capaz de sustentar os esforços aos quais estou escolhendo me dedicar. Sim: AOS QUAIS ESTOU ESCOLHENDO ME DEDICAR. Afinal, como diz o ditado em inglês: “It’s up to you!” – depende de você ou escolha sua ou ainda “a bola está contigo e você escolhe partir em direção ao gol ou tocar para trás”.

No momento de formular as diversas perguntas que esta lição propõe, eu escolhi sentar em meditação e deixar o assunto fluir livremente pela mente, sem me apegar a nenhuma ideia, pergunta ou mesmo resposta. Apenas observei o que passava, para depois fazer as anotações; vou repetir isso, pois percebi após essa prática que, para mim, o caminho a trilhar surge de maneira muito mais madura dessa forma.

Marco Natali 8 de Julho de 2017 as 10:44

Acho que a maioria das pessoas passa por essa fase de iniciar muitas coisas sem terminar e é justamente aí que está um dos passos mais relevantes da arte de se tornar adulto. Só somos adultos quando escolhemos o que seja relevante para nós e é daí que surge a busca da Missão de Vida. Que é uma coisa, como você mesmo disse, a que cada um de nós escolhe se dedicar. Os que não fazem isso ficam “bestando” com coisas inúteis e pouco significativas. Nunca gostei daquela “conversa engana trouxa” que os vendedores de carros usados usam para engabelar os possíveis compradores. No entanto certa ocasião estava com um senhor que era mecânico aposentado e estávamos assistindo um programa de TV em que alguém aplicava uma conversa cheia de “quais quais em alguém” e esse senhor virou para mim e se gabou com muito orgulho de ser capaz de adotar uma conversa dessas e terminou dizendo:  Eu poderia ser um excelente vendedor de carros usados. Como nunca valorizei esse tipo de conversa comecei a observar esse homem e percebi que ele nunca tinha gostado de ser mecânico a vida toda, trabalhou nisso por precisão, por carência, por necessidade, não porque gostasse. Ou seja, já era um homem idoso, mas nunca encontrou sua Missão de Vida. E na minha idade conheço muitos outros idosos que são birrentos e estão de mal com a vida justamente por causa disso. Dei um nome para isso: A SÍNDROME DA SEGUNDA FEIRA. Qualquer pessoa que deteste as segundas feiras é porque não gosta do trabalho que faz e isso fica sendo um peso, um martírio que a oprime e castiga. Como amo meu trabalho, adoro as segundas feiras. É claro que gosto dos fins de semana, pois é o período da semana em que minha esposa retorna para casa, já que ela trabalha de segunda a sexta em São Paulo e só volta aos fins de semana. Mas na segunda pela manhã a levo à rodoviária e ela se vai mais uma vez e eu fico completamente só. Se não amasse meu trabalho seria uma vida muito estúpida e sem sentido. É motivador você saber que seu trabalho é útil às pessoas, que você pode servir seu próximo com o que faz, que o mundo se torna um bocadinho melhor porque você existe. Fico animado em saber que está montando sua nova clínica, que teve iniciativa para publicar vídeos sobre Budismo semanais e que quando eu for para Portugal, ou quando partir desta para melhor você dará continuidade ao Budismo Niskama Karma e contribuirá para que este pequenino planeta se torne um mundo melhor para se viver.

Cleidiane Viana 31 de Agosto de 2017 as 14:50

Boa Tarde,

Esta terceira aula me fez refletir bastante em relação aos valores humanos. Meus valores se parecem tanto comigo, ainda sim, na maioria das vezes tomei decisões incompatíveis com eles. Foi muito estranho perceber que meus valores são iguais a mim, no entanto, agi sem eles e diferentes deles. Como pode alguém ser tão contraditório existencialmente?

Cleidiane Viana

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 13:37

Jung o maior discípulo de Freud ensinava que todos temos nosso lado sombra, por mais evoluídos que consigamos ser. E algumas vezes, nosso comportamento, devido a isso, passa a ser contraditório. Mas quando alcançamos um melhor domínio de nosso pensamento, nossas atitudes e ações passam a fluir de forma mais elegante e equilibrada. E nosso valores também evoluem em conjunto com a melhoria de nossos pensamentos.

Valdir Coppas 19 de Setembro de 2017 as 19:20

Comentários à Lição 03 – Terceira Aula do Nível Fundamental

Atitudes, habilidades e procedimentos que facilitam a vida são o tema da terceira aula do nível fundamental. O autoconhecimento é a questão principal, através dele é possível iniciar a mudança para ir de marujo a capitão, adotando as atitudes apropriadas e desenvolvendo as habilidades necessárias para tal. Interessante que, ao refletirmos sobre nossas vidas, as perguntas que parecem simples se tornam difíceis de responder. O mesmo se dá ao tentarmos mapear de forma lógica e coerente os nossos valores mais caros, os que governam nossas decisões. Talvez o fato de ser difícil de anotar e mensurar realce ainda mais o quão importante é fazer isso: anotar, medir, comparar… o autoconhecimento exige trabalho!

Fraterno abraço

Valdir

Marco Natali 20 de Setembro de 2017 as 12:45

Pois é Valdir, como certamente você já sabe, tudo que vale a pena na vida tem seu custo em dedicação, tempo e trabalho. O autoconhecimento não seria uma exceção. Mas é de vital importância definir seus valores porque é o passo fundamental para encontrar sua Missão de Vida. E é aqui que entra aquela frase do Mark Twain: Existem dois dias importantes em sua vida: aquele em que você nasce e aquele em que você descobre o porque. Esse porque nada mais é que nossa Missão de Vida.

Duclera Gerola  14 de Novembro de 2017 as 22:50

Terceira lição da primeira remessa

Conquistando atitudes habilidades e desempenhos que facilitam sua vida

Realmente esta lição não é fácil. Quando começamos nos olhar por dentro, percebemos que não estamos acostumados a colocar algumas coisas em ordem na nossa cabeça. Escolhi alguns valores, e os estudei chegando na seguinte ordem:

Liberdade

Segurança

Rotina

Honestidade

Contribuição

Sucesso

Acredito que meus valores no momento estejam nessa ordem. Uma das coisas que tem me incomodado no último ano é a rapidez que o tempo passa. No primeiro valor que coloquei, escolhi a liberdade, porém, este valor é justamente o que mais me faz falta no momento. Pela minha segurança, acabei sufocando este valor. Depois de mais ou -170 hemorragia cerebrais, acabei cedendo, e abri mão da minha liberdade. Mas, acredito que possa transformar esta situação.


Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 7:07

Nenhuma lição é fácil Duclera, mas elas foram feitas para que as aprendamos e transformemos nossas vidas em Obras de Arte. E o tempo não passa, quem passa somos nós e é preciso que possamos deixar um legado aos que ficam por aqui depois que partirmos, essa é uma tarefa básica. A única certeza da vida é a morte e já que esse é um destino conhecido, não nos preocupemos com o destino e sim com a caminhada que nos descortina chances e oportunidades maravilhosas. Saibamos aproveitá-las e com elas preparemos nosso legado, aprendamos a servir e a transformar este pequenino planeta em um mundo melhor para se viver. Tento tido 170 hemorragias cerebrais você já é uma heroína, pelo menos para mim e mesmo as tendo tido, tendo optado por estar por aqui crescendo e buscando a transformação pessoal, você se torna heroína duas vezes. Há pessoas que tem uma vida que desliza suave e não arregaçam as mangas, voltando suas mãos em direção à transformação pessoal, apenas desperdiçam sua vidas, cumprindo aquilo que o Oscar Wilde dizia: “A maioria das pessoas não vive, apenas existe.”

Primeira aula do Quarto Nível. Conquistando a Prosperidade que você precisa.


Primeira aula do Quarto Nível. Conquistando a Prosperidade que você precisa.

Adalberto 9 de novembro de 2016 a partir do 7:01 pm

Hoje compreendi. o que acreditava sobre a persistência,e continuando perguntas e minhas respostas

Se você tivesse apenas mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?
Resposta Compraria produtos que pudesse revender e ganhar um pouco em cima.

A segunda era muito parecida: Se você tivesse apenas dez mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?
Resposta Negociaria com uma franquia para representar

E a terceira obedecia o mesmo teor: Se você tivesse apenas cem mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Resposta 30 mil colchão de liquidez
20 mil franquia
10 mil tesouro direto
10 mil CDB´s
10 mil LCI ou LCA
10 mil ações
10 mil ouro

Marco Natali no 10 de novembro de 2016 a partir do 6:25 pm (Editar)

Obrigado pelas respostas Adalberto. Aguarde os comentários de seus colegas e as possíveis trocas de ideias que sempre acrescentam alguma coisa ao critério inicial. Da troca de ideias nasce a luz.

Fernando Ryushin Sedano 19 de Junho de 2017 as 00:15

Primeira Aula do Quarto Nível 4.1 –Conquistando a prosperidade que você precisa.

Nesta lição, percebo a lucides do Professor ao chamar a pobreza de doença. Em Grego o conceito  Pathos, criado filosoficamente por Aristóteles, hoje em dia tem sido utilizado como doença, entretanto ele traz em sua origem etimológica e e filosófica o sentido de passionalidade que gera sofrimento, o que também me lembra o conceito budista de Dukkha, que é insatisfatoriedade que gera dor e sofrimento. Os dois lembrar doença e um afastamento da saúde(O Absoluto), como menciona o Professor… Pobreza como doença.. Tenho pensado muito nisso, pois ela pode ser incapacitante algumas vezes…Mas também pode ser a possibilidade de cura, depende de como encaro, vejo e ajo! A bíblia chama Cristo de médico dos médicos, Buddha é o Grande médico… Tenho a essência Budica e Crística… Posso ser meu médico e alcançar a cura!!

Se você tivesse apenas mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

     Com mil reais eu dôo dez por cento dele primeiramente a mim em minha poupança, após dôo dez por cento ao nosso Professor. Separo 20% para um projeto que tenho de viajar com minha esposa para Grécia e Mediterrâneo, daqui a 4 anos. 20% para um fundo de bolsas  na Fraternidade Kung fu.O restante dos 40%  investiria na Fraternidade Kung Fu, com material de Marketing em revistas especializadas em Artes Marciais, bem como em camisetas e material promocional.

 A segunda era muito parecida: Se você tivesse apenas dez mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Com Dez Mil  reais dôo 10 % a mim mesmo em minha poupança, após dôo dez por cento ao nosso Professor. Separo 20% para um projeto que tenho de viajar com minha esposa para Grécia e Mediterrâneo, daqui a 4 anos. 20% para um fundo para um fundo de bolsas fraternidade Kung fu.O restante dos 40%  investo na Fraternidade Kung Fu, com material de Marketing em revistas especializadas em Artes Marciais, bem como em camisetas e material promocional, bem como no aprimoramento dos recursos de ensino a distância da Fraternidade Kung Fu e o aprimoramento do Mookwan físico, com compra de armas e equipamentos. Realizo cursos de aprimoramento na área do marketing e de Kung Fu.

 E a terceira obedecia o mesmo teor: Se você tivesse apenas cem mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Com Cem Mil  Reais dôo 10 % a mim mesmo em minha poupança, após dôo dez por cento ao nosso Professor. Verifico a possibilidade de realmente no final de ano viajar com minha esposa à Grécia e Mediterrâneo, com 20% desta quantia. Separo20% para um fundo para um fundo de bolsas fraternidade Kung fu.O restante dos 40%  invisto na Fraternidade Kung Fu, com material de Marketing em revistas especializadas em Artes Marciais, bem como em camisetas e material promocional, bem como no aprimoramento dos recursos de ensino a distância da Fraternidade Kung Fu e o aprimoramento do Mookwan físico, com compra de armas e equipamentos. Vejo a possibilidade ou de um local melhor, mais bem localizado para o Mookwan, ou se é possível ampliar com uma filial em um ponto estratégico. Realizo cursos na área de marketing e Kung Fu. Amplio o marketing em mídias radiofônicas e pela internet.

Permaneça na Serenidade do Buddha. Gasshô. Fernando Sedano

Marco Natali 19 de Junho de 2017 as 9:14

Agradeço o comentário sobre a lucidez, mas não é mérito meu, aprendi a considerar a pobreza como doença em algum lugar, mas não me recordo onde. Mas sendo doença é passível de cura e isso lança grandes esperanças sobre o tema. Quanto a suas respostas a respeito do que faria se tivesse mil, dez mil ou cem mil reais, é marcante sua predisposição ao cumprimento de suas doações (Dasamansha) e à realização de alguns de seus sonhos. Mas a referência não é como um ganho básico em que ainda seja preciso dizimar e dispor do restante. A referência é um valor que já esteja disponível para investir DEPOIS de já ter dizimado e reservado parte de seus ganhos para suas despesas pessoais. Ou seja o foco aqui é na multiplicação dos recursos que é mais comumente referida em nossa cultura como investimento. Fica evidente sua intenção de investir no desenvolvimento da Fraternidade Kung Fu e fico gratificado por isso já que sou parte envolvida no processo, mas procure pensar mais em si mesmo e em seus demais projetos de prosperidade financeira. Seria útil a todos os participantes se dividisse os comentários do Quarto Nível abrangendo um comentário a respeito do Quarto Nível propriamente dito e outro a respeito dos textos da A REGRA DE OURO. Permaneça você também na Serenidade do Buda. Gasshô

Marco Raposo 21 de Junho de 2017 as 8:07

E impossível não concordar com as afirmações sobre gratidão e persistência.

A gratidão demonstra ao universo sua satisfação com os caminhos que trilha.

Quem persiste tem foco, tem direcionamento das intenções e faz suas metas manifestarem-se a seu favor.

– Se você tivesse apenas mil reais, em que investiria para sobreviver financeiramente?

==> Eu investiria em compra de itens no exterior, através de sites na Internet ou pedindo a amigos que viajam para trazerem em suas malas. Esses itens eu revenderia, pois é possível importar produtos a preços muito mais vantajosos do que os praticados aqui no Brasil. Uma verdade é que eu já fiz isso no passado, mas como um experimento que abandonei, e obtive resultado positivo.

– Se você tivesse apenas dez mil reais, em que você investiria para sobreviver financeiramente?

==> Eu usaria 4 mil reais para re-estabelecimento de um consultório de terapias holísticas e aprendizado de ações de marketing. Inicialmente, manteria o restante como reserva para eventualidades e investimento em crescimento do negócio.

– Se você tivesse apenas cem mil reais, em que investiria para sobreviver financeiramente?

==>Me aprofundaria no conhecimento acerca de aplicações financeiras, ramo que não é meu forte.

Marco Natali 21 de Junho de 2017 as 11:07

Suas considerações a respeito da gratidão são fundamentais. Nosso subconsciente é  um mecanismo que nos traz tudo que necessitamos como demonstro em meu livro sobre a Lei da Manifestação e a gratidão é o recurso referencial que ele usa para saber se o que necessitamos (Ou simplesmente queremos.) nos é útil realmente. Como a principal estratégia do subconsciente é nos proporcionar mais do mesmo, na esteira dessa estratégia ele observa o cunho geral de nossos pensamentos (Daí a necessidade da higiene mental no que se refere ao teor de nossos pensamentos.) e principalmente nossas manifestações de gratidão. Ao conseguirmos mais do mesmo, demonstrar gratidão é fundamental para aumentar nossos ganhos, nossos recursos criativos, multiplicando os resultados que obtemos. Outra coisa fundamental é o foco. A prece/afirmação que ensino no livro se multiplica e se expande exponencialmente quando mentalizada (Visualização mesmo.), portando manter o foco e imaginar (Criando imagens.) aquilo que se deseja é fundamental para agilizar os resultados. Comprar itens no exterior para revender aqui traz resultados excelentes e você nem precisa ir lá para comprar, hoje com a internet pode fazê-lo a partir de seu computador, como verá quando aprender essa estratégia no curso A REGRA DE OURO. Conheci pessoas que passavam as férias na Índia ou nos Estados Unidos e ao trazerem mercadorias e revenderem recuperavam tudo que gastaram nas férias, inclusive todas as despesas de viagem e algumas vezes com lucros marcantes. A respeito dos dez mil reais, procure obter sintonia fina no que declarou, ou seja, está certo que colocaria de lado uma parte para cuidar de urgências dos negócios, mas como a investiria enquanto não usa, dinheiro parado se consome e desaparece. Antigamente, antes de você nascer acho, havia o overnight em que se investia o dinheiro por uma noite e no dia seguinte se tinha mais na conta. Não existe alguma opção parecida no dia de hoje? Estou perguntando porque sei que uma de suas atividades é trabalhar em um Banco, talvez possa verificar isso e compartilhar com o grupo, para o bem de todos. Sim se aprofundar em conhecimentos sobre aplicações financeiras é um must mas sua resposta ficou vaga, enquanto investiga isso é melhor deixar o dinheiro investido e em que investiria é o objetivo dessa resposta.

D´Urbano 21 de Junho de 2017 as 19:38

Puxa, só $1.000,00 ? Difícil rssss….Mas neste caso creio que a compra e revenda de alguns produtos realmente seria o melhor.

Talvez eu comprasse balas e venderia nos semáforos como muita gente faz tendo um lucro, ou algum outro tipo de doces. a minha região tem um cara que vende balas de coco e vende muito bem.

Com $10.000,00, acho que compraria um carrinho de cachorro quente ou a participação em um.

Já com $100.000,00 eu aplicaria num fundo de renda fixa, que desse mais lucro.

       D´Urbano

  • Marco Natali 22 de março de 2017 as 6:41

A questão dos mil reais é que é muito pouco para um investimento em papel, a poupança rende menos que a inflação portanto é deficitária, acredito que uma boa alternativa seja investir no próprio trabalho que é o caso do cara que vende balas no cruzamento. O carrinho de cachorro quente é uma boa. Conheci um cara no Rio que tinha uns 24 ou 26 carrinhos não lembro bem. Ele tinha um caminhão e ia deixando os carrinhos de madrugada em seus pontos, com os respectivos sofredores que lá ficavam para ganhar a vida trabalhando pros outros.  Em São Paulo houve uma febre dos carrinhos de cachorro quente que vendiam um sanduíche com refri por apenas um real. Não sei como conseguiam fazer isso e ganhar algum. Em Sorocaba há uns 40 anos havia o famoso prensado, em que o cara fazia um sanduíche bem grande e o prensava, ficava parecendo um pedaço de papelão. Anos depois a prefeitura retirou a licença desses carrinhos e dois deles abriram lojas físicas e prosperaram muito. Estive em um deles com a Marli e como ela é matemática formada pela USP tem a mania de ficar fazendo contas. Estávamos lá “sanduichando” e perguntei qual o horário da lanchonete e eles abrem as 19 horas, funcionam até as 2 da manhã. Ela contou os frequentadores na meia horinha que ficamos por lá, multiplicou pelo numero de horas é claro que descontando o numero de frequentadores já que diminuem de madrugada e chegou à conclusão que ele tira uns 70 mil por mês. O outro, na cidade vizinha Votorantim fechou o carrinho que tinha em uma praça e construiu uma lanchonete monstro na mesma praça, tem 18 funcionários, também só abre a noite e esse sim está milionário. Um terceiro, chamado de “Vitão do Cachorrão” aqui em Sorocaba se candidatou a vereador e perdeu em quatro turnos, foi eleito na última, agora a irmã dele que trabalha na lanchonete e os sanduíches pioraram muito. Quanto aos cem mil os fundos de renda fixa são a opção de investidores seguros. Mas ousar mais rende mais, aprenderá sobre isso neste Quarto Nível.

Felipe 18 de Julho de 2017 as 23:55 

Comentários da lição 4.1 – Como construir uma prosperidade financeira sólida! 

Professor Marco Natali, confesso que ainda não me sinto com maturidade financeira para responder aos questionamentos dessa lição. Mas, em busca de aprendizado, mesmo assim , responderei.  Creio que ao final das lições sobre a Regra de Ouro, pode ser que minhas respostas mudem ou eu me veja mais preparado para responder as questões.

Se você tivesse apenas mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Sem considerar o fato de poupar ao menos 10% desses mil e sem levar em conta que pediria descontos de tudo que pudesse (guardando o valor do desconto), eu investiria em algo que estivesse dentro de minhas possibilidades e me desse um retorno financeiro. Por exemplo, poderia investir uma parte em cursos profissionalizantes e uma parte em material para melhor gerir minha condição financeira.

Se você tivesse apenas dez mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Da mesma forma, eu investiria em desenvolvimento profissional e pessoal. Por exemplo, se meu negócio fosse ter uma lanchonete, eu investiria também em melhorar algo na lanchonete para oferecer algo a mais para os clientes. Investindo sobre o meu produto e meu negócio. Possivelmente, pouparia um pouco mais e faria mais cursos de desenvolvimento pessoal.

Se você tivesse apenas cem mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

Nesse caso, não seria muito diferente dos demais, porém também teria o  intuito de divulgar o sucesso do meu empreendimento e auxiliar as pessoas a alcançar esse sucesso também, por meio de dicas, textos, palestras ou qualquer material que pudesse colaborar para que mais pessoas alcançassem a mesma renda mensal que eu.

Como eu disse, pode ser que eu mude de ideia no decorrer do treinamento, mas, a princípio, seria essa minha estratégia.  

Marco Natali 19 de Julho de 2017 as 6:39

Sua resposta à questão dos mil reais é excelente. Considerando o pouco que rende a poupança que seria uma das possibilidades com quantia tão pequena, a alternativa é investir em seu próprio trabalho para multiplicar os resultados e investindo em cursos e aperfeiçoamentos profissionais você está exatamente fazendo isso. Parabéns. Ótima decisão.

Quanto a seu investimento quando tivesse apenas dez mil reais sua opção ainda é procedente, apenas ressalvando-se que apenas aprender mais não é suficiente o ideal é aprender e aplicar imediatamente, ou seja, feito é melhor que perfeito. Mesmo que ainda não domine completamente o que aprendeu o fazer trará resultados e poderá ser aperfeiçoado na continuidade das ações.

Quanto aos cem mil reais sua decisão é também muito boa, não só por seu espírito de compartilhar o bem com o seu próximo como, principalmente, porque no momento que você encontrar o veículo certo para divulgar seu empreendimento, o caminho das pedras terá sido encontrado.

Cleidiane Viana 31 de Agosto de 2017 as 15:02

Boa tarde,

Nesta Primeira Aula do Quarto Nível, fiz descobertas surpreendentes.  Como é bom saber que a pobreza é uma doença curável. Ainda mais surpreendente foi saber que gratidão vai muito mais além do que eu imaginava.  Que somos realmente ingratos diante de milhares de dádivas e eventos que temos que ser gratos e não somos.  Obrigada, universo por ter conspirado, para que eu hoje esteja diante de maravilhosas notícias através do Sr. Marco Natali, por meio deste curso (Transformacionalismo).

Obrigada Sr. Marco Natali!

E sobre em que eu investiria se tivesse apenas mil reais para sobreviver financeiramente?

R: Se eu tivesse mil reais hoje, eu investiria em uma empresa que não vou fazer merchandising, a qual propõe ao investidor 1,04% de ganhos  ao dia sobre seu investimento, após descontos de taxas. (Contrato de um ano). Descobri o mercado de investimentos a pouquíssimo tempo. Agora estou em busca de recursos para me tornar investidora. Portanto, dez mil e cem mil teriam o mesmo destino.

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 13:43

A todos instante percebemos que a pobreza é uma doença é só olhar ao redor e notar que é uma doença que acomete a muitos e que é alimentada pelos nossos pensamentos. Mas é curável, é só mudar o teor dos pensamentos e focar no que seja correto, ético e bom, não só para si como também para o próximo. O Universo sempre flui em direção a nossos pensamentos e atraímos aquilo que pensamos. Melhor dizendo: manifestamos em nossa vida aquilo que pensamos em nossa mente. Quanto aos investimentos eu não confiaria em uma empresa que prometesse 1,04% de ganhos ao dia. Nem a melhor ação da Bolsa de Valores poderia prometer isso. Cuidado onde você investe seu dinheiro. Merece cautela nesse particular.

Valdir Coppas 24 de Setembro de 2017 as 15:51

O tema da Primeira Aula da Quarta Remessa é “Conquistando a Prosperidade que você precisa”. Embora eu tenha uma visão de mundo ligeiramente diferente do exposto no texto, achei excelentes os ensinamentos abordados, bem como os vídeos que fazem parte da aula; como alguns pontos importantes são novamente abordados na próxima lição (A Regra de Ouro), enviarei meus comentários oportunamente, vou me ater à resposta das três questões sugeridas, que já têm sua própria complexidade.

Inicialmente, dividi as três perguntas para serem respondidas de duas formas: A – quando o investimento está ligado a alguma forma de empreendedorismo, ou seja, quando é necessário investir também certa quantidade de tempo e; B – investimento financeiro simples, sem necessidade de despender tempo para colher frutos. Também levei em conta algumas peculiaridades locais e pessoais (afinal, a pergunta é dirigida a mim), mas penso que outros colegas do Transformacionalismo podem adaptar ao seu ambiente e habilidades caso julguem interessante alguma das ideias.

1 – Se você tivesse apenas mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

A – Combinaria com mais três amigos para, uma vez a cada mês1, fazer uma viagem à cidade de Rivera, no Uruguai2, com uso do meu veículo, dividindo os gastos de diesel entre eles, ou seja, eles não têm o desgaste dos seus veículos nem a responsabilidade pela direção, em contrapartida, pagam a totalidade dos gastos com combustível3. Em Rivera, efetuaria a compra de 16 garrafas do vinho que já verifiquei ser a melhor compra hoje (22/09/17), o chileno Tarapacá Gran Reserva, nas variedades Carmeneré, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir4, os quais venderia aos amigos apreciadores de bons vinhos que não podem ir pessoalmente comprá-los e aos quais já houvesse oferecido previamente, tendo as vendas confirmadas. No dia de hoje, efetuei uma pesquisa na internet e os valores eram os seguintes: para o vinho chileno Tarapacá, na Barão Free Shop, há uma promoção do tipo “pague 3 e leve 4” ao câmbio de 3,22 R$/U$ o que totaliza R$ 38,76 cada garrafa e, somados os meus gastos totais com o empreendimento, custaria R$ 43,45 cada. Encontrei ofertas na internet deste vinho por preços que variam de 65,00 a 112,00 reais, mas todas em centros maiores, sendo que este excelente vinho não é encontrado em mercados da minha cidade; como entregaria diretamente a encomenda, sem custo de frete, cobrar R$ 70,00 fica justo e barato. No final, teria gasto um total de R$ 695,20 e recebido R$ 1.120,00 pelas 16 garrafas, auferindo um lucro total de R$ 424,80 (61,1%). Cerca de R$ 300,00 ainda teriam restado do valor original, que seriam guardados em poupança, caso não houvesse a oportunidade de trazer outras encomendas do Uruguai, como cosméticos, meias ou doce de leite (artigos em que meu conhecimento é limitado). Dessa reserva financeira, ao menos parte precisaria ser guardada para cobrir eventualidades com o veículo (ao longo de um ano, apenas a sobra totalizaria um pouco mais de R$ 3.600,00 que é mais do que suficiente para cobrir gastos extras com meu veículo, que tem manutenção das mais baratas para o segmento diesel, além do ano de fabricação, 2004, ser de mecânica mais simples do que os atuais).

1 A Legislação brasileira permite compras no exterior dentro do limite de U$ 300,00 cada pessoa uma vez a cada mês; excedendo esse prazo, está-se sujeito às penalidades legais. O limite de bebidas alcoólicas é de 12 litros por pessoa adulta, o que significa 16 garrafas de vinho de 750 ml.

2 Efetivamente, em um passado recente, todo mês eu e alguns amigos íamos à cidade brasileira de Santana do Livramento-RS efetuar pesquisas científicas e aproveitávamos para ir ao Uruguai fazer compras, porém sem intenção de investir. Rivera e Livramento são divididas apenas por uma praça; um obelisco marca onde é Brasil e onde é Uruguai.

3 Cálculo simplificado de gastos: Alimentação: R$ 60,00; Estacionamento: 15,00. Total de R$ 75,00 apenas. Os parceiros de viagem pagariam cerca de R$ 130,00 de combustível cada um (1.200 km ida e volta x 10 km/l x R$ 3,20 litro/diesel dividido em três). É possível ir e voltar no mesmo dia.

4 Carmeneré é a melhor variedade produzida no Chile e pesquisei rapidamente por vinhos que conheço; seria necessário uma pesquisa mais extensa para identificar outras oportunidades ainda melhores, que certamente existem. Neste momento, whisky teria uma margem de lucro menor, porém isso já foi bem diferente no passado e pode voltar a ser atrativo no futuro. Um diferencial do negócio poderia ser o vinho Whispering Angel, que costuma custar cerca de U$ 23,00 em Rivera; porém não encontrei nenhum site brasileiro que o ofereça para comparar preços; a última vez que vi, custava cerca de R$ 170,00 em um mercado especializado de Porto Alegre – RS. É um excelente vinho rosé fabricado na França desde 1201 e que, em restaurantes, chega a custar quase R$ 300,00. O nome da bebida diz tudo, é realmente muito bom.

B – Aplicaria através de uma corretora de investimentos de minha confiança e que fosse totalmente isenta de custos de abertura e operação de conta (como a XP, por exemplo), no CDB do Banco Pan (classificado como risco A+) com fundo garantidor e que paga hoje, em pesquisa no site, 116,5% do CDI para aplicação de 36 meses sem liquidez (ou seja, só pode ser sacado no final do prazo), para valores a partir de R$ 1.000,00.

2 – Se você tivesse apenas dez mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

A – Inicialmente, separava R$ 1.000,00 para efetuar, por um dia a cada mês, a estratégia descrita na primeira pergunta. Com os R$ 9.000,00 restantes, aplicaria até R$ 4.000,00 em uma micro franquia (há vários bons negócios disponíveis na internet, em segmentos de mercado bem diversificados, como venda de chocolates, calçados, bijuterias e roupas, ensino de idiomas, turismo, etc., todas com investimento inicial abaixo de R$ 4.000,00); se fosse escolher hoje (23/09), optaria por venda de chocolates de Gramado – RS. R$ 5.000,00 aplicaria conforme item B, porém no produto que oferecesse a melhor relação liquidez X taxa, tendo em vista fazer frente a capital de giro e eventualidades do negócio escolhido.

B – Aplicaria os R$ 10.000,00 da mesma forma como descrita na primeira pergunta, porém a uma taxa de 117,5% do CDI, que é a máxima que verifiquei em rápida pesquisa na internet para essa faixa de valor, nesta data (23/09/17).

3 – Se você tivesse apenas cem mil reais em que você investiria para sobreviver financeiramente?

A – Aplicaria até R$ 40.000,00 em uma empresa ou uma boa franquia, com a qual me identificasse (como academia de ginástica, turismo, indústria ou comércio de chocolates ou importadora de vinhos), após extensa pesquisa de mercado. R$ 20.000,00 aplicaria conforme item B, no produto que oferecesse a melhor relação liquidez X taxa, tendo em vista fazer frente a capital de giro e eventualidades do negócio escolhido (vide abaixo uma excelente opção para liquidez a partir de três meses). E como já vou indo para meio século de existência, também aplicaria uma boa parte destes cem mil reais para meu deleite e diversão, reservando R$ 20.000,00 para gravar o segundo trabalho com as composições de piano e saxofone do meu grupo de música instrumental, que seria lançado em um pen-drive com o logotipo do grupo, inserido em uma embalagem do tipo caixinha de joias ao invés de CD, o que o tornaria muito mais atrativo como presente. Os R$ 20.000,00 restantes aplicaria no médio/longo prazo em CDB ou LCA que pague ao menos 117% do CDI ou taxa equivalente, para ter tranquilidade e fazer frente às eventualidades.

B – Aplicaria R$ 70.000,00 da mesma forma como descrita na primeira pergunta, porém a uma taxa de 117,5% do CDI, que é a máxima que verifiquei em pesquisa na internet para essa faixa de valor, nesta data (24/09). Aplicaria R$ 25.000,00 em um produto chamado COE/HYG, também através da corretora de investimentos; há um COE oferecido pelo Banco Morgan Stanley que paga a taxa fixa de 40% pelo tempo de 5 anos (apenas essa remuneração já é superior à caderneta de poupança hoje) mais a variação cambial positiva, ou seja, sem risco de perda de capital, de quatro empresas, entre elas o Facebook e a Apple. Os R$ 5.000,00 restantes aplicaria no produto que oferecesse a melhor relação liquidez X taxa, para poder optar por outras aplicações mais rentáveis que venham a ser oferecidas em um futuro próximo; um exemplo é o LCI/Poupex, que tem carência de apenas três meses, após o qual passa a ter rendimentos diários e paga taxa de 90% do CDI para aplicações a partir de R$ 5.000,00 e não tem incidência de IR nem IOF, o que o torna muito atrativo no curto prazo (para qualquer aplicação financeira é importante verificar a incidência dos impostos sobre os rendimentos, principalmente IR e IOF).

Fraterno abraço!

Valdir, 24 de setembro de 2017.

Marco Natali 25 de Setembro de 2017 as 9:52

Sua resposta aos mil reais é sensacional. Como sei que fala inglês, uma ideia interessante para você é viajar para os Estados Unidos ou para a Índia, ou para o Peru se falar castelhano, ou para Portugal se não dominasse outros idiomas. Nos Estados Unidos e Peru é comprar roupas de Grife. Nos Estados Unidos também é muito barato perfumes e eletrônicos. Na Índia, o must é comprar objetos de prata ou tecidos batik. Em Portugal lhe indico um local em Lisboa onde você compra roupa de crianças e bebês por um sexto do preço que pode vender no Brasil. Tudo que gastar na viagem, você recupera com lucros e não precisa causar desgaste a seu carro, só que estou apresentando a você como sugestão aos dez mil reais, porque com apenas mil, mal dá para dar entrada na passagem em uma agência de viagens aí em sua cidade, mas você tem que pensar que há taxas turísticas lá em Portugal (Todo hotel cobra.) e que precisa de dinheiro para as compras e para a estadia. Minha esposa fez isso algumas vezes, o grande problema é que não dava bem para vender para conhecidos. Assim que ela chegava vinha a família e comprava tudo já que mesmo majorando os preços sai menos de um quarto do preço das lojas daqui. Outra questão são os impostos. Mesmo declarando o que comprar e pagando o imposto devido dá para ter lucro considerando é claro os demais aspectos envolvidos. Sua observação B a respeito dos mil reais é bem pertinente e ótima sugestão. Quanto aos dez mil, a sugestão A é bastante interessante, a sugestão bem é a que pratico atualmente embora diversifique com outra que oferece mais ou menos os mesmos ganhos. Sobre isso será ensinado na continuação do Quarto Nível de nossos estudos. Quanto ao investimento de cem mil gostei de sua resposta a única ressalva que faria é que, como aprenderá, na continuidade do Quarto Nível, daquela porção que você “aplicaria uma boa parte destes cem mil reais para meu deleite e diversão” considero a ideia ótima, com excelente bom senso, e se quer saber, acho que a ideia do pen drive, se bem “tijolada” (Com marketing adequado), poderia ser um investimento melhor do que todos os que citou. Até agora foi a melhor resposta que recebi ao longo dos muitos anos em que formulo a pergunta não só aqui no Transformacionalismo como nos demais cursos de prosperidade que preparei e também em minhas classes de pós graduação em várias Universidades brasileiras.   Parabéns.

Duclera Gerola  14 de Novembro de 2017 as 22:53

Quarta lição da primeira remessa

Conquistando a prosperidade que você precisa

Nesta lição, fiquei sinceramente pasma comigo mesma, descobri que sou analfabeta em finanças.

Se eu tivesse somente R$1000 para sobreviver, sinceramente ficaria louca.

Com R$10.000, tentaria economizar ao máximo, até que as coisas mudassem.

Com R$100.000, colocaria o dinheiro na poupança, porém já percebi que esta não é uma boa ideia.

Preciso aprender mais, muito mais!

Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 7:17

Pois é Duclera. Muito divertida sua sinceridade. Hehehehe! Quanto ao que disse, embora divertido não é muito útil. Vou tentar comentar de forma construtiva. Em primeiro lugar a descoberta que é analfabeta em finanças. O primeiro passo para a transformação é justamente a consciência, a descoberta, o “dar-se conta”. Ao descobrir isso você já deu o primeiro passo que em geral é o mais difícil, os demais passos são trabalhosos, mas não são difíceis. A maioria das pessoas é analfabeta nessa questão. Mas não se preocupe você vai aprender muita coisa a respeito em nosso curso. Na realidade a parte financeira foi preparada para ser abordada apenas no Quarto Nível de nossos estudos, mas ela está sendo incluída desde a Primeira Remessa porque minha esposa me fez ver que o nosso povo passa por situações tão terríveis em termos financeiros que precisa aprender urgente pelo menos os rudimentos dessa questão se deseja sobreviver. Devido a essa percepção de minha esposa é que eu incluí esta área já começando na Primeira Remessa. Bom seria que os governantes das nações do Terceiro Mundo incluísse esse tipo de tema nas escolas fundamentais.  Esse assunto deveria ser ensinado aos filhos pelos pais. Mas a maioria dos pais nada sabe sobre finanças e isso escraviza o povo e o faz ser manipulado pelos detentores do poder financeiro, o que poderia ser evitado se eles aprendessem sólidas noções a respeito.   Não fique louca se descobrir que tem apenas mil reais para sobreviver. A ideia é utiliza-los de maneira proativa. Como verá em meu curso A REGRA DE OURO teve uma senhora que tendo apenas um real iniciou um negócio culinário preparando Tapiocas e se tornou rica, possuindo hoje várias propriedades. A maioria de nosso povo sobrevive com apenas mil reais por mês que é mais ou menos o valor do salário mínimo em várias regiões. Eu mesmo, que trabalho desde os sete anos de idade, devido a uma falha em nosso governo recebo apenas um salário mínimo de aposentadoria, o que me faz continuar trabalhando e devo fazer isso até o dia de minha morte. O melhor investimento a fazer quando o dinheiro é pouco, é investir em si mesma e em seu trabalho. Isso serve como sugestão a respeito da aplicação de mil e dez mil reais. Quanto aos cem mil reais já serve para abrir um negócio maior e prosperar. Com o tempo e aplicando A REGRA DE OURO poderá conquistar recursos financeiros que lhe permitam sobreviver com a RP (Renda Passiva) falaremos sobre isso ao longo do curso.

Primeira aula do curso A REGRA DE OURO:

Primeira aula do curso A REGRA DE OURO.

1.  Adalberto 10 de Junho de 2017 as 2:03

A regra de ouro gostei muito das colocações e do primeiro livro, e eu vou sim enriquecer, e já estou saindo da corrida dos ratos.

  1. Marco Natali 10 de Junho de 2016 as 8:00

Ótimo Adalberto essa é a atitude que leva ao sucesso. Obrigado pela referência à “corrida dos ratos” do Robert Kiyosaki. Estudaremos o livro dele na continuidade do curso A REGRA DE OURO.

Marco Raposo 27 de Junho de 2017 as 5:52

Primeira Lição A REGRA DE OURO

Há uma frase que pode ser lida ou ouvida em diversos lugares, principalmente hoje em dia com as redes sociais: “A vida é movimento”. Ora, a vida é para ser vivida e, bem ou mal, todos a vivem. Então, viver também é movimento. Movimentar-se é fazer as coisas acontecerem e o lema que aprendi “Feito é melhor que perfeito” tornar-se-á agora uma das minhas frases de cabeceira. Fazer, agradecer, persistir; fazer, agradecer, persistir; fazer, agradecer e persistir.

As pessoas estão aprendendo há muito tempo que as coisas são difíceis de se alcançar. Chegou a hora de mudar esse padrão para: as coisas são possíveis de se alcançar quando se tem determinação e persistência. E impossível não concordar com as afirmações sobre gratidão e persistência. A gratidão demonstra ao universo sua satisfação com os caminhos que trilha.

Quem persiste tem foco, tem direcionamento das intenções e faz suas metas manifestarem-se a seu favor.

Marco Natali 28 de Junho de 2017 as 7:15

Tudo que você disse é verdadeiro meu querido amigo, entendo bem a ideia do movimentar-se quando reflito que amar é um verbo e verbo indica movimento. Fazer, agradecer, persistir me parece um mantra e dos bons! A gratidão não só demonstra sua satisfação com o que faz, mas também diz ao seu subconsciente para se lembrar da regra do mais do mesmo e ele lhe traz mais sucesso e mais resultados a cada vez mais. Você tem sido um belo exemplo do Feito é melhor que perfeito em suas postagens de mensagens duas vezes por semana. Cuidado ao continuar a fazer isso, pois o sucesso será inexorável! Parabéns!

Cleidiane Viana 31 de Agosto de 2017 as 15:05

Boa tarde, Dr. Marco Natali!

Estudando a Regra de Ouro, fui surpreendida com um belo tapa bem forte na consciência. Olha o tamanho do Tapa: Feito é melhor que perfeito. Alguns projetos nunca saíram da minha agenda, porque sempre achei que não estava perfeito. Sou muito perfeccionista. Sempre quero que tudo fique perfeito. Mas depois disso, cada ideia virará projeto, sairá do papel, porque será feito. Não vou me preocupar com a perfeição, apenas com bem feito.

Cleidiane Viana

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 13:50

Algo que foi feito mesmo que não feito de forma perfeita, poderá ser corrigido, melhorado e desenvolvido posteriormente. Mas algo que não se faz no momento em que deveria ser feito fecha as portas a oportunidades futuras que, quando ocorrerem não poderão ser aproveitadas em tempo.

  1.  Valdir Coppas 25 de Setembro de 2017 as 20:18

Comentário 05 – A Regra de Ouro

Inicialmente gostaria de tecer um comentário sobre as várias formas de riqueza que existem; o Curso do Transformacionalismo cita, ao abordar a Regra de Ouro, da riqueza em ideias, em relacionamentos, em espiritualidade e saúde. Gostaria de acrescentar “riqueza ética” à lista acima e propor que as formas de riquezas, assim como as formas de energia, são intercambiáveis. A Física Clássica há tempos já resolveu a questão da energia; hoje sabe-se que podemos transformar uma energia em outra: a energia cinética de uma barragem se transforma em energia elétrica que vem para nossas casas; a energia elétrica se transforma em energia calorífica no chuveiro; a energia calorífica na maria-fumaça (trem movido a carvão) se transforma em movimento e assim por diante. As riquezas também são intercambiáveis em minha visão: muita gente troca sua riqueza em saúde (trabalhando demasiadamente, por exemplo) em riqueza financeira; outros trocam seus relacionamentos por dinheiro ou sua espiritualidade por saúde. Mas talvez a pior troca de todas seja a pessoa que troca sua riqueza ética por riqueza financeira. Infelizmente, estamos assistindo a intermináveis episódios dessa troca infeliz em nosso país. Isto dito, penso que a única riqueza financeira realmente valiosa é a que chega honestamente, fruto do nosso trabalho, do nosso esforço, ideias e ações. E essa não nos causará problemas e, se adequadamente pensada, ficará conosco, ao contrário dos exemplos que vimos nos vídeos sobre os ganhadores de loteria fracassados.

Muito interessante a abordagem da pobreza como uma forma de doença; efetivamente, conforme visto nas manchetes apresentadas, a pobreza está realmente ligada à muitas formas de doenças reais, como desnutrição, verminoses, malária etc. Doenças que são negligenciadas por atingir quase que exclusivamente as pessoas pobres. A pobreza é uma doença que traz outras…

A lição central da aula é a Persistência e Determinação, qualidades que Ray Kroc, fundador da franquia Mac’Donalds enfatizava e que o velho chinês Yugong aplicou tenazmente ao mudar parte de uma montanha de lugar, carregando poucas porções de terra e rocha a cada vez. Também igualmente importante o ensinamento do Mestre Natali de que “o que você sabe não tem valor, o valor está no que você faz com o que sabe”. Assim, saber COMO FAZER e efetivamente agir, ao invés de buscar interminavelmente a perfeição é o caminho para mudar nossa condição. Neste ponto, é excelente o ditado que diz: “Feito é melhor que perfeito!”, pois a busca incessante de uma perfeição possivelmente inalcançável acaba sendo uma desculpa perfeita para NÃO FAZER as coisas que precisam ser feitas. Outro ensinamento é que podemos aprender e fazer mesmo sem compreender.

Também gostaria de listar alguns preciosos ensinamentos dos vídeos a respeito da riqueza financeira:

1 – não esperar sobrar para poupar (li, em algum lugar, um ditado atribuído a Warren Buffett que diz o seguinte: “não poupe o que sobra dos seus gastos, mas gaste o que sobra de suas economias);

2 – pague a si mesmo;

3 – peça desconto em tudo.

Penso que estas atitudes somadas não só são importantíssimas para o sucesso financeiro como são imprescindíveis, ou seja, sem elas não se tem riqueza e, caso a tenha por um acaso (loteria, por exemplo), ela não se manterá ao longo do tempo.

Fraterno abraço!

Valdir, 25 de setembro de 2017.

Marco Natali 26 de Setembro de 2017 as 10:57

É sempre um prazer ler os comentários do Valdir. Não sei se os demais membros do grupo sabem mas o Valdir é um cientista e suas observações sempre estão eivadas de argumentos lógicos e procedentes. Vamos lá. Sim, gostei desse seu ponto de vista a ética também é uma forma de riqueza e de grande importância social, mormente nesta sociedade que prima pela falta dela e talvez seja por isso que um dos membros da nossa Família Transformacionalista, o Lourenço, tenha me feito ver que estou batalhando pelo Transformacionalismo há 37 anos e que não é o sucesso que deveria ser porque, como ele diz, a resistência a uma nova ideia cresce proporcional à sua importância. E a grande verdade é que nosso povo não é exatamente um povo que admire a ética ou que tenha valores de auto transformação desenvolvidos, tudo que a maioria quer é a música do Wesley Safadão por exemplo. As redes de televisão parecem ter um critério interessante: quando pior mais emplaca no Brasil. Concordo plenamente com o triste mas inegável fato que no Brasil muitas pessoas preferem trocar a riqueza ética pela riqueza financeira. Como já disse anteriormente as lições do Quarto Nível de nossos estudos estão sendo antecipadas aqui em nosso curso por insistência de minha esposa que me fez ver que nosso povo passa por intensa crise financeira. Mas notem que na Hierarquia de nossos níveis a Prosperidade Financeira ocupava apenas o quarto lugar. Sem dúvida temo que a partir do momento em que concordei em antecipar as aulas desse nível, nossa Família Transformacionalista corra o risco de alcançar a riqueza financeira antes que a riqueza ética esteja perfeitamente alicerçada dentro dela. Mas confio que os esforços nessa direção se pautem pela busca honesta da riqueza, através do trabalho, do esforço pessoal, de atitudes e ações corretas. Foi por isso mesmo que inclui nesta aula os vídeos dos ganhadores de loteria fracassados que, ao fim e ao cabo, representam bem tudo aquilo que nada tem a ver com a verdadeira prosperidade conquistada palmo a palmo, a custa de esforço, trabalho, dedicação e comprometimento com ideais mais elevados. Quanto à menção da persistência e da determinação realmente o ponto alto da questão é o FAZER. Todos sabemos o que precisa ser feito, mas poucos fazem. É interessante notar que a busca da perfeição é um obstáculo quase tão poderoso quanto o não fazer. Em psicologia aprendemos que busca uma mudança radical, não está verdadeiramente interessado em mudar, e sim em cultivar a desculpa perfeita, ou seja, a tarefa se torna grande demais para suas forças e acaba por desistir. E o Valdir fechou o texto com chave der ouro ao lembrar que há três preciosos ensinamentos nesse texto:  1 – não esperar sobrar para poupar;  2 – pagar a si mesmo; e 3 – pedir desconto em tudo.

Duclera Gerola  14 de Novembro de 2017 as 23:01

A regra de ouro

Professor Natali, como você eu também acredito que a pobreza seja uma doença. Como sou terapeuta quero eliminar essa doença da minha vida e de todos os que estão próximos a mim. 

Não consegui visualizar os quadros que falam sobre  as estatísticas, mas, o Arnaldo leu um pouquinho para mim.

Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 7:40

Essas ilustrações são apenas introdutórias, na realidade o assunto desse Nível dedica-se a ensinar o povo a sobreviver financeiramente através de ideias práticas e que podem ser implantadas por qualquer um por menor que sejam os recursos que disponham, como verá nas próximas remessas.

Primeira aula do Sexto Nível. O estudo sistemático do Budismo Niskama Karma.

ndo Ryushin Sedano 19 de Junho de 2017 as 1:09

1 – Tudo é insatisfação.

2 – A causa da insatisfação é o apego.

3 – Cessando o apego cessa a insatisfação.

4 – O caminho para cessar a insatisfação é a Senda Reta dos Oito Caminhos (Ashtanga Yana).

Primeira tarefa de casa: Medite e reflita sobre as Quatro Nobres Verdades e nos envie um pequeno relatório sobre como compreende esse tema em sua vida, na próxima remessa iremos lhe explicar porque isso é verdade.

Para mim, falando de uma forma bem pessoal, as quatro nobres verdades, possibilitam a qualquer ser humano, a saída de um mundo de insatisfatoriedade, delusão e ilusão, a um mundo de compreensão plena da vida de uma forma vivencial completa.

Quando fala que tudo traz a insatisfação, está baseado em uma ideia de que a forma como apreendemos o mundo, confiando apenas nas 6 consciências, que é compreendida dos 5 sentidos mais a mente, acabamos por ter uma visão equivocada do mundo, do Universo.

Devido a esta visão equivocada, desenvolvemos o apego/aversão, no qual queremos que algo seja fixo e permanente, ou tememos algo, por achar que é fixo e permanente.

Descobrindo estas verdades é possível a transformação deste processo, cessando apego/aversão, cessa insatisfação.

O Nobre caminho de oito partes, possibilita a transformação completa e duradoura desta condição…levando ao Nirvana (Cessação do movimento kármico).

Quanto a meditação, sempre tenho o cuidado com esta prática. Primeiramente, não acredito em controle da mente…Quando tento controlar, já a perdi, até porque a vejo como algo que existe, geralmente com uma ideia subentendida de que é algo fixo e permanente. 

Segundo a mente, é tida como um dos sentidos, e eu também não sou a mente.

Terceiro..Existem pesquisas mais atuais que mostram a perniciosidade da meditação para pessoas com quadros depressivos, não seria o mais adequado visto acessar o conteúdo interno com a imobilidade corporal. Talvez práticas meditativas caminhando, ou Tai chi chuan, Chi Kung, ou yôga àsanas e Pranayamas, fossem mais adequados.

Quarto a prática de atenção plena, que é mencionada, é muito benéfica, e muitas vezes, como no Satypatana Sutta, pode começar por algo mais concreto como sensações corporais, tais como respiração, ou mesmo alguma dor e cessação de dor…
Quinto, religião, tem o sentido de “relegere” (Releitura), então a possibilidade de uma releitura social e de si próprio, para criar as condições de “religiare”(Religar) com a própria essência. A ideia de que religião é ligar a Deus é uma forma tardia de latim vinda da escolástica de São Thomás de Aquino.

Sexto: Nirvana é a Verdadeira Paz, é o terceiro selo do Dharma, e tenho repetidamente lembrado desta realidade/possibilidade!
Graça e Paz!
Permaneça na Serenidade do Buddha! Gasshô

Marco Natali 19 de Junho de 2017 as 10:00

Estimado Ryûshin, muito obrigado por sua contribuição neste comentário. Considerando que você é um monge Zen seus comentários acrescentam um grande valor às nossas lições e ampliam a percepção de todos os transformacionalistas com relação aos assuntos que aborda. Agradeço por estar conosco e considero isso um prestígio muito grande.  Aguardo com alegria os próximos comentários que fará. Permaneça na Serenidade do Buda! Gasshô!

Marco Raposo 27 de Junho de 2017 as 6:08

O apego: Eu percebo que as pessoas estão aprendendo a se apegar. Estão aprendendo a todo momento, desde o nascimento até a morte, uma lição contínua, incessante. Aprendem a se apegar ao apego. Dessa maneira, a dor não cessa. Ora, mas as pessoas se apegam também à dor, assim como a tudo mais. Durante a vida toda estão aprendendo a apegar-se e por isso lhes parece natural.

Meditação: São comuns questionamentos como porque ou como meditar. Da mesma maneira, é comum associar a palavra meditar com a palavra refletir. Porém, são ações diferentes em sua maturidade e profundidade. Estão contidos na meditação a redução do estresse, o relaxamento físico e a tranquilidade de espírito. Mas mais profundamente, a meditação tem propósitos espirituais – basta que verifique que grandes nomes da história mundial, relacionadas às práticas espirituais, meditaram. A prática demonstrará que a meditação é um prático, simples e objetivo recurso para atingir serenidade e autocontrole mental.

Marco Natali 28 de Junho de 2017 as 11:30

A questão ao apego é muito interessante e gruda mais do que chiclete no cabelo. Sou bastante desapegado das coisas materiais e não sou do tipo vaidoso portanto me visto despretensiosamente. Mas ainda tinha apego a meu trabalho, o que não era bom. Insistia com minha esposa que ela enviasse comentários às lições do Transformacionalismo e que publicasse coisas boas em nosso Grupo do Zap. Argumentava que ela precisava se interessar porque quando eu morresse meu trabalho seria a herança dela e ela precisaria aprender como tudo é feito para dar a continuidade necessária.  Mas refletindo (Que como você disse é bem diferente de meditar e tem razão.) percebi que meu trabalho não tem que durar para sempre, e que ninguém é obrigado a aprendê-lo para garantir sua (Impossível) continuidade, mesmo que isso significasse a essa pessoa a continuidade de um ganho após minha partida. A partir do momento que compreendi isso, relaxei, não estou interessado em permanecer na memória dos homens quando eu partir. Só o presente é significativo e portanto é meu dever me dedicar ao servir e ninguém mais tem que arcar com as responsabilidades que imponho a mim mesmo. Tudo está certo dizia o Buda. Isso afirma e corrobora que em cada momento do tempo sempre haverá alguém que apontará o caminho, não sou mais significativo que uma placa na estrada a indicar por onde seguir. Não mereço nem posso ter maiores pretensões que uma placa. Tudo passa e eu também passarei. Sou apenas alguém que semeia e as frutas que você colhe resultam dos cuidados de outras mãos, assim sendo o que semeio oferece uma oportunidade a que mais alguém colha, mas isso não será mérito meu e sim de quem colher. Percebo que nada sei de meu tataravô, nem mesmo o nome, a que trabalho se dedicava, o nome da mulher que ele amou, qual o prato preferido dele, nem mesmo o nome do cachorro dele. Como vê sei tanto quanto uma placa lá na estrada e bem provavelmente nem mesmo mereço o mesmo tratamento que ela recebe. Quanto à meditação, tudo que você disse é verdadeiro.

D’Urbano 6 de julho de 2017 as 10:37

Pra mim, a única filosofia que me completa e agrada é o Budismo,

devido a sua simplicidade e objetividade. Não põe a culpa em ninguém,

nem em mais nada, torna cada pessoa responsavel por si própria e coloca

claramente as razões dos problemas que existem para cada um de nós.

Marco Natali 8 de Julho de 2017 as 10:12

Considerando a resposta que você dá à questão 12 de seu questionário publicado a seguir, você terá uma oportunidade única se persistir aqui no Transformacionalismo. Ao concluir todos os níveis do Niskama Karma, você se diplomará como Asceta Budista e poderá se dedicar a transmitir o Budismo dessa Escola em seus anos idosos, quando a neve chegar a seu cabelo. Esse é mais um dos muitos bônus que o Transformacionalismo oferece a todos os seus alunos. E o fazemos porque o mundo precisa desesperadamente do Budismo considerando o nível de violência crescente somado ao fato de que as pessoas necessitam aprender  a compaixão. Esperamos que alguns de nossos alunos se dediquem a transmitir e preservar os ensinamentos do Budismo Niskama Karma.

Cleidiane Viana 31 de Agosto de 2017 as 15:09

As Quatro Nobres Verdades

 1°- Tudo é insatisfação.

2°-A causa da insatisfação é o apego.

3°- Cessando o apego, cessa a insatisfação.

4°-O caminho para cessar a insatisfação é a Senda Reta dos Oito Caminhos “Asntanga Yana”.        ( Buda)

      Realmente, somos em maioria seres humanos insatisfeitos. Nós nos apegamos facilmente ao fugaz, a tudo que nos faz morrer; e seguramos isso como se não vivêssemos sem. Há pessoas que nem sabem que são apegadas, viciadas as causas de seus sofrimentos. Saber que há um caminho para o desapego, o qual cessa a insatisfação, produz esperança naqueles que compreendem que (As Quatro Nobre Verdades) são de foto, verdadeiras.

 Cleidiane viana

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 15:55

De fato excetuando-se os ensinamentos de Jesus que nos deu apenas três mandamentos. Os ensinamentos do Buda são dos mais simples que a humanidade já recebeu e fica bem clara a realidade da vida e como podemos fazer para conviver com ela e sermos felizes.

Valdir Coppas 26 de Setembro de 2017 as 17:49

Comentário 06 – Budismo Niskama Karma

Primeira aula do sexto nível

Este comentário se refere ao Estudo Sistemático do Budismo Niskama Karma. Como afirmado no início destes estudos, podemos tratar o Budismo como uma filosofia, não necessariamente como uma religião, visto que nos ensinamentos de Buda não há menção à Deus. Assim, vou seguir esta linha, apregoando o valor filosófico do pensamento Budista, não deixando de citar aqui que tenho profundo carinho e respeito por esta forma de pensar, dado que, como praticante de artes marciais, ele permeia grande parte destas artes, principalmente as provenientes do Oriente e, por outro lado, como biólogo, considero que o pensamento ecológico profundo nasce com o Budismo (ou algum ramo ancestral deste), espalhando a noção de “sermos um” com o Universo e com todos os outros seres vivos. Essa visão, que no Ocidente ainda é considerada coisa de “bicho grilo”, é corroborada pelo estudo profundo das Ciências, que mostram que todos nós, das rochas às baleias azuis, somos feitos da mesma matéria, composta por elementos químicos forjados no núcleo das estrelas, que posteriormente explodiram e semearam o Cosmo e todos somos alimentados pela mesma energia, a fusão atômica de hidrogênio em outras estrelas que ainda estão em atividade… assim, todos nós somos poeira estelar, indestrutíveis na essência e, ao analisar a evolução da vida, descobrimos que um ser humano, o mofo do pão ou um pé de alface são todos construídos com exatamente as mesmas bases nitrogenadas, o mesmo DNA, formando genes da mesmíssima forma, ao longo da fita dupla e arranjados em cromossomos, que passam de uma geração à outra independentemente da estratégia de vida utilizada por uma determinada espécie. Filosoficamente, um cientista ateu e um Monge Budista podem estar muito mais próximos do que imagina o senso comum… ainda mais quando o texto do curso nos traz a informação de que aquilo que alguns chamam de Deus, o autor prefere chamar de Natureza!

Comentário sobre as quatro nobres verdades de Buda:

1 – Tudo é insatisfação;

2 – A causa da insatisfação é o apego;

3 – Cessando o apego, cessa a insatisfação;

4 – O caminho para cessar o apego é a Senda Reta dos Oito Caminhos.

Quanto às três primeiras verdades, uma pessoa com uma vivência razoavelmente consciente acaba por perceber ao longo da vida que várias coisas pelas quais ela lutou muito, empregou grande parte de seu tempo e recursos e ansiou desesperadamente para conseguir, quando conquistadas se revelam bem menos empolgantes do que pareciam quando não estavam em sua posse. Também as vitórias terminam por se revelar menos brilhantes do que pareciam quando olhadas na TV, mas as derrotas continuam a parecer de uma amargura avassaladora, até que a vitória, finalmente conquistada, passados apenas alguns dias, murcha e se transforma naquele pedaço frio de metal ou num pedaço de papel impresso pendurado na parede. A insatisfação acontece tanto na vitória como na derrota; o apego cria e potencializa o sofrimento, transforma o caminho até a meta em angústia e tempera com medo todo o percurso. O que Buda notou há muito tempo é que o caminho pode ser feito sem o apego, se houver o treinamento e a consciência adequados. Então, em seu método, ele propôs a Senda Reta de Oito Caminhos, para que as ações continuassem, mas sem o apego para atrapalhar o curso da ação… Aí então a “mágica” acontece: o caminho até a meta, quando desprovida de apego, torna o caminho mais leve, elimina a angústia e o medo, pois tanto a vitória como a derrota passam a ser desimportantes.

Como parece ter algo a ver com o tema, vou contar a história de como venci um campeonato de voo livre no ano de 2007, voando de parapente em uma região turbulenta e de certa forma perigosa. Na época eu já era um piloto veterano, e não estava muito animado a competir; me inscrevi na competição mais para dar uma força para o Clube de Voo do Parque Norte, sediado em Viadutos – RS, do que necessariamente para ganhar; era o dia 02 de dezembro e o calor intenso esquentava muito o terreno, desprendendo termais (ventos quentes ascendentes) muito fortes; os pilotos mais competitivos se arrumavam, checavam os equipamentos e decolavam no “miolo” da termal, subindo muito rápido e com as velas trepidando nervosamente ao vento (vela é o nome dado à ‘asa’ do parapente, que nada mais é do que um paraquedas alongado e que, se não pilotado adequadamente, em condições turbulentas, pode fechar sobre a cabeça do piloto). O céu já estava colorido com os competidores quando eu e meu amigo, também veterano (havíamos sido os pioneiros desse esporte na região), notamos que o vento suavizava e decidimos decolar com nossos parapentes, apenas para voarmos juntos mais uma vez, apreciar a beleza do local e a paz e o silêncio que o voo livre proporciona. Fizemos um voo fantástico e, após algum tempo de voo, ele decidiu pousar, pois a família o esperava em terra; nesta hora, apenas para diversão, resolvi verificar o tempo, altura e distância do “gol” (um alvo grande, tipo os de tiro, desenhado no chão) e acabei, apenas nos últimos minutos, planejando uma ação focada nos pontos do campeonato, pois até então, havíamos voado “no automático”, apenas curtindo. Possivelmente devido ao nervosismo e à condição turbulenta anterior, os outros pilotos haviam se distanciado muito do gol (eu nem sabia disso até então), porém, eu pousei bem no centro, tendo a nota máxima em precisão e a terceira nota em permanência, o que me rendeu o primeiro lugar na competição. Lógico que foi bacana ter ganhado, mas teria sido bom de qualquer forma, como foi bacana também para meu parceiro veterano, cuja pontuação foi bem pequena – ainda assim, maior do que muitos pilotos que competiam nervosamente pelo título.

Continuando no estudo, o texto “Acres de Diamantes” é muito significativo e, além da mensagem já explicada no próprio texto, há a questão do apego, em forma de ganância, que fez com que Ali Hafed ficasse cego e não percebesse as riquezas de que já desfrutava.

Quanto à Meditação, como ensinado no curso, é uma das formas mais requintadas de disciplina. Eu a considero um excelente treino para a mente, como a ginástica o é para o corpo. É preciso disciplina para treinar o corpo, logo também é preciso disciplina para treinar a mente (embora essa dualidade mente – corpo me soa bastante artificial; uso somente para fins de entendimento). Achei de extrema importância o que o colega Fernando R Sedano comentou, sobre a meditação ter contraindicação em se tratando de pessoas com quadros depressivos; já havia lido algo a respeito e me parece ser necessário certos cuidados em sua prática, principalmente tendo um bom professor para orientar o aluno.

Fraterno abraço!

Valdir, 26 de setembro de 2017.

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 7:58

Puxa vida Valdir, você além de Biólogo, Músico, Artista Marcial ainda é poeta! Citando você: Essa visão, que no Ocidente ainda é considerada coisa de “bicho grilo”, é corroborada pelo estudo profundo das Ciências, que mostram que todos nós, das rochas às baleias azuis, somos feitos da mesma matéria, composta por elementos químicos forjados no núcleo das estrelas, que posteriormente explodiram e semearam o Cosmo e todos somos alimentados pela mesma energia, a fusão atômica de hidrogênio em outras estrelas que ainda estão em atividade… De fato excetuando-se os ensinamentos de Jesus que nos deu apenas três mandamentos. Uau “ser parente” das estrelas é algo realmente que estava acima de minhas pretensões hoje. E isso antes do café da manhã de hoje, que nem haverá, pois hoje estou em um de meus dias de Jejum. Mas sim, o carbono é uma das substâncias mestras que está em tudo, desde as estrelas, as baleias azuis, e nossos corpos, isso eu já sabia mas nunca o vi dito de maneira mais poética do que essa sua citação. Ah! Você também é escritor, ia me esquecendo… Sim é bem possível que o Budismo seja algum tipo de ancestral não sinapsideo (Por favor pessoal quem quiser saber o que é um sinapsideo olhe no espelho. Opa! Estou pondo os carros diante dos bois, perguntem para o Valdir que ele lhes dará uma resposta sucinta e sintética de umas oito páginas, mas ele tem razão, fazer o que?). Acredito que o Budismo seja uma origem possível para a ecologia visto que uma de suas práticas é a compaixão. Existem dois episódios que embora de natureza estranha são citados na literatura budista, estou incluindo-os a título de mera ilustração, pois não sei a que ponto sejam apócrifos. PRIMEIRO: Determinada seita do Tibete coa o chá, para retirar alguma eventual aranha que tenha caído dentro da panela de cocção. Ficam duas perguntas: Para que coar se ela já estará morta devido à temperatura da água? Li em algum lugar o caso de uma criança que “teria” morrido porque ingeriu uma bebida onde havia caído uma lagartixa que tinha morrido por ter comido uma aranha venenosa. SEGUNDA: Um autor de um livro de Budismo disse algo tão esdruxulo que até hesito  em comentar, mas lá vai: ele disse algo mais ou menos assim: “Trate bem até mesmo as baratas e as aranhas, pois elas podem ter sido sua mãe em outra encarnação.”  Não creio muito nessa ultima afirmação porque para que isso fosse possível seria necessário que ocorresse a metempsicose, o que ideologicamente é altamente improvável embora biologicamente seja muito provável visto que a matéria que compõe o corpo retorna às suas composições mais básicas após a morte. Quanto ao conceito de que perceber o mundo ecologicamente seria coisa de bicho grilo. Eu discordo não da assertiva (Afinal sou um sinapsideo.), mas porque até mesmo os cristãos receberam instruções a esse respeito. Quando Jesus se referiu a “amar o próximo como a si mesmo” estava se referindo à mãe terra e a toda a forma de vida que nela existe (Tanto à fauna quanto à flora.), pois o amor ao semelhante só é citado por Jesus em seu terceiro mandamento (Que a maioria dos cristãos desconhece.). Os animais e as plantas e até mesmo a Terra, não são nossos semelhantes (Exceto na composição química.) e sim nossos próximos. Nesses termos não só os “bichos grilos” como também todo cristão, deveriam adotar essa perspectiva. Quanto ao conceito de Deus optar pelo nome Mãe Natureza, com certeza esse é o Deus da ciência a meu ver. E sim. Todo sucesso é efêmero. Nada dura para sempre, nem mesmo o conceito de Deus. Se examinarmos a história da humanidade vemos que os homens elegeram centenas de deuses (e demônios) ao longo de sua existência, e todos eles tiveram começo, meio e fim como tudo mais que existe. Mas, como consolo resta a Mãe Natureza e suas leis naturais que persiste, insiste e resiste por mais que os homens teimem em criar outros deuses… A ciência nada mais faz que estudar a Mãe Natureza e suas leis. Os chineses tem um provérbio que afirma: “A única Lei imutável da Natureza é que tudo muda.” Por paradoxal que pareça é a pura verdade e é por isso que seja o que for que realizemos tem filosoficamente falando a mesma robustez que uma bolha de sabão, incluindo aí todos os prazeres e vícios que eventualmente cultivemos. Tudo que você disse de forma brilhante foi resumido na estrofe da poesia de Rudyard Kipling que afirma: “Se ao encontrar a desgraça e o triunfo conseguires tratar da mesma forma a esses dois impostores.” Com certeza já que irrelevantes. Uma coisa que me faz perceber isso com relativa profundidade é o tal “papel impresso pendurado na parede” você já reparou que as pessoas passam e seus diplomas sobram por aqui e são retirados da parede e lançados ao lixo? Tenho uma gaveta cheia de diplomas, já os retirei da parede copiando o procedimento de Freud e quando os vejo ao acrescentar mais um à coleção penso com meus botões: mais um que vai sobrar quando eu partir. O que absolutamente não me causa transtorno apenas estupefação diante de fatos imutáveis e até mesmo ridículos se considerados em uma perspectiva mais liberal. Quanto ao tornar o caminho mais leve é preciso considerarmos que ao nascer já estamos destinados a morrer, o bebê quando nasce já começa a morrer. Ora, se “estamos destinados” é porque conhecemos nosso destino e se o destino nos é conhecido, por que ocupar nosso tempo com ele? Deliciemo-nos percorrendo o caminho, enquanto o caminho ainda existe… Quanto à sua performance no voo livre conforme sua narração é exatamente o que disse a respeito de se deliciar com o caminho percorrido… Perfeitamente pertinentes suas observações a respeito da meditação. Como sempre seus comentários abrilhantam o curso e ajudam a esclarecer muitos pontos que podem passar desapercebidos ao leitor menos atento. Obrigado e espero que continue com esse desempenho excelente comentando os demais níveis de nossos estudos.

Duclera Gerola  14 de Novembro de 2017 as 23:19

Sexta lição

Budismo

Sou budista a quatro anos.

Tenho aprendido muito com esta filosofia. Fiquei surpresa ao descobrir que apenas 6% da população mundial e budista.

Por outro lado, dá para descobrir um pouquinho do por que este fato ocorre.

No budismo aprendemos que somos responsáveis pelo nosso destino, e na maioria das religiões as pessoas não querem ouvir isso.

A maioria da população prefere acreditar que alguém vai trazer a prosperidade e a riqueza.

Eu, quero aprender como eu posso produzir riqueza!

Gratidão

Marco Natali 16 de Novembro de 2017 as 7:45

Sim, sei que você pratica um Budismo religioso criado por um discípulo japonês de Buda, o monge Nitiren Daishonin. Quando garoto assisti um filme sobre a vida dele e como foi considerado o salvador do Japão quando uma tempestade dizimou a armada chinesa que invadia aquele País. O Budismo Niskama Karma que praticamos aqui é essencialmente filosófico, não é uma religião. Já estive em vários templos budistas de diferentes denominações e constatei que em alguns deles eles oram a Buda para obterem graças. O que é um absurdo considerando que Buda era um homem e não um Deus. No Niskama Karma realizamos preces/afirmações que é algo bem diferente. Mas é muito bom ter por aqui alguém que pratique outras formas de Budismo para que ao comparar com os nossos ensinamentos contribua com visões diversificadas sobre o tema. Temos também entre os nossos alunos um monge Zen que publica algumas coisas interessantes lá no Grupo T. Infelizmente nem todos os sistemas de Budismo que existem por aí ensinam os ensinamentos fundamentais sobre as Quatro Nobres Verdades. Conheci um senhor japonês com 80 anos que achava que era budista e praticava uma religião budista japonesa há mais de 50 anos e nunca havia ouvido falar sobre as Quatro Nobres Verdades. Quando lhe ensinei ele até chorou e lamentou não ter tido a oportunidade de aprender isso 50 anos antes. Não sei qual a denominação da religião budista dele.

A sua breve história é do mesmo tipo de perseverança que admiro no meu esposo. E deixa claro que o poder de decisão sempre está em nossas mãos. Foi o que analisei de imediato. As vezes as necessidades nos empurram a cada etapa. Creio sim que os sonhos se realizam com objetivos e resultados a serem alcançados como o Marujo e o Capitão. Gostei dos métodos abordados e muitos bem elucidados. Parabéns por ora, mas quero ler mais uma vez gosto de ler e reler pois as vezes pode-se ver algo mais que nossa mente não absorveu.
Posso repetidas vezes te dizer que mulher tem muito disso e você vai sentir e ver nas entrelinhas aquele “sexto sentido femino” kkkk Tenho algo a aprender com tudo isso que está ocorrendo. Nada é em vão. Meu esposo sempre falou de vc e do curso que ele teve contigo. Minha irmã tbm fez este mesmo curso me aguçou a curiosidade. Desde muito pequena tenho relatos da minha mãe que mesmo sem saber ler me dava explicações às minhas muitas perguntas. Agora vejo isso em mim como uma virtude que devo recuperar e administrar pois corro contra o tempo que é muitas vezes cruel. Por isso sei que este curso veio para me ajudar e lhe sou grata e espero que você seja retribuido em dobro pelo que está fazendo, pois acredito na lei do retorno. O que fazemos para o próximo nos é dado em galardão. Saiba que seus ganhos serão bonificados pois o que vc faz é muito bom e vc está a plantar semente de excelência de enorme valor q o mundo tanto necessita e são poucos os q se dedicam a fazê-lo👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽😍

Esta aula foi a apresentação de todo o conteúdo em resumo. Gostei de tudo que foi abordado e vi que tenho muito a ser melhorado. A respeito das metáforas “Marujo” e “Capitão” é bom para o crescimento de uma consciencia para atingir metas como foi dito ter em primeiro plano um equilibrio emocinal a mente tem que está bem alinhada realmente pois se ñ colocarmos isso há frente ñ poderemos dar os primeiros passo tbm para uma vida financeira estável e segura para nos e os que nos cercam. Valorizo aquele que é bem centralizado assim é melhor para elaborar planos bons e sem frustações futuras. Entendi que devemos sonhar com os pés nos chão firmes no que queremos obter algo lógico e bem focado diferenciar o comum do bem sucedido, conquistar habilidades, conquistar e fazer com que isso se concretize de modo seguro.
Que meus desejos tenham o objetivo real utilizar o método SMART e segredos da PNL que são estratégias e táticas que serão ensinadas ao longo do curso.
Para tbm obter o sucesso com planejamentos, saúde e relacionamentos saudáveis. Gosto muito de meditar pois me eleva a consciência à maneira de raciocínio mais tranquilo para tomar algumas decisões. Tenho que aprender a usufrir mais com o que tenho mesmo sendo pouco; administrando meu tempo. Sei que me doo mais pela condição de ser mãe sou muito requisitada e preciso olhar mais para mim coisa q ñ ando fazendo pois as vezes devo deixar um pouco de lado as preocupações e confiar mais. Ja na parte financeira tá difícil para muitos e fazer o dinheiro trabalhar p nos oh como é “custoso” assim dizem os mineiros. Aprender resolver os problemas vai ser ótimo e bem vindo e mais usufruir disso tudo é o que mais quero conquistar creio q é o desejo de muitos. Bom e isso que resumi do que li.

Segunda aula

O condicionamento da infância vai ser a estrutura futura de um adulto. Quando somos condicionados a um fundamento solido ou ñ, saber se desenvolver em meio a desafios. Gostei do exemplo da flor de Lotus. Aprender tomar decisões executar e ñ somente isto sair da zona de conforto sonhar mais para que as coisas se concretizem. Ñ ter medo de mudanças como foi citado pelo Millôr Fernandes.
O alimento diario de se melhorar a cada dia tras grandes transformações e para isso temos q mudar hábitos com esforço e motivações certas.
Os exemplos de pessoas q ñ foram bem sucedidas por falta de uma boa administração ou ñ saber dizer não e como é difícil mas já ouvi muitos dizerem se vc quer ver seus filhos se tornarem contraventores dê tudo q eles pedirem pois se eles ñ trabalham p ter logo ñ dão o real valor. A mente tem que ser disciplinada com o ser flexível p alcançar o q queremos, Temos q deixar os vícios isto atrapalha e muito; corpo saudável mente sarada anda em comum acordo logo a harmonia entre si levando p um bom desempenho para isso as escolhas tem q ser bem pensadas. A questão sobre as habilidades que possuo são o princípio por onde devo começar

Primeiro passo
Vou ter que me conhecer e sera mudado o q precisar. Minhas limitações e auto conhecimento me levarão além do que imagino. Quais meus pontos fortes p meu crescimento naquilo que almejo tenha um resultado bem sucedido. Aprendi que o medo atrapalha. Tenho valores tenho que saber usa-los e estes valores mudam dependendo do momento q estou vivendo mas pela minhas perpectivas vejo que ao me tornar Capitão tenha a possibilidade de equilíbrio emocional e mental de modificação o modo como posso e devo atuar em cada momento vivido sem alterar meus objetivos e metas.

Infelizmente acabo de descobrir que embora os comentários possam ser úteis aos demais participantes não há condições de postá-los aqui mais. A partir desta data os comentários não serão mais obrigatórios. Os eventuais comentários que algum participante tenha, serão respondidos por mim em particular pelo Zap. Lamento.

Primeiro Bônus. Missão com perguntas.

  1.  Glaucia Paoleschi 1 de Junho de 2017 as 16:41

Envio das respostas ao Questionário:

  1. Qual lema vc escolheu para a sua vida? Qual é a frase, pensamento ou citação que norteia sua vida?

Um dia de cada vez, sem planos.

  • O que faz vc feliz?

       Produzir, amor correspondido.

  • Qual o seu talento especial? Em que vc é melhor no que faz?

Quando consigo focar em algo, sou bastante competente.

  • O que faz as pessoas se sentirem tocadas ou enternecidas por vc? Em que seu próximo é grato a vc?

 Não sei, sou bastante dedicada quando quero.

  • Quais são os seus dons, no que vc é bom?

Sexto sentido, cuidar dos animais – justiça.

  • Quem serve de exemplo ou referencia para vc? Como essa pessoa inspira vc, Pq?

Pessoas inteligentes, bem-sucedidas, realizadas e felizes, essas pessoas me inspiram.

  • Dar mais d que promete é um dos caminhos mais adequados para a prosperidade. Como vc faz isso?

É algo que estou começando a trabalhar, parar de pensar no dinheiro que estou dando, e sim na felicidade que estou proporcionando.

  • Qdo vc faz o que lhe dá prazer, sua sintonia e tanta que vc não vê o tempo passar e ainda se diverte em faze-lo. O que estava fazendo quando sentiu isso pela ultima vez? Como entrar nessa vibe?

 Gosto do meu trabalho, preciso aprender a faze-lo da maneira correta.

  • Imagine que algum tempo vc foi contemplado com um premio de loteria milionário. Vc acaba de acordar, não tem nenhuma agenda a cumprir e nenhuma necessidade financeira. O que vc pretende fazer hoje?

Passear com a família, identificar quem esta precisando de ajuda e quem quer ser ajudado… começar por ai. Comprar um sitio para colocar velhinhos e cachorros abandonados… isso me faria muito bem.

  1. Que estratégias e táticas vc usa qdo descobre que há fortes chances de vir a falhar?

Tento achar um plano B, para amenizar o estrago.

  1. Se houvesse a chance de vc ter ou fazer qualquer coisa. O que escolheria ter ou fazer?

Satisfação plena.

  1. Quais são os assuntos que vc acha interessantes, que defende e que disputa com as outras pessoas?

Facilidades, inovação, investimentos.

  1. O que mais te revolta no mundo? Se tivesse recursos o que faria para resolver? Injustiças. Hospitais, creches, estudo.
  2. Quais são suas preocupações em relação as futuras gerações? O que esperar para filhos e netos?

Não sei se teria um filho, mas caso sim, eu espero que ele seja inteligente o suficiente para ter uma boa vida e caridoso e generoso para ajudar outros a terem uma boa vida.

  1. Quais as maneiras que vc utiliza para ajudar se próximo?

Doação de dinheiro e tempo.

  1. Quando vc entra numa livraria que seção vc procura? Que tio de revistas vc lê? Faz tempo que não faço isso, mas geralmente romances, autoajuda, suspense.
  2. Teve alguma vez que vc não conseguiu dormir de tão empolgado que estava com seu trabalho? Que trabalho era esse?

Sim, geralmente qdo tenho reunião com clientes de grande porte.

  1. Se vc confia que tem competência para se sustentar fazendo o que gosta, que trabalho fará?
    Como disse gosto do meu trabalho, só preciso aprender a faze-lo certo.
  2. Independente do q vc faz em seu trabalho, o que vc amaria fazer de graça pq lhe dá prazer?

 Gestão, gosto de ser independente.

  • Se vc estivesse por perto no seu próprio funeral, o q gostaria de ouvir as pessoas falando seus respeito?

Que fiz algo bom.

  • Qual a razão de vc querer ser lembrado, que marca vc quer deixar no mundo quando partir?

Ser amada por aqueles que estiveram ao meu lado, minha marca… não sei.

  • O que seus amigos dizem que vc faria bem, que vc deveria trabalhar com isso? Direito. Ser Advogada ou Delegada.
  • O que desperta sua curiosidade? O que vc gostaria de aprender? O que vale a pena saber?

 Sabedoria é sempre bem-vinda, saber o que realmente importa para o meu desenvolvimento humano.

  • Tenho uma hora livre para navegar na internet, o que vc procura?

No momento casa para alugar.

  • Volte aos seus sete anos. O que vc queria ser quando crescesse?

Casada e rica.

  • Se vc fosse escrever um livro, qual seria o titulo e sobre o que trataria? Provavelmente seria sobre como superar a “Escuridão e o Vazio”, quem sabe daqui um tempo, eu já tenha adquirido sabedoria e tenha vitorias suficientes para escrever um livro.
  • Que trabalho vc conhece ou viu e que vc gostaria que fosse o seu trabalho? Não sei
  • Cite de 3 á 5 atividades que vc gostaria de fazer e que são a sua cara.

Atleta, piloto de moto, pilotar avião, cantar e vender.

  • O que vc gostaria de mudar no mundo?

 Divisão de classes.

  • Quais os 3 desejos que vc pediria para sua fada madrinha ou para o gênio da lâmpada?

 Saúde (que tenha uma morte saudável), satisfação financeira (tipo ter td que quero, preciso e desejo), Amor responsável e verdadeiro (amigos, relacionamento, familiar).

Marco Natali 25 de Julho de 2017 as 7:45

Gosto muito quando recebo respostas ao questionário do livro MISSÕES COM PERGUNTAS e fico especialmente feliz com a resposta à sua primeira questão. Viver o presente é praticar o Budismo como se deve. Gostei muito de sua resposta à questão 7, pensar na felicidade que você proporciona é muito mais importante que qualquer outra coisa, isso lhe trará satisfação interior. Você diz que gosta de seu trabalho, mas não diz qual é, gostaria de saber.

Primeiro Bônus. Missão com perguntas.

. D’Urbano 6 de julho de 2017 as 10:27

Envio das respostas ao Questionário:

1. Qual lema vc escolheu para a sua vida? Qual é a frase, pensamento ou citação que norteia sua vida? O que você sabe não tem valor algum. Tem valor o que faz com o que sabe.

2. O que faz vc feliz? Estar com a família, ministrar aulas, ajudar.

3. Qual o seu talento especial? Em que vc é melhor no que faz? Gosto de ensinar, gosto de ajudar.

4. O que faz as pessoas se sentirem tocadas ou enternecidas por vc? Em que seu próximo é grato a vc? Acredito em minha honestidade.


5. Quais são os seus dons, no que vc é bom? Acredito que sou fiel e dedicado. Quando me proponho a fazer algo, vou até o fim.

6. Quem serve de exemplo ou referencia para vc? Como essa pessoa inspira vc, Pq?
Meu pai, pela retidão de caráter.

7. Dar mais do que promete é um dos caminhos mais adequados para a prosperidade. Como vc faz isso? Na atenção e dedicação aos detalhes da tarefa e às pessoas que atendemos.

8. Qdo vc faz o que lhe dá prazer, sua sintonia e tanta que vc não vê o tempo passar e ainda se diverte em faze-lo. O que estava fazendo quando sentiu isso pela ultima vez? Como entrar nessa vibe? Adoro dar aulas aos estágiários. Não vejo o tempo passar. Há um interesse mútuo.

9. Imagine que algum tempo vc foi contemplado com um premio de loteria milionário. Vc acaba de acordar, não tem nenhuma agenda a cumprir e nenhuma necessidade financeira. O que vc pretende fazer hoje? O bom é não ter preocupações próprias, mas alguém sempre precisa de uma mão.

10. Que estratégias e táticas vc usa qdo descobre que há fortes chances de vir a falhar?
É uma situação difícil, e sempre é preciso contar com a ajuda de terceiros .

11. Se houvesse a chance de vc ter ou fazer qualquer coisa. O que escolheria ter ou fazer? Gosto muito do que faço. Continuaria.

12. Quais são os assuntos que vc acha interessantes, que defende e que disputa com as outras pessoas? Gosto de filosofia


13. O que mais te revolta no mundo? Se tivesse recursos o que faria para resolver? Sempre a injustiça social é um grande problema.

14. Quais são suas preocupações em relação as futuras gerações?o que esperar para filhos e netos? Gostaria que tivessem um bom nível de estudo, educação e sabedoria

15. Quais as maneiras que vc utiliza para ajudar  seu próximo? Depende da situação. Em geral ouvir e apoiar.

16. Quando vc entra numa livraria que seção vc procura? Que tipo de revistas vc lê? Gosto de mistério e aventura. Ficção

17. Teve alguma vez que vc não conseguiu dormir de tão empolgado que estava com seu trabalho? Sim. Várias vezes. Mudança de local.

18. Se vc confia que tem competência para se sustentar fazendo o que gosta, que trabalho fará? Gosto do que faço.

19. Independente do q vc faz em seu trabalho, o que vc amaria fazer de graça pq lhe dá prazer? Dar aula de inglês.

20. Se vc estivesse por perto no seu próprio funeral, o q gostaria de ouvir as pessoas falando seus respeito? Que eu era um cara decente.

21. Qual a razão de vc querer ser lembrado, que marca vc quer deixar no mundo quando partir? Saber que os que me conheceram, sabem que fiz o melhor e mais correto possível.

22. O que seus amigos dizem que vc faria bem, que vc deveria trabalhar com isso? Professor

23. O que desperta sua curiosidade? O que vc gostaria de aprender? O que vale a pena saber? Gostaria de falar mais línguas.

24. Tenho uma hora livre para navegar na internet, o que vc procura? Varia muito.

25. Volte aos seus sete anos. O que vc queria ser quando crescesse? Grande e forte… rsssss

26. Se vc fosse escrever um livro, qual seria o titulo e sobre o que trataria? Reflexões da vida.

27. Que trabalho vc conhece ou viu e que vc gostaria que fosse o seu trabalho? Artista do Cirque du Soleil

28. Cite de 3 á 5 atividades que vc gostaria de fazer e que são a sua cara. Piloto de helicóptero, professor de inglês ou outra lingua, ator


29. O que vc gostaria de mudar no mundo? Divisão financeira.

  1. Quais os 3 desejos que vc pediria para sua fada madrinha ou para o gênio da lâmpada? Saúde, sabedoria e um bilhão.

Marco Natali 25 de Julho de 2017 as 8:05

Agradeço por ter escolhido esse lema para nortear sua vida, foi o que me norteou em minha infância e me ajudou muito. Quanto à questão 2, sou testemunha que você realiza essas três coisas muito bem, deve ser muito abençoado em sua vida exatamente pelas mesmas três coisas e por sua dedicação a elas. Ser honesto em um País como o nosso em que as figuras públicas deveriam ser exemplos disso, mas não são, é uma qualidade rara, parabéns.  Realizar as coisas até o fim é um dom precioso e muito valorizado. Conheço seu pai e também o admiro, fico feliz com sua escolha. Gostei de saber que mesmo ganhando na loteria você ainda daria uma mão ao seu próximo. Fico feliz em saber que você trabalha no que gosta, poucas pessoas passam por uma experiência tão prazerosa. Tenho certeza que seus filhos e netos terão um bom nível de sabedoria principalmente se seguirem os conselhos de um pai como você. Wow! To teach english! It’s a good idea. The people needs it so much! Penso que você irá ao meu funeral e não ao contrário, mas de qualquer forma saiba que o considero um cara decente desde já. Estimo em saber que seu desejo de infância foi realizado, você é uma cara grande e forte, mais do que isso se tornaria o Hulk, o que não seria uma boa ideia. Quanto ao seu livro REFLEXÕES DA VIDA, já começou? Quando vai publicar? Para você se tornar um artista do Cirque du Soleil você pode conversar a respeito com o Alex, que é parte de nossa família Transformacionalista e trabalha lá há muitos anos. Quanto a ser ator, você já foi naquele filme, por falar nisso, quando vou conseguir uma cópia?

Primeiro Bônus. Missão com perguntas.

Lucia Helena Hilário Alves 21 de Julho de 2017 as 14:18

Envio das respostas ao Questionário:

1 – Que lema você escolheu para sua vida? Qual é a frase, pensamento ou citação que norteia sua vida?

R=realizar meus sonhos e desejos.

“Suba o 1º. degrau com fé, você não precisa ver toda a escada, só o primeiro degrau.” Luther King.

2 – O que faz você feliz?

R=obter resultados dos meus sonhos e desejos

3 – Qual o seu talento especial? Em que você é o melhor no que faz

R=intuição

4 – O que faz as pessoas se sentirem tocadas ou enternecidas por você? Em que seu próximo é grato a você?

R=eu ajudo por ajudar ,sem interesse, sem cobrar nada.

5 – Quais são os seus dons, no que você é bom?

R=eu tenho uma percepção da vida, das pessoas muito rápida, eu sou muito intuitiva.

6 – Quem serve de exemplo ou referência para você? Como que essa pessoa inspira você? Por quê?

R=Matthieu Ricard, o monge budista  considerado o homem mais feliz do mundo, a sua serenidade, a sua alegria interior, uma citação sua:” É preciso mudar a empatia pelo amor puro e, nesse momento, qualquer átomo do seu corpo que possa estar sofrendo se transforma em um átomo de amor e seu estado mental será completamente diferente.”

7 – Dar mais do que promete é um dos caminhos mais adequados para a prosperidade. Como que você faz isso?

R=Sempre fiz isso quando trabalhava em alguma empresa, ou para alguém, eu sempre fiz muito mais do que esperavam de mim, eu sou assim, faz parte da minha natureza.

8 – Quando você faz o que lhe dá prazer, sua sintonia é tanta que você não vê o tempo passar e ainda se diverte ao fazê-lo. O que você estava fazendo quando sentiu isso pela última vez? Como entrar nessa vibe?

R=quando estava trabalhando eu desenvolvia um projeto, um relatório que trazia uma informação relevante isto me dava muito prazer.

9 – Imagine que já há algum tempo você foi contemplado com um prêmio de loteria milionário. Você acaba de acordar, não tem nenhuma agenda a cumprir e nenhuma necessidade financeira. O que você pretende fazer hoje?

R=Ler um livro, fazer pesquisas de assuntos que me interesse ou escrever um livro .

10 – Que estratégias e táticas você usa quando descobre que há fortes chances de vir a falhar?

R=busco alternativas, saídas através da intuição.

11 – Se houvesse a chance de você ter ou fazer qualquer coisa. O que escolheria ter ou fazer?

R=cantar e tocar um piano/órgão.

12 – Quais são os assuntos que você acha interessantes, que defende e que disputa com as outras pessoas?

R=direitos humanos

13 – O que mais te revolta no mundo? Se tivesse recursos o que faria para resolver isso?

R=Estupro, acho uma covardia, não sei.

14 – Quais são suas preocupações em relação às futuras gerações? O que esperar para filhos e netos?

R=autoconsciência, respeito pela natureza, qualidade de vida, compaixão pelo outro.

15 – Quais as maneiras que você utiliza para ajudar seu próximo?

R=através daquilo que eu sei fazer entendo, minha formação, eu doo para quem quer aceitar minha ajuda.

16 – Quando você entra em uma livraria que seção você procura? Que tipo de revistas você lê?

R=autoajuda, esotéricos, espiritualidade.

17 – Teve alguma vez que você não conseguiu dormir de tão empolgado que estava com seu trabalho? Que trabalho era esse?

R=Não

18 – Se você confia que tem competência para se sustentar fazendo o que gosta que trabalho fará?

R=vendas na internet, escritora.

19 – Independente do que você faz em seu trabalho, o que você amaria fazer de graça porque lhe dá prazer?

R=dar orientação sobre o que eu sei.

20 – Se você estivesse por perto em seu próprio funeral, o que gostaria de ouvir as pessoas falando a seu respeito?

R=era uma pessoa iluminada.

21 – Qual razão de você querer ser lembrado, que marca você quer deixar no mundo quando partir?

R=uma pessoa com conhecimento, sábia.

22 – O que seus amigos dizem que você faria bem, que você deveria trabalhar com isso?

R=filosofia.

23 – O que desperta sua curiosidade? O que você gostaria de aprender? O que vale a pena saber?

R=autoconhecimento, a chave da minha libertação, inglês, trabalhar na internet, ser uma escritora, pintura em moveis.

24 – Tendo uma hora livre para navegar pela internet, o que você procura?

R=cursos que me interessa matérias interessantes

25 – Volte aos seus sete anos de idade. O que você queria ser quando crescesse?

R= Lembro que queria participar de uma peça de teatro e meus pais não deixaram.

26 – Se você fosse escrever um livro, qual seria o título e sobre o que trataria?

R=autoconhecimento algo que ajudasse a humanidade elevar a consciência, ser prospera, rica, bem sucedida, principalmente para os adolescentes.

27 – Que trabalho você conhece ou viu e que você gostaria que fosse o seu trabalho?

R=ser uma escritora bem sucedida

28 – Cite de três a cinco atividades que você gostaria de fazer e que são a sua cara

R=escritora, administradora, terapeuta, cantora, tocar um instrumento.

29 – O que você gostaria de mudar no mundo?

R=a corrupção, o autoconhecimento da sociedade.

30 – Quais os três desejos que você pediria para sua fada madrinha ou para o gênio da lâmpada?

R=1-casamento com um amor de alma

2-Ser uma escritora de sucesso

3-Falar inglês fluente

Tática é saber o que fazer quando há o que fazer; estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer. Savielly Tartakower

Marco Natali 25 de Julho de 2017 as 6:45

Gosto muito quando recebo respostas ao questionário do livro MISSÕES COM PERGUNTAS este primeiro Bônus que é enviado gratuitamente a todos que se inscrevem no Transformacionalismo. Ao se inscrever, você se torna parte de nossa família Transformacionalista e isso traz muita alegria a meu coração. E quando você responde ao questionário desse livro você enseja a mim e aos demais membros da família Transformacionalista a oportunidade de a conhecerem melhor. Aliás aproveito o ensejo para comentar que por ser intuitiva e por gostar de assuntos edificantes como estes que você descreve em suas respostas, você é uma participante muito útil e necessária ao nosso Grupo T no Zap. Sua participação é muito importante para nós espero que publique mais posts úteis lá no grupo. Aproveite essa oportunidade e crie o hábito de fazer isso rotineiramente, pelo menos uma vez por semana, mais se você puder.  Também gosto muito do Matthieu Ricard, acho ele muito alegre e divertido, tem um raro e sutil senso de humor. O que acha de publicar de quando em quando um link para algum vídeo dele lá no Grupo T? Gostei de seu objetivo de escrever um livro. Como sou escritor sempre achei que todos deveriam fazer isso. Acho que todo mundo tem uma história para contar e considero o ato de escrever muito semelhante ao ato de conversar com alguém, com a vantagem que ao fazê-lo por escrito é muito mais fácil. Havendo interesse tenho um curso a respeito, há informações neste link: http://www.unicefa.com.br/como-escrever-livros/  Quanto à sua reposta à questão 13 também acho o estupro uma covardia. Quando fiz Psicologia aprendi que a estatística no Brasil é que a cada dez mulheres duas são estupradas. É uma ideia apavorante, você está em um ônibus onde cabem 36 passageiros sentados e metade são mulheres, dessas pelo menos 3 foram estupradas. Que mundo é este meu Deus? Quanto à questão 23, acredito que no que tange ao autoconhecimento o treinamento do Transformacionalismo possa ajudar muito. Quanto ao inglês, você pode aprender de graça utilizando um programa que você baixa para o seu celular e estuda sozinha aprendendo pronuncia, verbo, conversação, treinando a pronúncia, etc… Chama-se DUOLINGO, procure se informar. Quanto a ser escritora já dei uma dica lá atrás. Quando escrever mencione o Transformacionalismo precisamos de ajuda e apoio de pessoas voltadas ao caminho do bem, como você. Quanto ao teatro nunca é tarde demais para iniciar essa carreira, precisam de atores em todas as faixas etárias, procure informações a respeito. Tenho alguns amigos artistas, mas sempre é bom conhecer mais uns. Já que pretende escrever para os adolescentes recomendo vivamente um livro em especial, procure lê-lo o quanto antes: OS 7 HÁBITOS DOS ADOLESCENTES ALTAMENTE EFICAZES do Sean Covey. É útil para qualquer pessoa dos 8 aos 88 anos. Que você se case com alguém muito especial, que se torne uma escritora famosa, que amiúde publique coisas interessantes no Grupo T, são meus desejos para você.

Lucia Helena Hilário Alves 10 de Agosto de 2017 as 14:19

Boa tarde Marco 

Estou muito feliz de falar com você , tenho estudado muito e procurando organizar meu tempo. Quero tirar algumas duvidas:

1) Gostei muito da forma como interage com os alunos eu não tinha entendido muito bem mas, agora entendi depois que vi a resposta do questionário;

2) Quanto a vontade de fazer teatro foi só na adolescência; 

3) Hoje estou focada em ser uma escritora, ter minhas rendas passivas através de Marketing na Internet desde 2010 venho tentando sem sucesso, estou estudando o material do Alex Vargas estou gostando acho que ele é serio(se quiser dar algumas dicas agradeço)

4) Fiz um blog para colocar textos afins, divulgar afiliados, e irei colocar os links dos textos gratuitos que você divulga o transformacionalismo, pois é muito rico o material.

5) Comprei o curso Regra de Ouro, e eu vi que você inclui nas remessas.

6)Estou mandando anexo e peço se você pode me dar uma dica se o meu texto de Minha Manifestação ficou bom ,procurei colocar ali tudo que desejo manifestar,refiz umas 4 vezes mas não sei se ta claro para minha mente subconsciente;

RESUMO-minha manifestação

Lucia Helena

PRIMEIRO-PREMISSA MAIOR

O universo está em constante expansão, a Inteligência Infinita das Leis Universais está em toda parte.

SEGUNDA PREMISSA

PORTANTO também está em meu SUBCONSCIENTE,

PORTANTO sou parte do universo.

Sendo PARTE DO UNIVERSO estou em constante crescimento, evolução, através dos meus sentimentos mais profundos agora desenvolvidos, minha sabedoria, compreensão, autoconfiança, compaixão, retidão, responsabilidade, lealdade, respeito, fé.

Ajudo eu mesma, minha família física, parentes, minha alma gêmea, amigos, e todos que puder ajudar.

AGRADECIMENTO FORMAL 

Eu sou grata que como escritora de livros  intuídos  através da Inteligência Infinita da minha  MENTE SUBCONSCIENTE ,ajudo a todos que buscam autoconhecimento.

Eu sou agradecida, pois tenho um sucesso avassalador como escritora.

Sou grata pelo sucesso das minhas rendas passivas através de Marketing na Internet, tenho um sucesso avassalador.

Sou grata pelos ensinamentos através da Curso Transformacionalismo que esta transformando minha vida verdadeiramente.

DECLARAÇÃO EXPLICANDO O PORQUE

Tudo que eu aprendo, entendo mais profundamente compartilho com todos.

Sou feliz e grata por ter encontrado minha MISSÃO de VIDA.

Agora minha vida tem sentido, sou feliz, é mais significativa, me trás alegria de viver, sinto-me realizada, voltei a ter o brilho nos olhos, sou prospera, sempre rodeada de pessoas inspiradoras, amigas e parceiras, e divido com as pessoas esta benção que é minha vida.

AGRADECIMENTO FINAL

Eu sou grata por isso.

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 14:18

Não há o que comentar sobre o Alex, como você mesma disse, ele parece ser um garoto sério. Quando fiz o curso dele levei cerca de 40 dias para recuperar todo o valor que paguei pelo curso, acho que depende apenas de colocar em prática o que aprende a medida em que for aprendendo. Quanto ao Blog que você criou me envie o link, vou gostar de conhecer. Sua manifestação está boa. Não precisava seguir o modelo da minha, poderia ser algo inédito mais focada em suas próprias buscas, mas sem dúvida ficou muito boa. Sucesso na manifestção lembre-se de memorizar o texto e repeti-lo algumas vezes ao longo do dia.

Zilita Conceição Cravo Miranda 24 de Agosto de 2017 12:47

Prof. Marco, boa tarde.

Finalmente conclui o questionário e finalmente hoje, após 4 dias consegui voltar a este email.

Peço desculpas pelo atraso, mas diferente das outras vezes, eu quero fazer o que precisa ser feito mesmo que fique atrasada com relação aos demais participantes, pois tenho certeza que a mudança só acontecerá se eu fizer a minha parte.

Sou imensamente grata por sua dedicação e bondade em transmitir seus conhecimentos e espero ser merecedora dessa oportunidade.

Muito obrigada e que sua Luz possa se espalhar pelo mundo e que Deus o proteja sempre e lhe dê muita saúde para continuar esse trabalho maravilhoso.

Obrigada, obrigada, muito obrigada por existir.

Zilita da Conceição C Miranda

1 – Que lema você escolheu para sua vida? Qual é a frase, pensamento ou citação que norteia sua vida?

“A vida é curta demais para ser pequena”

2 – O que faz você feliz?

Ajudar ao próximo, contribuir para a felicidade dos outros.

3 – Qual o seu talento especial? Em que você é o melhor no que faz.

Dizem que é a minha paciência

4 – O que faz as pessoas se sentirem tocadas ou enternecidas por você? Em que seu próximo é grato a você?

Sempre procurar mostrar o lado positivo dos acontecimentos.

5 – Quais são os seus dons, no que você é bom?

Escutar as pessoas

6 – Quem serve de exemplo ou referência para você? Como que essa pessoa inspira você? Por que?

Não tenho um ídolo específico, admiro várias pessoas: Jesus, Joseph Murphy, Catherine Ponder, Napoleon Hill, Marco Natali, entre outros.

7 – Dar mais do que promete é um dos caminhos mais adequados para a prosperidade. Como que você faz isso?

Infelizmente hoje a única coisa que consigo doar é um pouco do meu tempo e atenção quando pedem a minha ajuda.

8 – Quando você faz o que lhe dá prazer, sua sintonia é tanta que você não vê o tempo passar e ainda se diverte ao fazê-lo. O que você estava fazendo quando sentiu isso pela última vez? Como entrar nessa vibe?

Em um almoço de família.

9 – Imagine que já há algum tempo você foi contemplado com um prêmio de loteria milionário. Você acaba de acordar, não tem nenhuma agenda a cumprir e nenhuma necessidade financeira. O que você pretende fazer hoje?

Fazer algum programa com as minhas filhas.

10 – Que estratégias e táticas você usa quando descobre que há fortes chances de vir a falhar?

Respiro fundo, analiso a situação e procuro encontrar uma alternativa para amenizar a falha.

11 – Se houvesse a chance de você ter ou fazer qualquer coisa. O que escolheria ter ou fazer?

Eu gostaria de ser uma boa dançarina e pianista.

12 – Quais são os assuntos que você acha interessantes, que defende e que disputa com as outras pessoas

Gosto de tudo que ajude a entender o comportamento humano, quando solicitada exponha meus pensamentos e sentimentos, mas não me preocupo em defender ou disputar com ninguém. Há muito tempo venho exercitando o ato de respeitar o meu próximo sempre, por mais que seus pensamentos e atitudes sejam diferentes do meu.

Eu costumo dizer que esse é o grande desafio do ser humano – respeitar o próximo.

13 – O que mais te revolta no mundo? Se tivesse recursos o que faria para resolver isso?

A diferença socioeconômica.

Investiria em educação, pois acredito que essa é a solução para a maioria dos problemas.

14 – Quais são suas preocupações em relação às futuras gerações? O que esperar para filhos e netos.

A violência me preocupa muito, mas tenho fé e esperanças que os jovens de hoje possam fazer essa mudança, pois vejo em muitos deles uma vontade de ter um mundo melhor e de não aceitar tudo que querem nos impor.

15 – Quais as maneiras que você utiliza para ajudar seu próximo?

Ouvir e transmitir palavras de amor e esperança.

16 – Quando você entra em uma livraria que seção você procura? Que tipo de revistas você lê?

Procuro por livros que me ajudem a compreender o ser humano.

17 – Teve alguma vez que você não conseguiu dormir de tão empolgado que estava com seu trabalho? Que trabalho era esse?

O primeiro dia de todo serviço novo ficava ansiosa e empolgada.

18 – Se você confia que tem competência para se sustentar fazendo o que gosta, que trabalho fará?

Trabalhos com organização de coisas.

19 – Independente do que você faz em seu trabalho, o que você amaria fazer de graça porque lhe dá prazer?

Trabalhar com bebês, crianças.

20 – Se você estivesse por perto em seu próprio funeral, o que gostaria de ouvir as pessoas falando a seu respeito?

Que eu as ajudei em algum momento de suas vidas.

21 – Qual razão de você querer ser lembrado, que marca você quer deixar no mundo quando partir?

Quero ser lembrada como uma pessoa que sempre procura ver o lado positivo das coisas.

22 – O que seus amigos dizem que você faria bem, que você deveria trabalhar com isso?

Ser psicóloga

23 – O que desperta sua curiosidade? O que você gostaria de aprender? O que vale a pena saber?

O ser humano

24 – Tendo uma hora livre para navegar pela internet, o que você procura?

Assuntos relacionados ao comportamento humano, como essa máquina maravilhosa funciona, autoconhecimento.

25 – Volte aos seus sete anos de idade. O que você queria ser quando crescesse?

Professora ou secretária

26 – Se você fosse escrever um livro, qual seria o título e sobre o que trataria?

Gostaria de escrever um livro que pudesse mostrar que somente o amor e com amor podemos construir um mundo melhor e sermos pessoas melhores e felizes.

27 – Que trabalho você conhece ou viu e que você gostaria que fosse o seu trabalho?

Eu sou uma pessoa abençoada, pois faço o que eu gosto, mas se tivesse que escolher outro trabalho teria que ser algo em que eu pudesse ser útil, que eu pudesse acrescentar algo ao grupo.

28 – Cite de três a cinco atividades que você gostaria de fazer e que são a sua cara.

Dançar, tocar piano, ser psicóloga/terapeuta, professora,

29 – O que você gostaria de mudar no mundo?

A forma como o ser humano pensa.

30 – Quais os três desejos que você pediria para sua fada madrinha ou para o gênio da lâmpada?

Sabedoria para os homens

Saúde em todos os campos (física, mental e espiritual)

Prosperidade material e espiritual

Marco Natali 5 de Setembro de 2017 as 15:50

Adorei suas respostas Zilita, são simples, harmoniosas e meigas. O que indica sabedoria. Quando você escrever aquele livro mande um exemplar para mim, vou gostar de ler.

Cleidiane Viana 8 de Setembro de 2017 as 14:18

MISSÃO COM PERGUNTAS

1- Que lema você escolheu para sua vida? Qual é a frase, pensamento ou citação que norteia sua vida?

Deus é meu número Um!  Quando oro, tenho meu momento no tempo com Ele.

2- O que faz você feliz?

Ensinar. Quando compartilho da palavra de Deus para as pessoas, eu me sinto realizada. E também quando estou em uma sessão de Coaching, fazendo perguntas, orientando o meu coachee, sinto prazer.  Gosto de falar para as pessoas coisas relevantes que farão melhoras em suas vidas.  Ajudar as pessoas me faz feliz.

3- Qual seu talento especial? Em que você é o melhor no que faz?

Escrever. Acredito que tenho esse talento.

4- O que faz as pessoas se sentirem tocadas por você? Em que seu próximo é grato a você?

Pessoas sempre me agradecem por eu falar palavras de apoio, por ensinar algo que agregou valor em suas vidas.

5- Quais são os seus dons, no que você é bom?

 Acredito que tenho o dom de: ouvir, falar através da escrita e de orientar.

Quem serve de exemplo ou referência para você? Como essa pessoa inspira você? Por que?

O Deus da Bíblia. Ele é uma referência, minha inspiração. Porque Ele é todo poderoso, e mesmo assim, bondoso. Porque Ele é tão forte, mesmo assim, tão singelo.  Porque Ele não tem amor, Ele é amor e ama a todos, sem distinção de cor, raça, sexo e religião. Também admiro homens como: Alexandre o Grande, ele fez coisas impressionantes, conquistou uma parte do mundo. Barack Obama e outros. Homens que contribuíram de alguma forma para o mundo.

7- Dar mais do que promete é um dos meios mais adequados para a prosperidade. Como que você faz isso?

Um exemplo é quando ajudo alguém que necessita com as compras do mês. Eu não escolho os produtos mais baratos, mas escolho produtos que escolheria para mim. E fico triste por não poder escolher os melhores produtos e fazer uma doação generosa.  Sempre quero fazer para os outros de forma perfeita. Gosto de ver as pessoas felizes.

8- Quando você faz o que lhe dá prazer, sua sintonia é tanta que você não vê o tempo passar e ainda se diverte ao fazê-lo. O que você estava fazendo quando sentiu isso pela última vez? Como entrar nessa vibe?

Quando estou com amigo conversando coisas interessantes sobre o ser humano, sobre a vida, principalmente quando estou escrevendo sobre qualquer assunto que me interesse. Ou na sessão de coaching. A última vez que senti isso foi na sessão de coaching. Meu coachee saiu muito entusiasmado, me senti feliz e com a sensação de dever cumprido.

9- Imagine que já há algum tempo você foi contemplado com um prêmio de loteria milionário. Você acaba de acordar, não tem nenhuma agenda a cumprir e nenhuma necessidade financeira. O que você pretende fazer hoje?

Tomar um belo café da manhã, sem nenhuma pressa com a família, num ambiente bastante limpo, harmonioso e claro. Depois vou para a área de minha casa de frente para o mar, ler um pouco, sentir a brisa e ouvir o som das águas do mar. Após o delicioso almoço, vou ao centro da cidade palestrar sobre o meu livro que virou um best-seller e impactou de forma positiva a vida de milhões de pessoas no mundo todo.  Á noite estarei entre amigos e familiares e conhecidos, para palestrar e confraternizar.

10- Que estratégias e táticas você usa quando descobre que há fortes chances de vir a falhar?

Eu esmoreço e não prossigo adiante.  Começo a estudar e analisar uma forma para melhorar.

11- Se houvesse a chance de você ter ou fazer qualquer coisa. O que você escolheria ter ou fazer?

Eu gostaria de ter bastante dinheiro, para ter tempo para viajar, estudar, me capacitar na área escolhida, para fazer com excelência o meu trabalho e ajudar outras pessoas.

12- Quais são os assuntos que você acha interessantes, e que disputa com outras pessoas?

A palavra de Deus. Disputo com as pessoas a ética, o respeito e o amor ao próximo, tento mostrar-lhes  como esses preceitos são importantes.

13- O que mais te revolta no mundo? Se tivesse recursos o que faria para mudar isso?

A pobreza de recursos e de espirito, a fome, a miséria, o desamor entre os homens, e principalmente a impunidade.  Se eu tivesse recursos, eu construiria um lugar para conscientizar as pessoas sobre o respeito e o amor para com o próximo. 

14- Quais são suas preocupações em relação ás futuras gerações? O que esperar para seus filhos e netos? 

Minhas preocupações em relação às futuras gerações e aos meus filhos e netos são:  que eles não conheçam de fato a Deus, o Criador de tudo e de todos. Que não conheçam o que está além da vida efêmera nesta terra. Que não consigam fazer parte da vida eterna.

15- Quais as maneiras que você utiliza para ajudar seu próximo?

A maneira que utilizo para ajudar o próximo neste momento da vida é simplesmente à “oração”.  Sempre que oro, peço pela humanidade.

16- Quando você entra em uma livraria que seção você procura? Que tipo de ajuda você lê.

Quando eu entro na livraria, vou correndo para a seção de livros religiosos, de alto ajuda e empreendedorismo. Gosto de revistas de moda, turismo e empreendimentos.

17- Teve alguma vez que você não conseguiu dormir de tão empolgado que estava com seu trabalho? Que trabalho era esse?

Não. Que eu me lembre, nunca fiquei sem dormir em razão de empolgação com o trabalho.

18- Se você confia que tem competência para se sustentar fazendo o que gosta, que trabalho fará?

Palestras, Conferências. Sonho em ser uma escritora de renome.

19- Independente do que você faz em seu trabalho, o que você amaria fazer de graça porque lhe dá prazer?

Palestras

20- Se você estivesse por perto em seu próprio funeral, o que você gostaria de ouvir as pessoas falando a seu respeito?

Ela era tão bonita. Eu gostava tanto dela. Uma grande amiga. Excelente escritora. Maravilhosa palestrante. Tinha um bom coração.

21- Qual razão de você querer ser lembrado, que marca você quer deixar no mundo quando partir.

A razão de querer ser lembrada é que, não faz sentido para mim, nascer, crescer, morrer e não ter feito nada em um mundo tão vasto de oportunidades. Faz todo sentido para mim, pensar que há um propósito para que existamos.  Quando eu chegar diante de Deus, gostaria que Ele apenas com um gesto meigo e carinhoso no rosto, demonstrasse satisfação por saber que não fiquei na inércia, que participei da vida dadivosa que ele nos concedeu na terra.

22- O que seus amigos dizem que você faria bem, que você deveria trabalhar com isso?

Alguns dizem que eu deveria ser psicóloga. Outros dizem que eu deveria escrever mais. Outros dizem que eu deveria falar em público mais vezes. Isso acontece quando eu falo raramente para os fies da igreja em que congrego. 

23- O que desperta sua curiosidade? O que você gostaria de aprender? O que vale apena saber?

O que desperta minha curiosidade é a beleza das palavras verdadeiras e positivas e seus efeitos.

Eu gostaria de falar inteligentemente e sem medo.

Vale a pena saber o que encanta, o que produz felicidade e cura a alma humana.

24- Tendo uma hora livre para navegar pela internet, o que você procura? 

Livros que possam me ensinar alguma coisa. Vídeos, documentários que possam me ensinar algo de produtivo.  Sempre procuro algo que possa me enriquecer material e mentalmente. Foi agindo assim que encontrei esse curso.

25- Volte aos seus sete anos de idade. O que você queria ser quando crescesse.

Sinceramente, eu não lembro o que eu queria ser quando crescesse.

26- Se você fosse escrever um livro, qual seria o título e sobre o que trataria?

Surpreendentemente, eu já escrevi um livro. Seu título no início era: O LIVRO SAGRADO E O MUNDO CONTEMPORÂNEO.  O assunto é sobre a Bíblia e seu conteúdo que responde todas as perguntas que mexe com a mente do homem, como por exemplo: Deus, verdade ou mito? Por que existe o mal? Se Deus é Criador de tudo, então teria Ele também criado o mal? Se Deus é tão poderoso, por que Ele não destruiu o mal? O que é a morte? Para aonde vão os mortos? etc. Todas as respostas para essas perguntas estão na Bíblia e ninguém percebe. Transformei este livro num e-book, e publiquei na amazon.com. Depois de um ano, não houve saída de exemplares. Então resolvi mudar o título com o intuito de chamar atenção do leitor.

Título novo: SAGRADO VERSUS MUNDO.

Subtítulo: Como você pode afirmar que crê em Deus, se você não crê no que Ele diz. E Deus diz…

Que acabei de publicar na amazon.com novamente.

Essa é minha história como escritora, que ainda não obteve nenhum sucesso. Aliás, até agora não houve sucesso em nenhuma área da minha vida.

27- Que trabalho você conhece ou viu que você gostaria que fosse o seu?

Eu conheço e ouvi sobre escritores que ganharam o Prêmio Nobel de Literatura. Eu gostaria que o meu trabalho também fosse contemplado com o Prêmio Nobel.

28-Cite de três a cinco atividades que você gostaria de fazer que são sua cara.

Escritora. Palestrante. Conferencista. Coach.

Na verdade, tenho a formação em coach e já escrevi um livro. Mas como não obtive clientes em nenhuma das áreas, sinto que não sou nada disso.

29- O que você gostaria de mudar no mundo?

Eu! Ou melhor, minha mente.

30- Quais os três desejos que você pediria para sua fada madrinha ou para o gênio da lâmpada?

Que meu e-book atinja 8 milhões de cópias vendidos no mundo. Que vire um best-seller

O Prêmio Nobel

Sabedoria, para saber usufruir desses pedidos com amor, humildade e gratidão.

Marco Natali 12 de Setembro de 2017 as 15:36

Suas respostas embora coerentes são bastante ambiciosas. Há muito trabalho a fazer. Mas havendo comprometimento com seus sonhos nada a impedirá de realizá-los..