Qual o grande valor de um curso que tenha o propósito de ajudar a construir uma vida que seja uma obra de arte?

O maior valor consiste em oferecer ao participante a oportunidade de interagir com o mentor do curso.

Você tem mais vantagens no Transformacionalismo:

Se você apenas lê ou estuda a lição isso não irá mudar nada em sua vida.

Se além de estudar você aplicar o que aprender com certeza terá a oportunidade de mudar para melhor e terá uma vida mais realizada.

Conhecimento não é sabedoria:

Estudar lhe dá acesso ao conhecimento, mas apenas quando aplicar o conhecimento em sua vida irá transformá-lo em sabedoria.

A sabedoria tira você da Zona de Conforto:

No momento de aplicar em sua própria vida o que está aprendendo você terá que sair de sua zona de conforto.

Isso implica em percalços e dificuldades daí a importância de interagir com seu mentor.

Ele poderá lhe sugerir soluções para cada pequeno problema que surja ao longo do caminho.

Transformacionalismo é interação com o mentor:

Quando você faz um treinamento ou curso, por mais renomado que seja o mentor, só terá valor para você se puder interagir com ele.

No transformacionalismo você interage com seu mentor enviando comentários ao material que acabou de estudar.

Seu mentor irá analisar o seu comentário e responderá às suas dúvidas orientando você a respeito.

Assim poderá amenizar suas dificuldades e superar os obstáculos que eventualmente venham a surgir.

Os comentários não são obrigatórios.

Você não é obrigado a comentar as lições a menos que seja bolsista, mas mesmo que você não seja bolsista poderá fazê-lo sempre que o desejar.

Há instruções sobre como fazer isso ao término de cada uma das lições.

Divulgar o comentários é servir você.

Como essas orientações podem ser úteis aos demais participantes criamos esta página para ajudar e servir você.

Aqui você tem a oportunidade de aprender com os comentários e orientações de outros participantes.

Aprender com os outros é vantajoso!

Reflita como é mais vantajoso aprender com as experiências dos outros.

Custa menos para você. Você perde menos tempo e menos dinheiro.

Sendo inteligente saberá apreciar esta página e tirar proveito de tudo que consta aqui.

Seja bem vindo!

Décima Terceira aula do Primeiro Nível:

Valdir Coppini 28/01/2019 as 11:23

Curioso que na primeira aula desta 12a Remessa o tema seja “CRISE”, pois só estou tendo tempo para estudar as lições em plena segunda-feira porque sofri uma lesão forte na coxa esquerda durante um treino no sábado… não fosse esse doloroso contratempo eu estaria na minha empresa, atucanado com várias atividades do licenciamento ambiental das usinas eólicas de Santana do Livramento – RS, que minha equipe é responsável (ainda mais agora, com toda a visibilidade que os estudos de Licenciamento estão tendo na sociedade por causa da tragédia/crime do rompimento da Barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, que até agora, somam 60 mortos e mais de 400 pessoas desaparecidas, fora o imenso dano ambiental).

De certa forma, a crise social muito presente se soma à crise pessoal de estar sentado no escritório da minha casa, com uma bolsa de gelo na coxa e aproveitando para botar em dia os estudos, após resolver os problemas empresariais que eram passíveis de serem resolvidos de casa. Assim, aproveito para fazer este relato e, sem falsa modéstia, me incluir no primeiro grupo de pessoas no que atina à forma de encarar os problemas e as crises que passamos ao longo da vida (o professor afirma que o primeiro grupo busca aprender algo com as experiências de crise para aplicar os novos conhecimentos com sabedoria no futuro enquanto o segundo grupo busca culpar os outros pelas provações que estão a acontecer).

Pegando a pergunta-resposta da aula “porque somos tão resistentes à mudança? Em parte porque mudar implica em sair da zona de conforto e talvez por isso é que precisamos passar por crises para conseguirmos evoluir” fica evidente que a melhor escolha perante algo que não podemos mudar – e que está nos fazendo sofrer de alguma forma – é aprender com as crises, analisar racionalmente o que acontece conosco, no entorno e ver o lado bom do que é possível fazer!

No meu caso específico, tenho tempo para estudar as lições, ler mais meus livros, ficar mais tempo com a Susi Pêta e ficar mais parado e contemplativo, algo quase impossível para um cara hiperativo como eu. Claro que fico aborrecido por quase não poder caminhar e, atualmente, nem dirigir meu carro, mas como já passei por isso antes, sei que é algo temporário, que minha lesão vai melhorar e que logo estarei de volta à minha rotina. Até lá, aproveito para executar tarefas e ter comportamentos que só a dor me fazem ter… coisa de um otimista patológico??? Não, se considerarmos o que a lição do Professor Natali nos traz!!!

Fraterno abraço!

Valdir, 28 de janeiro de 2019.

Marco Natali 29/01/2019 as 5:44

Pois é meu querido irmão “… fica evidente que a melhor escolha perante algo que não podemos mudar – e que está nos fazendo sofrer de alguma forma – é aprender com as crises, analisar racionalmente o que acontece conosco, no entorno e ver o lado bom do que é possível fazer!”, sua resposta é pura coerência e bom senso. Como costumo dizer: se não é bênção é lição. Há sempre um processo de aprendizado em andamento. E já que mencionou o “otimista patológico”, falemos um pouco do “pessimista patológico”. Quando se toma um monte de esmagamentos, contrafluxos e porradas da vida, a maioria das pessoas tende a sucumbir no pessimismo. E o pessimismo consiste em grande parte na arte de culpar os outros ao invés de olhar para o próprio umbigo. Quando você constata que as coisas vão mal, mas não culpa ninguém, você não pratica o pessimismo e sim o “realismo”, ou seja percebe que “coisas ruins também acontecem para as pessoas boas” e toca o barco pra frente. Afinal de contas Krishnamurti, Madre Teresa de Calcutá e outras pessoas boas também morreram de câncer. Embora isso não as tenha impedido de praticar o bem. Mas há a questão do “muro de lamentações” que costumo chamar de “Jeremiadas” em referência às lamentações do Jeremias bíblico. Esse é o desabafo que atinge tanto os “realistas” quanto os “pessimistas” e isso não era diferente comigo, eu também o fazia até há algum tempo atrás. Eu escolhia amigos mais chegados que demonstravam bom senso e tinham atitudes proativas e me lamentava a respeito de goteiras no quarto, registros hidráulicos que paravam de funcionar, vazamentos e outro quiproquós que a vida traz a todos mas que aborrecem bastante. Pois bem, mas como sempre citei que “O que não é bênção é lição.” era preciso aprender alguma coisa com isso e finalmente o aprendizado veio. Minha esposa estava jogando fora uma agenda praticamente pouco utilizada e eu a peguei para mim e iniciei um experimento. Nas folhas dessa agenda passei a anotar na frente de cada página tudo que me acontecia de bom e que chamo de “Bênçãos” e nas costas de cada página tudo que me acontecia de ruim. Pois é. Com o passar das semanas constatei que me acontecem muito mais coisas boas do que ruins. É claro que as coisas ruins que eventualmente acontecem às vezes são muito ruins, quando você não tem recursos para pagar um conserto, quando sua saúde é abalada e há que esperar pelo processo de cura (como aconteceu com sua lesão), quando você tem que ir morar na floresta em um local que não tem luz e as vezes nem água encanada como aconteceu com um amigo meu lá de Minas. Mas a proporção das coisas ruins não diminui a proporção das coisas boas. E aí, como diz aquele samba, é hora de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. E ainda há mais um teco de sabedoria a aprender com tudo isso. Você notou que a vida precisou lhe trazer uma lesão para que você “desse um tempo” e parasse para refletir? Não é possível evitar isso de todo, mas quando você separa algum tempo em seu schedule diário para a meditação e a reflexão a vida não precisa mais lesionar você para que faça isso e as coisas ficam mais fáceis. Ah! E há algo mais a comentar a respeito disso. Devido a esse novo hábito de anotar as coisas que me acontecem nessa agendinha, outras coisas passaram a acontecer em minha vida: começaram a haver mais inscrições aqui no Transformacionalismo. Se você é observador terá notado que houve um número maior de inscrições este mês, por exemplo. Não adotei nenhum processo de marketing mais arrojado. Nada fiz a mais para divulgar meu trabalho. Não houve nenhuma magia ou solução supersticiosa apenas me tornei mais consciente de que o número de coisas boas que me acontecem é superior (bem superior) ao número de coisas ruins que ocorrem no mesmo período. De alguma forma isso colocou minha mente em uma direção mais proveitosa (Sem falsos otimismos e pensamentos positivos dúbios.). Como o único fator novo foi essa pratica sou levado a crer que seja um elemento se não causador, pelo menos atuante nesse processo todo. Afinal o efeito placebo é um fato, gostemos disso ou não. Se tal, porque não incluí-lo em nossa rotina e capitalizar o que daí possa surgir de bom? Pense nisso, mas pense agora! Abraço aí amigo!